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câncer de mama

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fevereiro 18, 2020 CâncerCâncer de mama0

Você sabia que a menopausa pode influenciar o desenvolvimento de câncer de mama? No post de hoje, vamos te explicar como é estabelecida essa relação e dar dicas exclusivas de prevenção. Continue lendo e confira!

O que é menopausa?

Segundo o Ministério da Saúde, a menopausa corresponde ao último ciclo menstrual feminino. Ondas de calor, alterações de humor e insônia estão entre os sintomas mais comuns. A idade média das mulheres que atingem a menopausa é 51 anos, mas a faixa etária pode variar entre 45 e 55 anos.

Qual a relação entre menopausa e câncer de mama?

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), mulheres que têm menopausa após os 55 anos de idade possuem mais chances de desenvolver câncer de mama. A cada ano que ela demora a aparecer, o risco da doença aumenta em 6%.

Um estudo realizado em 2015 pelas Universidades de Cambridge e Exeter, da Inglaterra, indicou que as mulheres que têm menopausa antes dos 40 anos são menos propensas a desenvolver câncer de mama. Consultamos a oncologista da Medquimheo, Dra. Carolina Conopca, para explicar porque isso acontece:

“Mulheres que têm menopausa antes dos 40 anos estiveram menos expostas ao estrogênio, o que diminui as chances do câncer de mama. Isso acontece porque, quanto maior for a exposição estrogênica ao longo da vida, maiores são as chances de desenvolvimento da doença”

Por que é importante fazer mamografia?

A mamografia é o exame utilizado para detectar tumores na mama. Dessa forma, ele se torna uma das principais ferramentas de controle e prevenção do câncer de mama.

Muitas mulheres evitam realizá-la por medo ou vergonha, mas ele é de extrema importância para a saúde feminina e deve ser feito a partir dos 40 anos de idade, combinado?

Como prevenir o câncer de mama?

Com base em recomendações do Instituto Oncoguia, listamos três dicas simples para prevenção do câncer de mama.

Dica 1: evite o consumo de bebidas alcoólicas;

Dica 2: consulte seu nutricionista e inicie uma dieta balanceada, evitando consumo de alimentos gordurosos;

Dica 3: pratique exercícios físicos regularmente.

Gostou do post? Então fique por aqui e confira mais conteúdos exclusivos do nosso blog!

Câncer de mama no verão: saiba os principais cuidados

Câncer de mama: 4 sinais que o corpo pode indicar

Fonte: Dra. Carolina Conopca, oncologista Medquimheo, CRM: ES 11.130


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Celebrado no dia 5 de fevereiro, o Dia Nacional da Mamografia tem o intuito de conscientizar as mulheres. Para esta data, nós, da Medquimheo, preparamos um post especial com tudo o que você precisa saber sobre a prevenção do câncer de mama. Confira!

O que é o Dia Nacional da Mamografia?

O Dia Nacional da Mamografia tem o objetivo de informar as mulheres sobre a importância da realização do exame. O autoexame das mamas, feito pela própria mulher, ajuda na identificação de tumores maiores. No entanto, é importante lembrar que ele não substitui o exame clínico realizado por especialistas!

Importância da mamografia

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) a mamografia é o método mais eficiente para detecção precoce do câncer de mama ainda não palpável clinicamente (com menos de 1 cm), que possui alta chance de cura com o tratamento adequado.

Lembrem-se: mulheres devem realizar a mamografia anualmente a partir dos 40 anos 😉

Alerta para os fatores de risco do câncer de mama

O Dia Nacional da Mamografia chama atenção como um alerta para os fatores de risco. Embora seja um tumor com alta incidência, o câncer de mama tem muitas chances de cura!

“Para mulheres que já têm casos na família, em parentes próximos como mãe e irmãs, pode ser necessário antecipar a idade de realização da mamografia. Situações como menopausa e menstruação precoce, antes dos 12 anos, também requerem acompanhamento constante. Além da frequência do exame, é importante garantir a qualidade, pois um rastreamento mal feito transmite a falsa sensação de segurança à paciente.”

-Cleverson Gomes do Carmo Junior

Tratamento do câncer de mama

Em tumores pequenos, a cirurgia pode ser a primeira modalidade do tratamento, já que retira o nódulo com uma margem de segurança. Dependendo do tamanho da mama e do tumor, o médico pode optar pela mastectomia, que consiste na retirada completa da mama, geralmente seguida por uma cirurgia de reconstrução.

Gostou do conteúdo? Então fique aqui no nosso blog e confira as sugestões que separamos para você!

Obesidade x Câncer de mama: entenda a relação

Câncer de mama no verão: saiba os principais cuidados

Fonte: Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, mastologista Medquimheo, CRM: ES 8267.


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O décimo mês do ano tem uma bandeira: e é rosa! O Outubro Rosa, celebrado anualmente, marca um forte movimento de conscientização sobre a importância da prevenção ao câncer de mama. Tem como principais objetivos: proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuir para a redução da mortalidade, e alertar a população em geral, principalmente as mulheres, dos fatores de risco e das medidas de detecção precoce. Continue lendo este post e saiba mais sobre o câncer de mama!

Sobre o câncer de mama

O mastologista Dr. Cleverson Gomes Jr. conta que o câncer de mama é um dos tipos de tumor que mais acometem mulheres em todo o mundo. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), somente no Espírito Santo são previstos que 1.130 mulheres sejam acometidas pela doença até o final do ano.

“Desenvolve-se quando ocorre uma alteração de apenas alguns trechos das moléculas de DNA, ocasionando a multiplicação das células de maneira desordenada, o que, consequentemente, dá origem à doença na mama”, explica o especialista.

Atenção aos fatores de risco

O mastologista explica que não existe uma causa específica do câncer de mama. No entanto, indica alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento da doença. “Os principais são: idade – mulheres acima dos 40 anos correm um risco maior; histórico familiar – parentes que já apresentaram quadro da doença; elevado consumo de álcool; excesso de peso – principalmente gordura na região abdominal; falta de exercícios físicos e ciclo menstrual – mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco um pouco maior”, aponta.

A detecção precoce é fundamental

Segundo o Instituto Oncoguia, as chances de cura do câncer de mama aumentam em 95% quando é identificado em seu estágio inicial. Por isso, a detecção precoce é tão importante. “Orientamos que a mulher faça mamografia a partir dos 40 anos como rastreio da doença, para sua detecção ainda antes de surgir algum sinal ou sintoma. Antes desta idade, a observação e a autopalpação das mamas são importantes, sempre que se sentir confortável para tal, no banho ou no momento da troca de roupa, por exemplo. Deve-se procurar por caroços ou ondulações, checar a espessura dos seios e liberação de líquidos pelo mamilo”, recomenda o mastologista.

É importante que as mulheres façam a mamografia após os 40 anos de idade. Este é o exame mais importante na redução da mortalidade pela doença. A autopalpação das mamas também é importante, especialmente em mulheres mais jovens, a fim de conhecer o seu corpo e, detectar quando algo não está normal, ou se algum sinal ou sintoma tenha surgido. Além disso, é essencial que façam visitas regulares ao ginecologista e tenham suas mamas examinadas pelo médico ao menos uma vez ao ano.

Como prevenir o câncer de mama?

Para a prevenção da doença, é preciso controlar os fatores de risco. De acordo com o Inca, estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco da mulher desenvolver câncer de mama. “Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e controlar o peso corporal, por meio de uma dieta balanceada e da prática regular de exercícios físicos, são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama”, finaliza.


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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), indicam que, até o final deste ano, somente no Espírito Santo, cerca de 1.130 mulheres correm o risco de desenvolver este tipo de câncer. Mas, você sabia que a obesidade é um dos principais fatores de risco para doença?

De acordo com o nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes Jr., o excesso de gordura, além de alterar a produção de hormônios, aumenta o número de inflamações e a quantidade de insulina no organismo. Para entender ainda mais sobre essa relação, continue aqui com a gente.

Por que a obesidade é fator de risco para o câncer de mama?

Responsável pelo desenvolvimento das características femininas, o estrogênio é um hormônio gerado no tecido adiposo das mulheres. Quanto maior o excesso de gordura no corpo, maior será a quantidade de estrogênio produzida – o que indica perigo! “Como este hormônio influencia diretamente na produção das células mamárias, quando encontra-se em excesso no organismo, o risco de mutação, que leva ao câncer de mama, aumenta”, explica o especialista.

O risco de câncer de mama é maior em mulheres obesas na menopausa

É normal que conforme a idade avance, o risco do câncer de mama aumente também. No entanto, caso a mulher já tenha entrado na menopausa e além disso, esteja acima do peso, as chances de desenvolver a doença chegam a dobrar. “Nessa fase, o tecido mamário deveria repousar, mas como a gordura em excesso forma quantidades mais altas de estrogênio, a proliferação das glândulas mamárias continua acontecendo. O que, consequentemente, estimula o surgimento de células malignas, como o câncer de mama”, finaliza.

#DicaMedquimheo: Hábitos simples previnem o câncer de mama!

Como observamos no post de hoje, a obesidade tem relação direta com o câncer de mama. Felizmente, com hábitos simples, principalmente ligados à alimentação, os dois problemas são facilmente solucionados! Confira alguns deles:

  • Evite frituras: ao invés de consumir um peixe frito, por exemplo, prefira a opção assada ou grelhada;
  • Fuja do açúcar: opte por alimentos com baixo teor de açúcar. Substitua o chocolate ao leite por um com 70% de cacau;
  • Exercícios físicos: pratique, regularmente, atividades físicas.

Fonte: Dr. Cleverson Gomes Jr – mastologista – CRM: ES 8267

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fevereiro 16, 2018 Câncer de mama0

A busca por melhorias no corpo tem se tornado cada vez maior, e isso reflete no aumento de cirurgias plásticas no Brasil, a exemplo do silicone. No entanto, o que muitas pessoas não sabem, é o fato da prótese poder esconder um nódulo de câncer de mama. Quer entender melhor? Continue lendo!

Muitos dados relatam o crescimento: em 2016 foram feitas mais de 280 mil próteses, de acordo com último estudo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Pelos números serem tão altos, é importante se conscientizar quanto ao câncer de mama.

O mastologista aqui da Medquimheo, Cleverson Gomes do Carmo Jr., explica que o produto é capaz de esconder um grande risco à saúde feminina: o câncer de mama. ” A prótese não é responsável pelo surgimento de um tumor. Porém, em uma mamografia, ela pode aparecer como uma imagem branca capaz de dificultar a detecção de alguma alteração mamária inicial”, ressalta.

A forma como o silicone é posicionado nos seios pode influenciar na detecção precoce da doença. “A posição atrás do músculo diminui esta perda de sensibilidade, mas a decisão da melhor técnica deve ser individualizada e discutida entre a paciente e o cirurgião plástico”, esclarece o médico.

Como detectar câncer de mama

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Para detectar o câncer de mama, são feitas a mamografia e o autoexame. A recomendação para mulheres com silicone é a mesma para quem não possui a prótese: a mamografia é obrigatória a partir dos 40 anos.

No caso do autoexame, o Dr. Cleverson explica que o ideal é realizar o procedimento uma semana após o período menstrual. “Esse hábito auxilia na detecção de ondulações, nódulos ou liberação de líquidos pelo mamilo, sendo importante tanto para mulheres com mamas normais quanto para as que têm prótese, uma vez que podem identificar alterações do silicone e até mesmo o endurecimento da mama”, detalha.

Outros recursos estão disponíveis para a investigação preventiva em pacientes com silicone, e o mastologista é recomendado para indicar a melhor opção.

Sobre o câncer de mama

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres. O principal sintoma é o aparecimento de nódulo na mama, sensibilidade e endurecimento na mama, auréolas, axilas e mamilos.

Lembre-se, a Medquimheo possui equipe de especialistas qualificada para os pacientes que desejam fazer tratamento de câncer de mama na Grande Vitória!


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dezembro 14, 2017 Câncer de mama0

Apesar das mudanças físicas que podem acontecer durante o tratamento de câncer de mama, as pacientes que estiverem passando pelo tratamento ou que já tiverem superado a patologia podem aproveitar tranquilamente a nova estação que chega no próximo 22 de dezembro! Continue lendo e entenda!

Para o mastologista aqui da Medquimheo, Cleverson Gomes do Carmo Jr., se a pessoa já ter sido acometida pelo câncer de mama, ela precisa ficar mais atenta aos cuidados com o sol. O médico explicou que os locais que passaram pela incidência da radioterapia ficam mais sensíveis por conta do procedimento.

Alguns cuidados são bem simples, mas fazem toda a diferença para as pacientes que desejam aproveitar a nova estação!

Consequências da radioterapia

As áreas de tratamento para o câncer de mama devem ter atenção redobrada. Elas ficam mais irritadas com a radioterapia. Por esse motivo, não devem receber sol diretamente, já que pode haver uma superpigmentação na área.

Câncer de mama: autoestima no verão

Passar pelos procedimentos de mastectomia, parcial, unilateral ou a dupla mastectomia deve ser visto com normalidade, para que as pacientes aproveitem o verão com tranquilidade. De acordo com o mastologista, é possível recorrer a algumas maneiras para contornar a baixa autoestima que pode acontecer depois dos processos de mastectomia.

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Alternativas pós câncer de mama

Você sabia que existem diversas formas de melhorar a autoestima após o tratamento? Reconstruções mamárias, maquiagens, atividades físicas e até tatuagens são possibilidades para ajudar após passar pelo câncer de mama.

Entenda sobre a doença

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres. O principal sintoma é o aparecimento de nódulo na mama, sensibilidade e endurecimento na mama, auréolas, mamilos e axilas também são sintomas comuns.

O diagnóstico é feito através do autoexame e da mamografia, que após os 40 anos é recomendada pelo menos uma vez por ano. Quem vai determinar a melhor forma de tratamento é o médico especialista neste tipo de câncer, o mastologista.

Conheça

Um projeto legal criado foi o “Monokini 2.0”, desenvolvido para proporcionar bem-estar às pacientes para adaptação de seus novos corpos. A iniciativa criada na Finlândia tem o slogan: “Quem disse que você precisa de dois?”.

Com todas essas dicas, é só aproveitar o verão tranquilamente! Para mais orientações, é só continuar acompanhando o Blog Medquimheo.