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Instituto Nacional do Câncer


O câncer do pulmão está entre os tipos de tumores que mais matam em todo o mundo. É, também, um dos tipos mais comuns e graves, atingindo aproximadamente 27 mil brasileiros todos os anos. O tabagismo é um dos principais responsáveis pela doença, que, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) atingirá até o final do ano cerca de 480 capixabas, sendo que 50 somente na capital.

Embora o cigarro seja o maior vilão, esse tipo de neoplasia também pode ocorrer em não fumantes. Os tabagistas têm um risco maior para desenvolver a doença, mas a exposição passiva à fumaça do cigarro e o histórico familiar são outras problemáticas para o seu desenvolvimento. 

Sintomas devem ser observados com cautela

Perda rápida de peso sem nenhum motivo aparente, tosse (com presença de sangue no escarro), falta de ar, chiado no pulmão e dor no peito são sintomas da doença. Há situações em que o paciente não sente absolutamente nenhum destes sintomas na fase inicial. 

Diagnóstico

O diagnóstico precoce pode ser realizado com o auxílio de exames periódicos. Em casos de suspeitas, o especialista poderá recomendar exames como Raio X simples  e/ou tomografias computadorizadas de tórax e, caso indicado, biopsias de lesões suspeitas.

Prevenção 

De acordo com Morgana Stelzer Rossi, oncologista da Medquimheo, a melhor opção para evitar a doença é evitar o consumo de tabaco. “Além do câncer, a substância é responsável pelo desenvolvimento de mais de 50 transtornos, entre eles: hipertensão arterial, úlcera no sistema digestivo, infertilidade e até complicações na gravidez”, comenta a oncologista.



junho 26, 2014 CâncerNotícias0

O HPV, também conhecido como Papilomavírus humano é uma doença sexualmente transmissível que pode afetar homens e mulheres. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que existem mais de 100 tipos desse vírus, sendo que cerca de 40 deles podem infectar o trato ano-genital, podendo causar câncer em regiões como o colo do útero, vagina, vulva, ânus, pênis e boca. Como uma forma eficaz de prevenção, especialistas indicam a importância dos exames ginecológicos e a vacinação contra a doença.
 

Entre os principais tipos que podem vir a causar o câncer estão o ‘16’ e o ‘18’, variações com alto risco oncogênico e que estão presentes em 70% dos casos de câncer de colo de útero, por exemplo. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que 291 milhões de mulheres estão infectadas pelo HPV e cerca de 30% estão infectadas pelos tipos ‘16’ e ‘18’. Mas vale ressaltar que a infecção pelo vírus de maneira isolada, pode não ser suficiente para o desenvolvimento de um tumor. Imunidade, genética, tabagismo, número elevado de parceiros sexuais e de gestações, avanço da idade e o uso da pílula anticoncepcional também são considerados fatores de risco.
 

Vacinas disponíveis no mercado
 

Hoje, há duas vacinas profiláticas à venda em grande parte das farmácias e drogarias do País. São elas: a quadrivalente e a bivalente. Ambas previnem a infecção contra o HPV. Até o dado momento, especialistas afirmam que elas garantem 5 anos de proteção. “Mulheres a partir dos 9 anos e homens entre 9 e 26 anos (devido ao risco de câncer anal) recebem indicações para a vacinação. É válido ressaltar que o uso da vacina não dispensa a importância de preservativos nas relações sexuais”, explica o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior.
 

Exame de Papanicolau não pode ser deixado de lado
 

Embora a vacinação ajude e seja um opcional para a prevenção da doença, exames preventivos não estão descartados. O de Papanicolau é fundamental para as mulheres que já iniciaram a vida sexual e deve ser seguido à risca.

 



6 de maio – 2015 

Nesta quinta-feira, 8, ginecologistas e oncologistas promovem o Dia Mundial do Câncer de Ovário. Este é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o de menor chance de cura. Cerca de 3/4 dos cânceres desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico. Felizmente não é um câncer muito comum. O Instituto Nacional do Câncer estima para 2014, em todo o Brasil, um surgimento de cerca de 5.600 novos casos, com aproximadamente 3.000 mortes por este câncer.
 

De acordo com o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, para o Espírito Santo, a estimativa é que haja 5,06 casos, para cada 100.000 mulheres – o que remete estimar que possam existir 90 novos casos este ano. “Esse número é baixo se compararmos a outros cânceres. Representa apenas 9% de todos os casos de câncer de mama estimados”, disse o especialista.
 

Ainda de acordo com o médico, infelizmente não existe uma maneira certeira de prevenir o câncer de ovário. “Acredita-se que o uso de pílula anticoncepcional possa diminuir o seu aparecimento, mas nada de maneira significativa, a ponto de prescrevermos pílula para sua prevenção. Fatores genéticos podem influenciar em apenas 10% dos tipos de câncer de ovário. E também não existe um exame que detecte com segurança um câncer de ovário, como o Papanicolau para o câncer de colo uterino ou a mamografia para câncer de mama”, informa.
 

Fatores de risco

A maior parte dos cânceres de ovário surge após os 50 anos. Entretanto, é possível notar um aumento no número de casos deste tipo de tumor em mulheres mais jovens, especialmente os tumores chamados de germinativos. Nenhuma mulher está imune e todas devem procurar o ginecologista anualmente para os exames de rotina.
 

“O histórico familiar também é muito importante, mas responde por apenas 10% de todos os casos de câncer de ovário. A atenção maior deve ser dada em casos de câncer de mama que ocorram na família e também com a própria paciente, já que há uma associação genética entre câncer de mama e câncer de ovário em determinadas situações”, explica Cleverson.
 

Sintomas
 

A grande maioria dos cânceres de ovário é assintomática, isto é, a mulher não sente nada. À medida que o tumor cresce, pode haver dor pélvica, sensação de peso na parte baixa do abdômen e palpação de massa na região pélvica. “A detecção de cistos de ovário pela ultrassonografia não é motivo para preocupação com o câncer de ovário na maioria das vezes. Os cistos de ovário são muito comuns e apenas o ginecologista é capaz de dizer quais são preocupantes e quais não”, esclarece.