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câncer de pele não melanoma

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Você sabia que o câncer de pele é uma das doenças mais frequentes no nosso país? É isso mesmo que você acabou de ler ! Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), esse tipo de neoplasia maligna corresponde a cerca de 33% de todos os diagnósticos da doença registrados no Brasil. Quer saber mais sobre esse assunto para se prevenir e alertar seus amigos e familiares? Então, continue acompanhando nosso post. Vamos lá ?

O que é câncer de pele?

O câncer de pele é uma doença provocada pelo crescimento descontrolado e anormal de células que compõem a pele humana. Uma das principais causas do câncer de pele é a exposição excessiva aos raios solares sem a devida proteção. Segundo o Inca, essa doença possui duas classificações: câncer de pele melanoma e não melanoma.

  • Câncer de pele melanoma: pode aparecer em qualquer parte do corpo na forma de manchas, pintas ou sinais. É o tipo mais grave da doença por conta da sua capacidade de provocar metástase, que é a disseminação do câncer para outras partes do corpo.
  • Câncer de pele não melanoma: é o tipo mais comum aqui no Brasil e é o que possui maior chance de cura.

Sintomas do câncer de pele:

Segundo a Dermatologista Mary Lane Alves, da Medquimheo, sinais ou pintas que mudam de cor ou forma, feridas que não cicatrizam em até 4 semanas e manchas que coçam ou sangram estão entre os principais sintomas do câncer de pele.

Como identificar o câncer de pele?

O diagnóstico do câncer de pele deve ser feito, exclusivamente, por um médico especialista. Para auxiliar na identificação precoce de um possível tumor cutâneo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia e a American Cancer Society defendem a utilização do método ABCDE como uma forma de autoexame.

Essa regra consiste em características que você deve observar nas manchas ou pintas da sua pele. Dessa forma, a mancha precisa ser investigada caso: ela possua lados assimétricos (A); não possua bordas lisas (B); possua cores diferente dos tradicionais tons de marrom (C); possua diâmetro maior de 0,6 cm (D); apresente sinais de evolução (E).

Tratamento e prevenção do câncer de pele:

Agora que você já sabe que a exposição excessiva ao sol pode trazer muito mais do que a marquinha do verão, vamos te ajudar a se prevenir do câncer de pele em três passos básicos:

  1. Evitar exposição ao sol nos períodos de raios solares mais intensos, ou seja, de 10:00 às 16:00;
  2. Utilizar filtro solar o tempo todo, mesmo em dias nublados;
  3. Sempre que possível, usar roupas que protejam sua pele, como camisas de manga e calças.

Mas, se mesmo assim você for diagnosticado com a doença, fique tranquilo ! O câncer de pele tem cura e tratamento. Em estágios iniciais, o procedimento indicado é uma cirurgia oncológica para retirada da lesão, e em casos mais graves, pode ser indicado, além da cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia.

Se você chegou até aqui e quer saber mais sobre o assunto, que tal acessar esse link? Câncer de pele: sol de inverno também apresenta perigo

Fonte: Dra. Mary Lane Alves Nemer, dermatologista, CRM ES 4381.


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novembro 12, 2015 Câncer de pele0

cancer-de-pele-nao-melanomaO câncer de pele não melanona é o câncer mais frequente no Brasil, correspondendo a 25% dos tumores malignos no País, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar da grande incidência, a doença tem baixo índice de mortalidade e apresenta grandes chances de cura quando detectado precocemente.

As pessoas propensas a desenvolver o câncer de pele não melanoma são aquelas acima de 40 anos de idade, de pele clara e sensível à ação dos raios solares ou com doenças cutâneas prévias. Por outro lado, o tumor é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores.

Tipos de câncer de pele não melanona

O câncer de pele não melanoma pode apresentar tumores de diferentes linhagens devido à heterogeneidade da pele – o maior órgão do corpo humano. Os mais frequentes são o carcinoma basocelular, responsável por 70% dos casos, e o carcinoma epidermoide, que representa 25% dos diagnósticos.

Embora o carcinoma basocelular seja o mais incidente, este tumor é menos agressivo, diagnosticado por meio de uma ferida ou nódulo e com uma evolução lenta. O carcinoma epidermoide, por sua vez, surge por meio de uma ferida, evolui rapidamente e apresenta secreção e coceira. Sua gravidade se deve à possibilidade de ele apresentar metástase, espalhando-se para outros órgãos do corpo.

Prevenção

Os tumores do câncer de pele não melanoma estão relacionados, principalmente, à exposição aos raios ultravioletas do sol. Desta forma, pessoas que trabalham sob exposição constante e direta do sol estão mais vulneráveis a desenvolver a doença.

Segundo o INCA, apesar de o tumor ser comum em adultos por volta dos 40 anos de idade, os jovens estão fazendo com que a média de idade dos pacientes diminua também devido à exposição constante aos raios solares.

Uma forma de prevenir-se é utilizar diariamente o protetor solar e a buscar por proteção dos raios ultravioletas. Além disso, é fundamental que cada pessoa observe o próprio corpo e realize o autoexame da pele, que consiste no acompanhamento contínuo da aparência da pele.

Sintomas

Ao realizar o autoexame, alguns sintomas do câncer de pele não melanoma podem ser observados. São eles:
  • Manchas que coçam, descamam ou sangram;
  • Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor;
  • Feridas que não cicatrizam em 4 semanas.
Caso seja encontrado algum sinal, a pessoa deve procurar orientação médica para a confirmação do diagnóstico.

Tratamento

Nos dois tipos mais comuns de câncer não melanoma, a cirurgia é o tratamento mais indicado.