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março 23, 2020 Câncer0

A cirurgia oncológica é usada para prevenir, diagnosticar, estadiar e tratar o câncer. Além disso, ao lado da radioterapia e quimioterapia, é considerada como um dos tripés para o tratamento do câncer. No post de hoje, nós, da Medquimheo, reunimos as principais informações que você precisa ter sobre este tipo de cirurgia. Confira!

O que é cirurgia oncológica?

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a cirurgia oncológica consiste na retirada do tumor por meio de operações no corpo do paciente. O ato cirúrgico pode ter finalidade curativa, quando há detecção precoce e é possível retirada total do tumor; ou finalidade paliativa, quando o objetivo é reduzir a quantidade de células tumorais e controlar sintomas que podem comprometer a qualidade de vida do paciente.

Diagnóstico do câncer

Muitas vezes a única maneira de detectar se uma pessoa está com câncer é por meio da retirada de uma amostra de tecido e enviando-a para análise. Este procedimento, realizado durante as operações, é chamado de biópsia cirúrgica.

Estadiamento do câncer

A cirurgia de estadiamento é realizada para identificar o tipo de câncer e se existe disseminação da doença. Durante esta cirurgia, as áreas em torno do tumor são examinadas, o que fornece informações importantes para orientar decisões sobre tratamento e prognóstico do paciente.

Cirurgias para tratamento do câncer

De acordo com o Instituto Oncoguia, existem alguns tipos de cirurgias para tratamento do câncer. Dentre estes, separamos os dois mais comuns. Vamos conferir?

Cirurgia curativa

Quando o tumor está localizado em apenas uma parte do corpo, recomenda-se a realização da cirurgia curativa. Nesses casos, o tratamento cirúrgico pode ser utilizado de maneira isolada ou em combinação com outros tratamentos, que podem ser administrados antes ou após a operação.

Cirurgia paliativa

A cirurgia paliativa é recomendada para tratar complicações geradas quando o câncer está muito avançado. Esta cirurgia pode ser usada para aliviar sintomas que causam desconforto ou incapacidade, oferecendo melhor qualidade de vida para o paciente.

Fonte: Dra. Carolina Conopca, oncologista Medquimheo, CRM ES 11.130.

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Criado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele, tem o objetivo de intensificar as ações em prol da luta contra a doença. No dia 30 de novembro, profissionais da dermatologia de todo o País mobilizam projetos que visam a alertar à sociedade sobre a prevenção e os sinais, que determinam o diagnóstico precoce do câncer de pele.

Pesquisas indicam que o câncer de pele do tipo não melanoma é o que mais acomete os brasileiros. Chega a corresponder a 25% de todos os tumores malignos. A dermatologista Mary Nemer conta que a recomendação principal para a identificação do transtorno é estar atento para quaisquer alterações em pintas e lesões já existentes, ou, que venham a aparecer, e procurar o dermatologista para esclarecimentos.

Alertas

O histórico de exposição solar deve ser levado em conta. Pessoas que, na infância e na adolescência, ficaram muito expostas ao sol e sem proteção, devem visitar um especialista e relatar esses detalhes.

Quem possui a pele clara produz pouca melanina, que é a responsável pela proteção do DNA das células, sendo, basicamente, um protetor solar natural. Pessoas morenas e negras são menos suscetíveis aos danos dos raios, o que não exclui a necessidade de proteção.

Ainda de acordo com a dermatologista, sardas também são motivos de atenção. “São encontradas mais frequentemente em pessoas brancas e denotam lesões ocasionadas pelo sol. Lesões amarronzadas ou enegrecidas, com bordas irregulares e assimétricas, e maiores que 6 milímetros, também merecem atenção especial”, alerta.

Exames

O diagnóstico é feito por exame clínico, análise com dermatoscópio (microscópico de superfície) e biópsias parciais ou totais da lesão.

Prevenção

As atitudes de proteção são o uso do protetor solar e de itens como chapéus e óculos de sol. Calças e camisas de manga também ajudam na prevenção. Evitar exposição ao sol, das 10h às 16h, é importante. Não se esquecer de usar proteção nos dias nublados é outra medida importante.

Tratamento

Cada caso exige uma abordagem de tratamento diferente. O certo é procurar o dermatologista para condução adequada. Entre as práticas mais comuns está a remoção cirúrgica do câncer.

Outra recomendação importante é que os pais tenham o hábito de conscientizar às crianças sobre a importância da proteção solar. Além de evitar que os pequenos fiquem muito expostos ao sol.