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dezembro 28, 2017 Câncer de pele0

A doença apresentou cerca de 180 mil novos casos no ano de 2017, segundo o Inca

Com a chegada do verão, é muito importante estar atento aos riscos da exposição do sol, como o câncer de pele. A patologia representa cerca de 30% dos casos de câncer em geral, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Neste post, explicamos para você o que é a doença, como tratá-la e a diferença entre os tipos melanoma e não melanoma. Continue lendo!

Como identificar a patologia?

Para reconhecer o câncer de pele é preciso ficar atento a alguns sinais que a pele pode oferecer. Caso tenha feridas que não cicatrizam, mudanças de cor, forma e tamanho em machas ou pintas já existentes, é preciso ficar em estado de alerta.

Diferença entre melanona e não melanoma

O melanoma tipo cutâneo é um tumor maligno com maiores chances de mutações genéticas. Para conhecimento, a pele humana é dividida em três partes: externa (chamada de epiderme), derme e a interna, denominada de tecido subcutâneo. É nesta região que se origina o câncer de pele tipo melanoma.

Apesar da patologia ter muita incidência no nosso país, a categoria melanoma representa, felizmente, 3% da ocorrência do câncer de pele! O melanoma acontece quando há uma imprecisão com a função das células produtoras de melanina.

Como prevenir

O câncer de pele tipo não melanoma tem uma maior incidência em homens com mais de 40 anos, mas todos nós temos que ficar vigilantes com a prevenção.

Deve-se evitar a incidência de sol nos horários entre 10 horas da manhã até as quatro da tarde. Nos demais horários, deve-se fazer uso dos adereços de proteção como filtro solar, chapéus e roupas.

Tratamento para o câncer de pele

O tratamento do câncer de pele consiste na cirurgia em alguns casos, onde há a retirada do carcinoma epiderme, tumor maligno na pele.  Em outras situações, a remoção não é suficiente e deve ser combinada com a radioterapia ou quimioterapia.

Se descoberto de forma precoce, o câncer de pele tem chance de cura de 90%.

Para saber mais sobre outros tipos de câncer, é só acompanhar o blog Medquimheo para aprender como prevenir o câncer de pele.



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Criado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele, tem o objetivo de intensificar as ações em prol da luta contra a doença. No dia 30 de novembro, profissionais da dermatologia de todo o País mobilizam projetos que visam a alertar à sociedade sobre a prevenção e os sinais, que determinam o diagnóstico precoce do câncer de pele.

Pesquisas indicam que o câncer de pele do tipo não melanoma é o que mais acomete os brasileiros. Chega a corresponder a 25% de todos os tumores malignos. A dermatologista Mary Nemer conta que a recomendação principal para a identificação do transtorno é estar atento para quaisquer alterações em pintas e lesões já existentes, ou, que venham a aparecer, e procurar o dermatologista para esclarecimentos.

Alertas

O histórico de exposição solar deve ser levado em conta. Pessoas que, na infância e na adolescência, ficaram muito expostas ao sol e sem proteção, devem visitar um especialista e relatar esses detalhes.

Quem possui a pele clara produz pouca melanina, que é a responsável pela proteção do DNA das células, sendo, basicamente, um protetor solar natural. Pessoas morenas e negras são menos suscetíveis aos danos dos raios, o que não exclui a necessidade de proteção.

Ainda de acordo com a dermatologista, sardas também são motivos de atenção. “São encontradas mais frequentemente em pessoas brancas e denotam lesões ocasionadas pelo sol. Lesões amarronzadas ou enegrecidas, com bordas irregulares e assimétricas, e maiores que 6 milímetros, também merecem atenção especial”, alerta.

Exames

O diagnóstico é feito por exame clínico, análise com dermatoscópio (microscópico de superfície) e biópsias parciais ou totais da lesão.

Prevenção

As atitudes de proteção são o uso do protetor solar e de itens como chapéus e óculos de sol. Calças e camisas de manga também ajudam na prevenção. Evitar exposição ao sol, das 10h às 16h, é importante. Não se esquecer de usar proteção nos dias nublados é outra medida importante.

Tratamento

Cada caso exige uma abordagem de tratamento diferente. O certo é procurar o dermatologista para condução adequada. Entre as práticas mais comuns está a remoção cirúrgica do câncer.

Outra recomendação importante é que os pais tenham o hábito de conscientizar às crianças sobre a importância da proteção solar. Além de evitar que os pequenos fiquem muito expostos ao sol.


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