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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), indicam que, até o final deste ano, somente no Espírito Santo, cerca de 1.130 mulheres correm o risco de desenvolver este tipo de câncer. Mas, você sabia que a obesidade é um dos principais fatores de risco para doença?

De acordo com o nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes Jr., o excesso de gordura, além de alterar a produção de hormônios, aumenta o número de inflamações e a quantidade de insulina no organismo. Para entender ainda mais sobre essa relação, continue aqui com a gente.

Por que a obesidade é fator de risco para o câncer de mama?

Responsável pelo desenvolvimento das características femininas, o estrogênio é um hormônio gerado no tecido adiposo das mulheres. Quanto maior o excesso de gordura no corpo, maior será a quantidade de estrogênio produzida – o que indica perigo! “Como este hormônio influencia diretamente na produção das células mamárias, quando encontra-se em excesso no organismo, o risco de mutação, que leva ao câncer de mama, aumenta”, explica o especialista.

O risco de câncer de mama é maior em mulheres obesas na menopausa

É normal que conforme a idade avance, o risco do câncer de mama aumente também. No entanto, caso a mulher já tenha entrado na menopausa e além disso, esteja acima do peso, as chances de desenvolver a doença chegam a dobrar. “Nessa fase, o tecido mamário deveria repousar, mas como a gordura em excesso forma quantidades mais altas de estrogênio, a proliferação das glândulas mamárias continua acontecendo. O que, consequentemente, estimula o surgimento de células malignas, como o câncer de mama”, finaliza.

#DicaMedquimheo: Hábitos simples previnem o câncer de mama!

Como observamos no post de hoje, a obesidade tem relação direta com o câncer de mama. Felizmente, com hábitos simples, principalmente ligados à alimentação, os dois problemas são facilmente solucionados! Confira alguns deles:

  • Evite frituras: ao invés de consumir um peixe frito, por exemplo, prefira a opção assada ou grelhada;
  • Fuja do açúcar: opte por alimentos com baixo teor de açúcar. Substitua o chocolate ao leite por um com 70% de cacau;
  • Exercícios físicos: pratique, regularmente, atividades físicas.

Fonte: Dr. Cleverson Gomes Jr – mastologista – CRM: ES 8267

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A conscientização e a prevenção do linfoma são pautadas neste mês, com a campanha nacional do Agosto Verde Claro. O linfoma é um tipo de câncer que inicia nas células do sistema linfático. O linfoma de hodgkin pode ter início em qualquer lugar do corpo, mas acontece com mais frequência nos gânglios linfáticos, especialmente no tórax, pescoço e axilas. O linfoma não hodgkin acomete com mais frequência adultos – inicia geralmente gânglios e tecidos linfáticos, mas também pode atingir a pele, com o linfoma da pele, por exemplo.

As principais diferenças estão nas características malignas das células, que podem ser identificadas após biópsia e análise de um especialista.

Importância do diagnóstico precoce do linfoma

Como acontece com qualquer tipo de câncer, o linfoma quando descoberto em sua fase inicial, possui uma taxa de resposta muito maior e positiva ao tratamento. É importante ficar atento às alterações do corpo e o aparecimento dos sinais.

Quais são os sintomas do linfoma de hodgkin?

  • Aumento dos linfonodos, sem motivo aparente;
  • Suor excessivo durante à noite;
  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Coceira;
  • Sensação de cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Tosse e dificuldade em respirar podem ocorrer, quando o tórax é afetado.

E os sinais do linfoma não hodgkin, quais são?

  • Aumento dos linfonodos;
  • Inchaço na região do abdômen;
  • Pressão no peito;
  • Hematomas ou hemorragias;
  • Calafrios;
  • Perda de peso;
  • Infecções frequentes;
  • Febre;
  • Sudorese noturna;
  • Coceira pode ocorrer nos casos de linfoma na pele;
  • Na região do cérebro, o linfoma pode gerar dores constantes de cabeça e até causar convulsões.

Tratamento do linfoma

Cada tipo precisará ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento do linfoma. Quimioterapia, transplante de medula, imunoterapia e radioterapia são algumas das opções.

Prevenção do linfoma

Parte da prevenção do linfoma está com os hábitos e estilos de vida. Opte por uma vida mais saudável, guiada por uma alimentação saudável e com a prática de exercícios físicos.

Apoie o Agosto Verde Claro você também

Nós, da Medquimheo, apoiamos a causa do Agosto Verde Claro. Compartilhe essa informação com amigos e familiares e vamos, juntos, na luta contra o câncer!

Dicas extras Medquimheo

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Até o próximo post!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Genética e hereditária, a anemia falciforme é uma doença que se caracteriza pela deformação dos glóbulos vermelhos – responsáveis pelo transporte de oxigênio no corpo. O normal é que sejam arredondados e elásticos, no entanto, como sofrem modificações, adquirem o formato de uma foice e endurecem. O resultado é a dificuldade do sangue passar pelos vasos de pequeno calibre, ou seja, os tecidos recebem uma quantidade menor de oxigenação. No post de hoje, a nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, destaca a importância do consumo de água no tratamento da anemia falciforme. Confira!

Quais as causas da anemia falciforme?

Citamos no início deste texto que a anemia falciforme é uma doença hereditária. Portanto, para ser portador, é necessário que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. No caso de apenas um dos pais transmitir, a criança não desenvolve a doença, mas pode passar o gene defeituoso para as futuras gerações.

Principais sintomas da anemia falciforme

A anemia, por si só, já causa fadiga, fraqueza e palidez. Além disso, é comum que pessoas com anemia falciforme tenham icterícia – quando a pele e os olhos ficam amarelados. Mas, o principal sintoma dessa doença é a crise aguda de dor. Apesar de poder atingir qualquer parte do corpo, os ossos e as articulações são as regiões mais afetadas. O tempo de duração varia e as crises de dores são acentuadas nos dias frios, durante a TPM, durante infecções, em pessoas com problemas emocionais, nas grávidas e naquelas desidratadas.

Como o consumo de água auxilia na anemia falciforme?

Naira explica como o consumo de água ajuda a minimizar ou até mesmo evitar as crises de dores da anemia falciforme. “O ideal é beber de dois a três litros de água ao longo do dia, inclusive na época de frio. Uma maior ingestão de água torna o sangue menos viscoso, o que melhora a circulação nos vasos sanguíneos”, conta a especialista.

Separamos mais três conteúdos que também podem te interessar. Confira:

  1. Light x Diet: entenda a diferença!
  2. Saiba de que forma a alimentação influencia na qualidade do seu sono
  3. Descubra quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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O mês de julho é conhecido como Julho Verde. Mas você sabe por quê? Trata-se de uma campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), junto com a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil). Tem como intuito principal, conscientizar a população sobre a prevenção dos tumores de cabeça e pescoço, que atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago cervical, tireoide e seios paranasais.

No dia 27 de julho, comemora-se o Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Como nós, da Medquimheo, abraçamos esta causa, no post de hoje você confere mais detalhes sobre a iniciativa.

#JulhoVerde

A oncologista da Medquimheo Carolina Conopca, conta que para conseguir conscientizar as pessoas e, assim alcançar o objetivo da campanha, são feitos alertas sobre os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço. “O tabagismo, consumo de álcool, as infecções por HPV e o excesso de exposição solar são alguns deles. A data reforça, também, a importância do diagnóstico precoce”, explica a especialista.

Importância do autoexame

As chances de cura aumentam, significativamente, caso a doença seja detectada no início. Feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço, que são alguns dos sintomas, podem ser identificados por meio do autoexame.

Outros sintomas do câncer de cabeça e pescoço

Na fase inicial da doença, os tumores costumam ser assintomáticos, ou seja, não apresentam sinais. No entanto, nossa oncologista relata, que, à medida que se desenvolvem, geralmente causam:

  • Dor local;
  • Dificuldade para engolir;
  • Nódulo persistente no pescoço;
  • Lesão na boca que não cicatriza;
  • Rouquidão por mais de três semanas, principalmente em fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas.

A Medquimheote convida a abraçar também a campanha #JulhoVerde.

Aproveite para continuar acompanhando os posts do blog e fique por dentro de informações relacionadas ao câncer.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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A quimioterapia pode causar diversos efeitos colaterais ao paciente em tratamento de câncer. Nas primeiras horas, ou até alguns dias após o uso da medicação, podem ocorrer náuseas, alteração do paladar e falta de apetite. Todos esses sintomas são capazes de tornar a alimentação um momento difícil.

Para que a alimentação seja facilitada no dia a quimioterapia, a nutricionista da Medquimheo Naira Fraga reuniu dicas de lanches saudáveis e fáceis de preparar!

Opções de lanches para os dias de quimioterapia

A nutricionista explica que, alimentar-se a cada três horas, com pequenas porções, é uma ótima estratégia para os dias de tratamento. No momento de náuseas intensas, é indicada a ingestão de alimentos de textura mais seca. Alguns exemplos são os vegetais desidratados na forma de chips como mandioca, banana, batata e milho. Eles podem ser consumidos sozinhos ou com patês naturais, conforme a indicação da nutricionista.  

O sanduíche com recheio de patê de frango desfiado, com creme de ricota e hortelã ou manjericão é uma ótima sugestão de lanche saudável para ser experimentado. “Outra comida de fácil preparo e também nutritiva é a salada de macarrão com frango e legumes”, acrescentou.

Picolés cítricos como limão ou abacaxi são opções refrescantes que ajudam no controle de náuseas e perda do paladar. O mesmo vale para as frutas cítricas, que podem ser consumidas geladas ou na forma de sucos como de abacaxi com hortelã, de laranja com morango ou maracujá. Também pode ser feito um milk shake saudável em casa com frutas congeladas como banana e maracujá batidas no liquidificador com leite.

“Salpicar uma colher de leite em pó sobre as frutas ou na salada de fruta faz com que os lanches se tornem mais nutritivos sem deixá-los pesados”, acrescentou.

Como reduzir a náusea e a alteração do paladar?

Para reduzir a náusea durante o tratamento de câncer, a nutricionista indica que os pacientes podem dar preferência a alimentos mais frios ao invés dos quentes.

“Ingerir algo levemente ácido antes das refeições como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida também pode auxiliar no controle da náusea e da alteração do paladar”, disse Naira.

Veja também aqui no Blog alimentos que auxiliam no tratamento do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A alopecia, ou queda de cabelos, é uma das consequências mais temidas pelos pacientes em tratamento de quimioterapia. A dermatologista da Medquimheo Dra. Mary Lane Alves Nemer explica que, dependendo dos medicamentos usados, a queda de cabelos pode ser total – o que é mais comum – ou até não ocorrer.

A ausência abrupta dos cabelos gera a necessidade de um cuidado diferente com o couro cabeludo que fica mais exposto ao sol, ao frio e a traumas, enfatiza a dermatologista. Para essa fase, a Dra. Mary Lane indica que o uso do filtro solar com alto fator de proteção, de preferência em loção e de boa qualidade, é fundamental na exposição do paciente ao sol.

Outras formas de proteção

O uso de lenços e outros adereços capilares conferem estilo, melhoram a autoestima e também oferecem proteção solar.

“Chapéus, bonés, toucas, perucas e lenços são formas de proteção física para o couro cabeludo e o uso deve ser orientado e estimulado”, enfatizou a dermatologista.

Higiene do couro cabeludo

A higiene do couro cabeludo é outro cuidado importante durante o tratamento quimioterápico. A dermatologista explica que, enquanto os cabelos não estão crescendo, o sabonete usado para o corpo pode ser usado na cabeça, desde que seja sem perfume, hidratantes ou neutros e em pequena quantidade.

“Quando os cabelos estiverem nascendo, poderão ser usados shampoos neutros, shampoos para bebês ou para couro cabeludo sensibilizado. Se o paciente tiver couro cabeludo oleoso ou qualquer outra doença prévia, deve pedir orientação ao seu oncologista ou dermatologista para saber os produtos mais indicados para sua pele”, orienta a dermatologista.

Resumo dos cuidados com o couro cabeludo durante a quimioterapia:

  1. Usar protetor solar com alto fator de proteção no couro cabeludo quando for se expor ao sol.
  2. Chapéus, bonés e lenços são indicados para proteger do sol e do frio. O couro cabeludo fica muito mais exposto aos raios solares e, por isso, o paciente deve sempre fazer uso desses acessórios, com preferência aos que tenham proteção FPS.
  3. É indicado higienizar a cabeça com sabonete enquanto os cabelos não estão crescendo. O sabonete deve ser hidratante, sem perfume e usado em pouca quantidade.
  4. Quando o cabelo estiver crescendo, o cabeça pode ser higienizada com shampoos para bebês ou shampoos para couro cabeludo sensibilizado com pH neutro.

Esperamos que as dicas possam ajudar!

Achamos que outros conteúdos de nosso Blog também podem colaborar. Veja algumas sugestões:

10 dúvidas comuns sobre quimioterapia

Como a crioterapia pode ser aliada durante sua quimioterapia?

Oncologia em Vitória


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Você sabe o que é o Junho Vermelho? A Organização Mundial de Saúde (OMS) celebra no dia 14 de junho o Dia Mundial do Doador de Sangue. O intuito é sensibilizar as pessoas e ressaltar a importância da doação de sangue, que salva vidas.

Um dos principais objetivos da campanha é alertar para a importância de fazer a doação em junho. O ato de doar sangue é fundamental para que sejam realizadas intervenções médicas urgentes de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes e procedimentos oncológicos.

A doação de sangue pode salvar a vida de pacientes com doenças crônicas graves, como Doença Falciforme e Talassemia, ajudando essas pessoas a viverem por mais tempo e com mais qualidade e bem-estar. O sangue também é de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.

Como é feita a doação de sangue

A hematologista da Medquimheo, Alessandra Prezoti, ressalta que a doação de sangue é um ato simples e rápido, mas de extrema importância. “A coleta leva em torno de 10 minutos. O procedimento é totalmente seguro e não oferece riscos, porque nenhum material usado é reutilizado. O sangue passa por testes para detectar impurezas que podem prejudicar o receptor e, só depois de uma avaliação positiva, ele é utilizado”, acrescentou.

Requisitos para doação

Um dos requisitos para doar sangue é ter entre 16 e 69 anos. Há duas restrições: os menores de 18 anos precisam da autorização dos responsáveis legais e a primeira doação deve ser feita, obrigatoriamente, até os 60 anos.

O interessado precisa apresentar um documento original com foto, preencher um cadastro com informações básicas e responder a um questionário. Em seguida, passará por uma triagem para examinar sinais vitais como pressão, pulso e temperatura. O espaço de tempo entre as doações para aqueles que já são doadores são de dois meses para os homens e três meses para as mulheres.

Fonte: Alessandra Nunes Loureiro Prezotti, hematologista, CRM-ES 6782.


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Medo, ansiedade e dúvidas são sentimentos comuns na maioria das pessoas diagnosticadas com câncer. Isso acontece porque os pacientes criam uma grande expectativa quanto ao tratamento e a possível cura. É nesse momento que os problemas de depressão e ansiedade podem aparecer. Para entender melhor sobre essa relação, continue lendo o post que a psicóloga Gabriela Simmer esclarece!

Depressão x câncer

Segundo dados do Observatório de Oncologia, a chance de um paciente oncológico desenvolver a depressão varia de 22% a 29%. O estudo também constatou que, pacientes com câncer de mama têm de 10% a 25% de chances de ter o transtorno. A depressão é caracterizada por um momento de tristeza duradouro ou repetitivo de grande intensidade. No entanto, existem outros sintomas, que somados a essa tristeza, caracterizam o problema e geram sérios prejuízos à saúde. Listamos abaixo alguns deles, confira:

  1. Perda de prazer nas atividades diárias;
  2. Indiferença frente às situações;
  3. Diminuição da capacidade de raciocinar, de se concentrar e/ou de tomar decisões;
  4. Lentidão, fadiga e sensação de fraqueza;
  5. Alterações do sono (insônia ou muito sono);
  6. Alterações do apetite (Perda ou aumento da fome);
  7. Diminuição do interesse sexual;
  8. Afastar-se da convivência com outras pessoas;
  9. Pensamentos negativos a respeito da doença;
  10. Sensação de esgotamento.

É comum ouvirmos que a quimioterapia por si só já provoca alguns efeitos colaterais no paciente como cansaço, desânimo, fraqueza, dentre outros sintomas característicos. Mas é importante saber diferenciar da depressão, por isso, os familiares e a equipe devem ficar atentos aos outros sinais que citamos acima.

Quais os prejuízos gerados?

Como a depressão causa desânimo, o paciente oncológico pode se sentir abatido para frequentar as consultas ou as sessões de quimioterapia e/ou outras atividades relacionadas ao autocuidado. Lembrando também, que grandes mobilizações emocionais podem favorecer alterações na imunidade e trazer prejuízos para o processo de tratamento.

Tratamento do paciente oncológico depressivo

Caso o paciente oncológico seja diagnosticado com um quadro depressivo, é importante avaliar a necessidade de psicoterapia, com o objetivo de favorecer o enfrentamento do tratamento. Em caso de necessidade, alguma medicação pode ser prescrita para complementar o cuidado com o paciente. Atividades alternativas como yoga e meditação, também são boas opções para promoção da saúde física e mental.

A participação dos entes queridos é muito importante nesse momento! Caso a família ou os amigos notem sintomas de depressão, devem ajudar a pessoa, procurando auxílio médico.

Quer mais informações sobre o tratamento do câncer?

Caso queira entender melhor como funciona o tratamento do câncer, leia também nosso post que explica as 10 dúvidas mais comuns.

Temos também um conteúdo com orientações para sessão da quimio.

A Medquimheo está sempre à disposição, conte com a gente!


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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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maio 14, 2019 DicasNotícias0

Também chamada de pressão alta, a hipertensão arterial é uma doença crônica, identificada quando os níveis da pressão sanguínea nas artérias estão elevados.

O problema maior está no fato de que como o sangue tem que ser distribuído corretamente por todo o corpo, o coração se esforça mais do que o normal, aumentando os riscos de acidente vascular cerebral, infarto, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil existem mais de 30 milhões de hipertensos, porém apenas 10% fazem o controle adequado. Para descobrir as causas, sintomas e como prevenir continue lendo o post!

Atente-se para as causas!

Apesar da doença ser herdada dos pais em 90% dos casos, existem alguns fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, como o fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, consumo elevado de sal (devido à maior tendência a reter sódio, que leva a retenção de líquidos e ao aumento da pressão arterial), altos níveis de colesterol e falta de atividade física. Uma observação importante é que a incidência da pressão alta é maior em pessoas negras, em diabéticos, e aumenta com a idade, já que as veias e artérias perdem a flexibilidade.

Alerta para os sintomas!

Dores no peito, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, dor de cabeça, visão embaçada e sangramento nasal podem ser sinais da hipertensão. No entanto, somente são notados quando há uma elevação realmente significativa da pressão.

Previna-se!

Adotar um estilo de vida saudável é o ponto-chave para reduzir o risco da doença. Separamos algumas dicas a serem seguidas:

  • Não abuse do sal. O ideal é utilizar outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos, como alho e cebola;
  • Pratique atividades físicas regulares;
  • Abandone o fumo;
  • Não abuse no consumo de álcool;
  • Evite alimentos gordurosos;
  • Prefira alimentos naturais, como frutas e verduras.

Exame médico anual

Medir a pressão regularmente é o primeiro passo para o diagnóstico precoce da hipertensão. Recomenda-se que pessoas com mais de 20 anos, meçam pelo menos uma vez ao ano. Contudo, em casos de históricos familiares, a aferição precisa ser realizada mais frequentemente. E, algumas vezes, são necessários outros exames. Somente o médico poderá definir o que é melhor em cada caso.

Para mais informações e dicas, continue acompanhando os posts da Medquimheo.Estamos sempre à disposição!