BLOG

Acompanhe dicas de saúde, nutrição e bem-estar em nosso Blog.

anemia

anemia-ferropriva-1.jpg

julho 20, 2015 Anemia0

O que é anemia ferroprivaA anemia ferropriva, ou anemia por deficiência de ferro, é causada pela falta de glóbulos vermelhos, devido à falta do ferro, essencial na sua produção. Estima-se que, no Brasil, cerca de 90% dos casos da doença ocorram por carência desse elemento. Acompanhe o post e conheça mais sobre essa deficiência.

Anemia ferropriva – Sintomas e causas

Entre os sintomas desse tipo de anemia mais comuns estão a tonteira, a falta de concentração, dores nas pernas, perversão do paladar (vontade de comer gelo e arroz cru, por exemplo), queda de cabelo e até unha quebradiça. Isso ocorre pela falta de um elemento essencial ao bom funcionamento do organismo: o ferro.

O ferro é um nutriente essencial para nós, humanos, e atua na fabricação das células vermelhas que são responsáveis pelo transporte de oxigênio para as células do corpo. Ela pode ser causada pela diminuição da absorção de ferro pela mucosa intestinal e pode ser necessária a reposição de ferro, já que, ao contrário do que se parece, a anemia ferropriva não é apenas resultado de falta de ferro na alimentação.

As causas da anemia ferropriva são: erro alimentar, baixa ingestiva de ferro (vegetarianos desnutridos(, perdas (menstruação exagerada, causadas por miomas, adenomiosa, perdas digestivas, como úlceras gástricas, pólipos, divertículos, verminose).  A identificação correta da causa da anemia possibilita o tratamento adequado.

Alimentação equilibrada é aliada

Manter uma alimentação com disciplina é importante para prevenir a anemia ferropriva. Consumir alimentos saudáveis ricos em ferro como folhas verdes escuras e carnes que ajudam na prevenção desta anemia.

Um acompanhamento com o ginecologista desde a puberdade das adolescentes é necessário. Com os exames de rotina, pode-se identificar se tem anemia ou se tem causas hormonais que possam estar levando ao aumento do fluxo menstrual.

Os exames que podem detectar a anemia ferropriva estão o hemogramae o perfil de ferro. Uma vez confirmada a anemia ferropriva, tem que se pesquisar a causa da deficiência de ferro.

Deve-se fazer a avaliação da função da tireoide, exames de fezes (parasitólogos e pesquisa de sangue oculto nas fezes) e exame de urina para identificar se existe a perda de sangue. O paciente deve acompanhar com um clínico ou hematologista para a identificação da causa e tratamento correto.


anemia-1.jpg

julho 20, 2015 Anemia0

Anemia falciforme

A anemia está entre o quadro de doenças que pode ter causas hereditárias, você sabia? Assim como o câncer, diabetes e a hemofilia, os pais que possuem anemia podem passar essa condição também para os filhos. Isso acontece por que os pais transmitem o gene dessa anemia e as crianças desenvolvem a doença, como acontece na anemia falciforme ou na talassemia.

Mas o casal só é considerado de risco se ambos possuem a anemia hereditária ou se carregam o gene da anemia (o traço dela). Se apenas o pai ou só a mãe possui a doença ou carrega o gene, pode nascer um filho sem a anemia. Os dois tipos de transtornos podem ser evitados com a ajuda de um aconselhamento genético para os portadores com genes alterados, isso vai mostrar ao casal as chances de uma criança ser gerada com a anemia falciforme.

Sintomas da anemia

Os sintomas da anemia falciforme costumam aparecer na infância e os pacientes costumam apresentar dores ósseas, fadiga, palidez, tendência a infecções, problemas neurológicos, cardiovasculares, pulmonares, renais e ferimentos nas pernas (úlceras). Só no Brasil estima-se que 25 mil a 30 mil brasileiros tenham esse problema.

Diagnóstico da anemia

A anemia falciforme é diagnosticada quando os glóbulos falciformes contêm a hemoglobina S, que se cristaliza com a falta de oxigênio e a hemácia fica em forma de foice. Esta hemácia tem dificuldade em passar nos vasos pequenos e causam a oclusão deste e bloqueiam o fluxo normal do sangue. No caso da anemia falciforme, o exame mais indicado para a confirmação é a eletroforese de hemoglobina. Mas ela também pode ser descoberta no teste do pezinho, feito assim que a criança nasce.

Como não existe tratamento específico para esse tipo de anemia, o paciente deve seguir as recomendações do médico para prevenir e controlar os sintomas.

Talassemia          

Caracterizada por uma desordem hereditária, a talassemia é uma falha genética, resultado de malformação da hemoglobina – proteína encontrada nas hemácias (células vermelhas do sangue), responsáveis pelo transporte de oxigênio das células, tecidos e órgãos do corpo. As pessoas afetadas pela talassemia costumam sentir cansaço, fraqueza, palidez, atraso no crescimento, aumento do baço e alterações ósseas, sintomas que dependem estritamente do grau da doença.

A talassemia não é diagnosticado no teste do pezinho. Por isso, os pais devem, ao planejar uma gravidez, conversar com um ginecologista, principalmente se houver casos na família. Com a análise de um histórico familiar é possível apontar as probabilidades de a criança ter o problema. O diagnóstico da talassemia também é feito por meio da eletroforese de hemoglobina. Uma vez feito o diagnóstico, o paciente deve acompanhar regularmente com o hematologista para tratamento adequado.



relacao-anemia-leucemiaA anemia está na lista de transtornos hematológicos mais comuns. A causa pode estar relacionada a uma série de fatores e não somente à alimentação, como a grande maioria acredita. Deficiência de nutrientes é uma causa comum, mas perda crônica de sangue, verminoses e doenças de outros órgãos (como as da tireoide, por exemplo) podem colaborar para seu surgimento. Há quem confunda os sintomas desse problema com a leucemia. Mas hematologistas explicam que na imensa maioria dos casos não há qualquer relação entre ambas. Raramente, no entanto, a anemia pode ser o primeiro sinal de um câncer no sangue.  

 

Doença maligna originada nos glóbulos brancos, a leucemia é caracterizada pelo acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, região do organismo em que são produzidas as células sanguíneas. Este acúmulo de células anormais impede a produção dos glóbulos normais: vermelhos, brancos e as plaquetas. A redução de produção dos glóbulos vermelhos pode causar a anemia. Segundo a hematologista Evelyne Monteiro, da Medquimheo, a relação entre as duas doenças está neste ponto.

 

“A anemia não é uma doença, mas sim uma alteração na saúde. Os sintomas mais frequentes são palidez e fadiga. Em alguns casos pode ocorrer icterícia e aumento do baço. É comum que alguns pacientes com uma anemia persistente  pensem que ela se transformará em leucemia, mas isso é um mito. O mais indicado nestas situações é buscar o diagnóstico e ter o tratamento correto”, esclarece a especialista.

 

Especialista explica quando anemia pode virar um problema mais grave

 

Geralmente, a anemia é de fácil tratamento e controle. Mas hemorragias digestivas são preocupantes. Elas podem ocasionar uma perda de sangue muito grande em curto espaço de tempo. Como consequência, a pressão arterial cai rapidamente – o que os médicos chamam de choque hemorrágico. A hemorragia digestiva pode se manifestar por evacuação de coloração escura (fezes negras, amolecidas e de odor extremamente fétido) e palidez de rápida instalação. Ainda de acordo com a hematologista, úlceras podem ser as responsáveis por esse agravante. “Ao detectar esses sintomas, o paciente deve procurar uma emergência rapidamente”, orienta.



fevereiro 27, 2014 AnemiaNotícias0

Doença hematológica maligna, que afeta a medula óssea, o mieloma múltiplo atinge, em especial, pessoas idosas. Entre os fatores prováveis estão alterações genéticas e moleculares, que são mais comuns com o avanço da idade. Quando associados à anemia, problemas de colunas e osteoporose podem indicar o transtorno. Devido a isso, médicos e agentes da saúde de todo o Brasil alertam à população sobre a doença, no Dia Nacional do Idoso, comemorado no próximo dia 27.

 

De acordo com o hematologista Wesley Lemgruber, da Medquimheo, o aumento desordenado de células chamadas plasmócitos dentro da medula óssea é o que define esse problema. Dores ósseas, anemia, maior chance de fraturas e infecções, além de lesões nos rins, podem ocorrer. “Um dos locais mais afetados pela doença é a coluna vertebral. Como a dor nas costas é uma das queixas mais frequentes nos consultórios, e o índice de osteoporose está aumentando, torna-se necessário ter atenção aos pacientes com anemia associada, para descartar a possibilidade de mieloma múltiplo”, esclarece Lemgruber.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico é feito com a dosagem de proteínas no sangue e na urina – proteínas produzidas pelas células doentes, além de exames radiológicos e avaliação da medula óssea.

 

Tratamento

  

O tratamento baseia-se em drogas quimioterápicas orais e endovenosas e, no caso de pacientes mais jovens, na realização de transplante de medula óssea. “Além do tratamento direto da doença, é fundamental o controle da doença óssea com uso de medicações específicas e o controle adequado das infecções e orientações em relação ao uso de medicamentos, evitando complicações renais”, disse o hematologista.

 

Prevenção

 

Infelizmente, como na maioria dos tumores hematológicos, não há medidas preventivas conhecidas.