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HPV

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A imunização em massa é a peça-chave para a prevenção e proteção coletiva, tanto para a Covid-19, quanto para outras doenças, como o câncer. De acordo com pesquisa realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, 92% dos casos de câncer de colo de útero, causados pelo vírus do HPV, poderiam ser evitados com o imunizante. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), antes da aplicação em massa da vacina contra o vírus  do papiloma humano (HPV), eram registradas cerca de 35 mil mortes por câncer uterino, ao ano, nos países da América e, hoje, 43 deles já administram o imunizante na população em campanhas anuais.

Para te ajudar a entender a importância das vacinas para a prevenção do câncer, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Confira!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

🔎 Quais vacinas ajudam a prevenir o câncer?

As principais vacinas que podem ajudar a prevenir o câncer são: vacina HPV, que protege contra o vírus papiloma, transmissível por relação sexual, que pode causar lesões pré-cancerosas e é o principal causador do câncer de colo de útero; vacina Hepatite B, que causa infecções crônicas e, quem a tem, convive com um risco aumentado de desenvolver câncer de fígado

Essas vacinas, em específico, são administradas desde a infância e devem ter o esquema vacinal seguido de forma correta para garantir a eficácia da imunização. A vacina que protege contra o HPV é aplicada pelo Ministério da Saúde em adolescentes de 9 a 14 anos do público feminino e de 11 a 14 anos do público masculino. Para outras faixas etárias, a vacina está disponível na rede privada. Já a vacina contra a hepatite B é administrada em crianças 24 horas após o parto e a segunda dose deve ser aplicada até os 6 meses.  

É importante citar que a simples ação de completar o cartão de vacina das crianças garante a elas um futuro mais seguro e as protege, de forma completa, contra doenças infecciosas que podem evoluir para um câncer.

#DicaMedquimheo: o Ministério da Saúde criou uma cartilha para informar, de forma detalhada, quais vacinas devem ser administradas durante cada fase da vida, para homens, mulheres e grávidas. 

🦠 Vacinação durante a pandemia

Neste período de pandemia, as campanhas de imunização ocorrem normalmente, para além da vacinação contra a Covid-19. Nesse sentido, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) publicou algumas dicas para ajudar a manter o esquema vacinal em dia e reforçar a proteção coletiva contra as demais infecções.

📆 Certifique-se de que as vacinas de rotina estão atualizadas: confira os cartões de vacinação ou entre em contato com o serviço de saúde mais próximo para saber se falta alguma vacina;

💉 Se deixou de receber alguma vacina, entre em contato com o serviço de saúde para saber como se imunizar;

👨‍👧‍👧 Apenas uma pessoa deve acompanhar quem será vacinado no serviço de saúde. Proteja-se e proteja os outros usando máscaras;

🤧 Caso teste positivo para Covid-19, fique em casa. O profissional do serviço de saúde irá informar para quando deve programar a vacinação;

😷 Procure saber quais são as medidas que os serviços de saúde têm adotado para proteger as pessoas que estão em busca de vacinação durante a pandemia de Covid-19;

💻 Informe-se! A vacina não diminui as defesas imunológicas; não existe nenhuma evidência de que as atuais vacinas facilitam ou impedem o adoecimento e complicações devido à Covid-19. 

A pandemia nos fez perceber a importância das vacinas para a prevenção de doenças e preservação da vida. Por isso, aproveite as que temos hoje para prevenir alguns tipos de câncer e outras infecções, principalmente, o coronavírus

💡 Conheça nosso blog!

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Fonte: Ministério da Saúde.



Carnaval é a época de curtir. O povo capixaba vai às ruas para aproveitar uma das maiores festas do País. E é no meio de toda essa folia, que a atenção à saúde deve ser ainda maior. De acordo com especialistas, o contágio de doenças sexualmente transmissíveis ocorre mais comumente nesta temporada. A grande maioria das DST´s pode trazer consequências graves, como câncer de colo uterino, câncer de reto e câncer de pênis (ligados ao HPV), câncer de fígado (ligado aos vírus da hepatite) e a um tipo de sarcoma (em casos graves de AIDS).

Segundo o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, o problema é que essas doenças são silenciosas, insidiosas e demoram muito tempo para se manifestar. “Uma relação sexual desprotegida hoje pode levar a estes cânceres após muitos anos”, alerta o médico.
 

HPV

O HPV é, disparado, o vírus sexualmente transmissível mais relacionado com o surgimento de tumores. Seu comportamento no corpo humano pode alterar as células infectadas, gerando, em tempo variado, câncer de colo do útero, câncer anorretal, câncer de pênis, entre outros mais raros.
 

Prevenção

Como todas estas doenças estão relacionadas ao sexo desprotegido, evidentemente que o uso do preservativo (masculino ou feminino) reduz muito a contaminação. “Vale lembrar que o preservativo deve ser utilizado em todas as formas de sexo. Caso, ainda assim, haja o contato físico ou com secreções, o indivíduo deve procurar imediatamente o médico para que sejam tomadas as providências tardias”, pontua o profissional.