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câncer de ovário

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O Dia Mundial do Câncer de Ovário, celebrado no dia 8 de maio, visa a conscientizar as mulheres para os fatores de risco e sintomas da doença. Mas o alerta não é só para o oitavo dia e, sim para o mês inteiro, o que configura maio como o Mês Mundial de Combate ao Câncer de Ovário.

Para comemorar a data, nós, da Medquimheo, conversamos com nossa super oncologista, Dra. Carolina Conopca, e preparamos um post com tudo o que você precisa saber sobre o câncer de ovário. Continue lendo e confira!

O que é câncer de ovário?

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de ovário é o segundo tipo de câncer ginecológico mais frequente e o sétimo mais comum em mulheres. Só neste ano, são previstos cerca de 6.650 novos casos no Brasil, sendo 100 destes para o Espírito Santo.

“Por ser um câncer silencioso que demora a apresentar sintomas, as mulheres devem estar atentas, principalmente após completar 50 anos, quando esse tipo de tumor costuma aparecer.”

-Carolina Conopca, oncologista Medquimheo

Quais são os tipos de câncer de ovário?

De acordo com o Instituto Oncoguia, existem três tipos de câncer de ovário: tumores epiteliais, que começam a partir das células que fazem revestimento externo do ovário; tumores de células germinativas, que começam a partir das células que produzem os óvulos; tumores estromais, que começam a partir das células que produzem os hormônios femininos estrogênio e progesterona.

Fatores de risco para câncer de ovário

Como a Dra. Carolina explica, mesmo que a maior parte dos casos de câncer de ovário surjam após os 50 anos, é possível notar um aumento na incidência deste tipo de tumor em mulheres mais jovens, principalmente os germinativos. Por isso, é importante se atentar!

Um fator ao qual as mulheres devem estar atentas é o histórico familiar. Os casos de câncer de ovário com histórico familiar representam 10% de todos os casos. Além disso, mulheres que tiveram casos de câncer de mama devem dar mais atenção à saúde, já que pode existir uma associação genética entre este e o câncer de ovário.

“Obesidade, consumo excessivo de bebidas alcóolicas, reposição hormonal e mulheres que realizam tratamento para fertilidade também são parte dos fatores de risco para câncer de ovário.”

Quais são os sintomas do câncer de ovário?

O câncer de ovário pode apresentar sintomas como mal estar e dificuldade de se alimentar, desconforto no abdômen, aumento do volume abdominal e perda de peso. No entanto, esses sinais costumam aparecer em estágios mais avançados da doença, o que reforça a importância da conscientização e realização de exames regularmente. Se descoberto em fase inicial, as chances de cura desse tipo de câncer chegam a 80%.

Como é o tratamento do câncer de ovário?

A principal forma de tratamento do câncer de ovário é por meio de procedimento cirúrgico, que garante à paciente uma melhor sobrevida. Além disso, sessões de quimioterapia podem ser associadas ao processo de tratamento 😉

Conheça o blog da Medquimheo!

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Fonte: Dra. Carolina Conopca, oncologista Medquimheo, CRM: ES 11.130


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Câncer de OvárioO câncer de ovário é uma doença pouco comum no Brasil. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para 2014, em todo o Brasil, foi o surgimento de cerca de 5.600 novos casos, com aproximadamente 3.000 mortes por este câncer. Por ser um câncer silencioso que demora a apresentar sintomas, as mulheres devem estar atentas, principalmente após completar 50 anos, quando costumam aparecer.

 Cerca de 3/4 dos cânceres desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico. Mesmo que assintomático, enquanto o câncer se desenvolve, as mulheres podem sentir dor pélvica e sensação de peso na parte baixa do abdômen.

Diagnóstico do câncer de ovário

Não existe uma maneira certeira de prevenir o câncer de ovário. Fatores genéticos podem influenciar em apenas 10% dos tipos de câncer de ovário. E também não existe um exame que detecte com segurança um câncer de ovário, como o Papanicolau para o câncer de colo uterino ou a mamografia para câncer de mama.

Fatores de risco

A maior parte dos cânceres de ovário surge após os 50 anos. Entretanto, é possível notar um aumento no número de casos deste tipo de tumor em mulheres mais jovens, especialmente os tumores chamados de germinativos. Nenhuma mulher está imune e todas devem procurar o ginecologista anualmente para os exames de rotina.

Um fator ao qual as mulheres devem estar atendas é o histórico familiar. Os casos com histórico familiar são 10% de todos os casos de câncer de ovário. Além disso, mulheres que tiveram casos de câncer de mama devem dar mais atenção à saúde, pois há uma associação genética entre o câncer de mama e o câncer de ovário em determinadas situações.



6 de maio – 2015 

Nesta quinta-feira, 8, ginecologistas e oncologistas promovem o Dia Mundial do Câncer de Ovário. Este é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o de menor chance de cura. Cerca de 3/4 dos cânceres desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico. Felizmente não é um câncer muito comum. O Instituto Nacional do Câncer estima para 2014, em todo o Brasil, um surgimento de cerca de 5.600 novos casos, com aproximadamente 3.000 mortes por este câncer.
 

De acordo com o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, para o Espírito Santo, a estimativa é que haja 5,06 casos, para cada 100.000 mulheres – o que remete estimar que possam existir 90 novos casos este ano. “Esse número é baixo se compararmos a outros cânceres. Representa apenas 9% de todos os casos de câncer de mama estimados”, disse o especialista.
 

Ainda de acordo com o médico, infelizmente não existe uma maneira certeira de prevenir o câncer de ovário. “Acredita-se que o uso de pílula anticoncepcional possa diminuir o seu aparecimento, mas nada de maneira significativa, a ponto de prescrevermos pílula para sua prevenção. Fatores genéticos podem influenciar em apenas 10% dos tipos de câncer de ovário. E também não existe um exame que detecte com segurança um câncer de ovário, como o Papanicolau para o câncer de colo uterino ou a mamografia para câncer de mama”, informa.
 

Fatores de risco

A maior parte dos cânceres de ovário surge após os 50 anos. Entretanto, é possível notar um aumento no número de casos deste tipo de tumor em mulheres mais jovens, especialmente os tumores chamados de germinativos. Nenhuma mulher está imune e todas devem procurar o ginecologista anualmente para os exames de rotina.
 

“O histórico familiar também é muito importante, mas responde por apenas 10% de todos os casos de câncer de ovário. A atenção maior deve ser dada em casos de câncer de mama que ocorram na família e também com a própria paciente, já que há uma associação genética entre câncer de mama e câncer de ovário em determinadas situações”, explica Cleverson.
 

Sintomas
 

A grande maioria dos cânceres de ovário é assintomática, isto é, a mulher não sente nada. À medida que o tumor cresce, pode haver dor pélvica, sensação de peso na parte baixa do abdômen e palpação de massa na região pélvica. “A detecção de cistos de ovário pela ultrassonografia não é motivo para preocupação com o câncer de ovário na maioria das vezes. Os cistos de ovário são muito comuns e apenas o ginecologista é capaz de dizer quais são preocupantes e quais não”, esclarece.