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câncer de boca

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Câncer de bocaO câncer de boca está entre os tumores malignos que mais atingem os brasileiros. A doença afeta principalmente os homens acima de 45 anos. O tabagismo associado ao vício do álcool e a má higiene bucal estão entre os principais agravantes, mas a exposição à radiação UVA solar (câncer de lábio), também está na lista.

Importância da higiene bucal

A prevenção do câncer de boca se pauta, principalmente, na realização da higiene bucal de forma correta. Além de evitar fatores de risco como o fumo, a ingestão de álcool e realizar o tratamento de lesões pré-cancerígenas, especialistas alertam, ainda, que próteses dentárias mal ajustadas podem apresentar riscos.

Dentaduras inadequadas impulsionam o acúmulo de restos de alimentos, que geram a proliferação de bactérias e aumentam as chances de infecções.  Os atritos causados por esse tipo de material podem causar lesões nas gengivas. Quando não tratados da maneira correta, os ferimentos podem evoluir para um câncer.

Sintomas do câncer

Entre os sintomas do câncer de boca são as feridas com bordas elevadas, que apresentam tons como branco e vermelho. Lesões na cavidade oral que não doem e não cicatrizam por mais de 15 dias e alterações de cor ou volume devem ser examinadas imediatamente por um dentista ou por um médico. Em casos avançados, pode-se sentir dificuldade para falar ou engolir, emagrecimento rápido e o surgimento de nódulos no pescoço, indicando avanço do transtorno.

Autoexame e tratamento

É de extrema importância que, assim que surgir qualquer sinal de alerta, como lesões que não cicatrizam no período de 15 dias, um especialista (cirurgião de cabeça e pescoço) seja consultado para realizar uma avaliação. Por isso, o autoexame é uma arma poderosa para a prevenção e o tratamento do câncer de boca em estágios iniciais.

Os casos de lesões iniciais tratadas com cirurgias e radioterapia, o tratamento do câncer de boca tem elevado índice de cura. Por isso, fique atento a qualquer mudança na boca e pescoço e consulte o especialista!

 



junho 26, 2014 CâncerNotícias0

O HPV, também conhecido como Papilomavírus humano é uma doença sexualmente transmissível que pode afetar homens e mulheres. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que existem mais de 100 tipos desse vírus, sendo que cerca de 40 deles podem infectar o trato ano-genital, podendo causar câncer em regiões como o colo do útero, vagina, vulva, ânus, pênis e boca. Como uma forma eficaz de prevenção, especialistas indicam a importância dos exames ginecológicos e a vacinação contra a doença.
 

Entre os principais tipos que podem vir a causar o câncer estão o ‘16’ e o ‘18’, variações com alto risco oncogênico e que estão presentes em 70% dos casos de câncer de colo de útero, por exemplo. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que 291 milhões de mulheres estão infectadas pelo HPV e cerca de 30% estão infectadas pelos tipos ‘16’ e ‘18’. Mas vale ressaltar que a infecção pelo vírus de maneira isolada, pode não ser suficiente para o desenvolvimento de um tumor. Imunidade, genética, tabagismo, número elevado de parceiros sexuais e de gestações, avanço da idade e o uso da pílula anticoncepcional também são considerados fatores de risco.
 

Vacinas disponíveis no mercado
 

Hoje, há duas vacinas profiláticas à venda em grande parte das farmácias e drogarias do País. São elas: a quadrivalente e a bivalente. Ambas previnem a infecção contra o HPV. Até o dado momento, especialistas afirmam que elas garantem 5 anos de proteção. “Mulheres a partir dos 9 anos e homens entre 9 e 26 anos (devido ao risco de câncer anal) recebem indicações para a vacinação. É válido ressaltar que o uso da vacina não dispensa a importância de preservativos nas relações sexuais”, explica o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior.
 

Exame de Papanicolau não pode ser deixado de lado
 

Embora a vacinação ajude e seja um opcional para a prevenção da doença, exames preventivos não estão descartados. O de Papanicolau é fundamental para as mulheres que já iniciaram a vida sexual e deve ser seguido à risca.

 



maio 9, 2014 DicasNotícias0

Alguns tipos de câncer se desenvolvem em áreas mais fáceis de visualizar, entre eles está o câncer de boca, um dos tumores malignos mais comuns em terras brasileiras. A doença afeta principalmente os homens acima de 45 anos. Tabagismo associado ao vício do álcool e a má higiene bucal estão entre os principais agravantes, mas infecções por HPV e a exposição à radiação UVA solar (câncer de lábio), também estão na lista.

 

Especialistas alertam, ainda, que próteses dentárias mal ajustadas podem apresentar riscos. Dentaduras inadequadas impulsionam o acúmulo de restos de alimentos, que geram a proliferação de bactérias e aumentam as chances de infecções.  Os atritos causados por esse tipo de material podem causar lesões nas gengivas. Quando não tratados da maneira correta, os ferimentos podem evoluir para um câncer.

 

Os sintomas geralmente são seguidos por feridas com bordas elevadas, que apresentam tons como branco e vermelho. Outro fator de alerta: no início os machucados não doem e não cicatrizam. Qualquer alteração de cor ou volume deve ser examinada imediatamente por um dentista ou por um médico. Dificuldade para falar ou engolir, emagrecimento rápido e o surgimento de nódulos no pescoço podem indicar o avanço do transtorno.

 

Autoexame é aliado no diagnóstico precoce

 

Assim como é aliado no diagnóstico precoce do câncer de mama, o autoexame torna-se uma arma poderosa para a prevenção e tratamento rápido do câncer de boca. Qualquer alteração encontrada e que não desapareça com facilidade pode ser um motivo de alerta e deve-se procurar o especialista (cirurgião de cabeça e pescoço). Tal profissional poderá avaliar a necessidade da realização de uma biópsia para a confirmação do diagnóstico.

 

De acordo com Wagner Gunz Segundo, cirurgião de cabeça e pescoço da Medquimheo, o indicado é montar um roteiro, que possa ser aplicado antes ou depois da escovação. “Observar a mucosa dos lábios, a gengiva, o dorso da língua e o céu da boca é importante. Aftas que demoram mais de 15 dias para desaparecer, por exemplo, são sinais de alerta. Evitar o consumo de cigarros e bebidas alcoólicas e manter uma higiene bucal regrada estão entre os hábitos que reduzem, consideravelmente, o risco de desenvolver a doença. Consultas odontológicas regulares e a manutenção de uma dieta saudável também são recomendações”, completou.

  

Tratamento tem índice de cura em 80% dos casos

 

Quando o câncer é diagnosticado no começo e tratado da maneira adequada, a cura pode ser obtida na maioria dos casos. Para lesões iniciais, a cirurgia e a radioterapia têm bons resultados, com índice de cura em até 80% dos casos.