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dezembro 3, 2020 Câncer de pele0

O último mês do ano tem uma bandeira: e é laranja! Inspirado na cor do sol, o Dezembro Laranja é o mês da conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer da pele, que, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é o tipo mais frequente no Brasil. 

Ao longo desse conteúdo, nós, do blog da Medquimheo, reunimos as principais informações sobre o câncer da pele para que você possa se prevenir e alertar seus amigos e familiares. Vamos lá? 

Uma campanha de alerta!

Dezembro Laranja é uma campanha nacional celebrada no último mês do ano. Tem como principais objetivos proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento do câncer da pele, contribuir para a redução da mortalidade e alertar a população em geral sobre os fatores de risco da doença, que é o tipo de câncer mais frequente em nosso país. É importante destacar que só este ano, de acordo com estimativa do Inca, são previstos mais de 1400 novos casos da doença no Espírito Santo. 

Sobre o câncer da pele

O câncer da pele é uma doença provocada pelo crescimento descontrolado e anormal de células que compõem a pele humana. Uma das principais causas do câncer da pele é a exposição excessiva aos raios solares sem a devida proteção. 

Segundo o Inca, essa doença possui duas classificações: câncer de pele melanoma, que pode aparecer em qualquer parte do corpo e é o tipo mais grave da doença por conta da capacidade de provocar metástase – disseminação do câncer para outras partes do corpo – e câncer de pele não melanoma, que é o tipo mais comum aqui no Brasil e é o que possui maior chance de cura.

A dermatologista da Medquimheo, Dra. Mary Lane Nemer, explica que o tipo mais comum da doença – o câncer da pele não melanoma – tem letalidade baixa, porém preocupa devido sua alta incidência no país. 

“As pessoas precisam, além de usar filtro solar todos os dias e roupas com proteção UV, ficar atentas quanto a sinais ou pintas que mudam de forma ou cor, feridas que não cicatrizam em até 4 semanas e a manchas que coçam ou sangram, que estão entre os principais sintomas desse tipo de câncer.”

– Dra. Mary Lane Nemer, dermatologista da Medquimheo

Formas de prevenção e fatores de risco

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o câncer da pele e outros tipos de tumores na pele. Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. 

Vale destacar que os fototipos  I e II são os que apresentam maior risco de desenvolverem a doença. Os grupos de maior risco para o câncer da pele são as pessoas de pele clara com sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além disso, é importante ressaltar que as que possuem histórico familiar da doença e muitas pintas, devem ter cuidados redobrados. 

#DicaMedquimheo: mantenha o uso de protetor solar

Como já ressaltamos, o uso de protetor solar é uma das principais alternativas para prevenção contra o câncer da pele. Porém, muitas pessoas ainda acreditam que o uso do produto só é necessário quando saem de casa, mas, na verdade, devemos usar o fotoprotetor sempre! Nesse período em que estamos mais tempo em casa, lembre-se da importância da fotoproteção

Conheça nosso blog

Nosso blog é cheio de posts para te manter sempre bem informado. Aproveite mais conteúdos:

Câncer de pele: saiba tudo sobre uma das doenças mais comuns no Brasil

Verão: saiba como se proteger do sol!

Fonte: Dra. Mary Lane Nemer, dermatologista da Medquimheo, CRM ES 4381.



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Criado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele, tem o objetivo de intensificar as ações em prol da luta contra a doença. No dia 30 de novembro, profissionais da dermatologia de todo o País mobilizam projetos que visam a alertar à sociedade sobre a prevenção e os sinais, que determinam o diagnóstico precoce do câncer de pele.

Pesquisas indicam que o câncer de pele do tipo não melanoma é o que mais acomete os brasileiros. Chega a corresponder a 25% de todos os tumores malignos. A dermatologista Mary Nemer conta que a recomendação principal para a identificação do transtorno é estar atento para quaisquer alterações em pintas e lesões já existentes, ou, que venham a aparecer, e procurar o dermatologista para esclarecimentos.

Alertas

O histórico de exposição solar deve ser levado em conta. Pessoas que, na infância e na adolescência, ficaram muito expostas ao sol e sem proteção, devem visitar um especialista e relatar esses detalhes.

Quem possui a pele clara produz pouca melanina, que é a responsável pela proteção do DNA das células, sendo, basicamente, um protetor solar natural. Pessoas morenas e negras são menos suscetíveis aos danos dos raios, o que não exclui a necessidade de proteção.

Ainda de acordo com a dermatologista, sardas também são motivos de atenção. “São encontradas mais frequentemente em pessoas brancas e denotam lesões ocasionadas pelo sol. Lesões amarronzadas ou enegrecidas, com bordas irregulares e assimétricas, e maiores que 6 milímetros, também merecem atenção especial”, alerta.

Exames

O diagnóstico é feito por exame clínico, análise com dermatoscópio (microscópico de superfície) e biópsias parciais ou totais da lesão.

Prevenção

As atitudes de proteção são o uso do protetor solar e de itens como chapéus e óculos de sol. Calças e camisas de manga também ajudam na prevenção. Evitar exposição ao sol, das 10h às 16h, é importante. Não se esquecer de usar proteção nos dias nublados é outra medida importante.

Tratamento

Cada caso exige uma abordagem de tratamento diferente. O certo é procurar o dermatologista para condução adequada. Entre as práticas mais comuns está a remoção cirúrgica do câncer.

Outra recomendação importante é que os pais tenham o hábito de conscientizar às crianças sobre a importância da proteção solar. Além de evitar que os pequenos fiquem muito expostos ao sol.