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câncer de fígado


Carnaval é a época de curtir. O povo capixaba vai às ruas para aproveitar uma das maiores festas do País. E é no meio de toda essa folia, que a atenção à saúde deve ser ainda maior. De acordo com especialistas, o contágio de doenças sexualmente transmissíveis ocorre mais comumente nesta temporada. A grande maioria das DST´s pode trazer consequências graves, como câncer de colo uterino, câncer de reto e câncer de pênis (ligados ao HPV), câncer de fígado (ligado aos vírus da hepatite) e a um tipo de sarcoma (em casos graves de AIDS).

Segundo o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, o problema é que essas doenças são silenciosas, insidiosas e demoram muito tempo para se manifestar. “Uma relação sexual desprotegida hoje pode levar a estes cânceres após muitos anos”, alerta o médico.
 

HPV

O HPV é, disparado, o vírus sexualmente transmissível mais relacionado com o surgimento de tumores. Seu comportamento no corpo humano pode alterar as células infectadas, gerando, em tempo variado, câncer de colo do útero, câncer anorretal, câncer de pênis, entre outros mais raros.
 

Prevenção

Como todas estas doenças estão relacionadas ao sexo desprotegido, evidentemente que o uso do preservativo (masculino ou feminino) reduz muito a contaminação. “Vale lembrar que o preservativo deve ser utilizado em todas as formas de sexo. Caso, ainda assim, haja o contato físico ou com secreções, o indivíduo deve procurar imediatamente o médico para que sejam tomadas as providências tardias”, pontua o profissional.

 



Tumor maligno que atinge homens e mulheres em todo o mundo, o câncer de fígado pode estar associado a diversos fatores, entre os quais estão o alcoolismo e histórico de hepatite crônica. Especialistas dividem esse tipo de câncer em dois grupos: primário do fígado (hepatocarcinoma) e o secundário (metastático), ou seja, que é originado em outros órgãos, como as mamas e o intestino.

Layla Torres Gaze, oncologista da Medquimheo, explica que 50% dos pacientes com diagnóstico de câncer de fígado apresentam cirrose hepática. “Os principais sinais da doença são: dor abdominal, massa abdominal, icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas), distensão e emagrecimento rápido”, comenta.  

Diagnóstico

Comparado aos outros tipos de câncer, esse cresce de maneira muito rápida. Por essa razão, em geral, o diagnóstico é feito quando a doença já está avançada. A dosagem de alfafetoproteína sérica e a ultrassonografia hepática são alguns dos procedimentos que ajudam na identificação do carcinoma hepatocelular.

 

Tratamento

O tratamento depende do estadiamento da doença.

 

Prevenção

A cirrose hepática está na origem de metade dos casos de hepatocarcinoma. A cirrose, por sua vez, está associada ao alcoolismo ou à hepatite crônica, cuja causa mais comum é a infecção pelos vírus das hepatites B ou C. Para não desenvolver cirrose hepática é preciso controlar a quantidade de álcool ingerida. Já a transmissão do vírus da hepatite B, pode ser prevenida pela vacinação.