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Saiba como prevenir o câncer de pele não melanoma

novembro 12, 2015 0
Câncer-de-pele-não-melanoma-1.jpg

cancer-de-pele-nao-melanomaO câncer de pele não melanona é o câncer mais frequente no Brasil, correspondendo a 25% dos tumores malignos no País, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar da grande incidência, a doença tem baixo índice de mortalidade e apresenta grandes chances de cura quando detectado precocemente.

As pessoas propensas a desenvolver o câncer de pele não melanoma são aquelas acima de 40 anos de idade, de pele clara e sensível à ação dos raios solares ou com doenças cutâneas prévias. Por outro lado, o tumor é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores.

Tipos de câncer de pele não melanona

O câncer de pele não melanoma pode apresentar tumores de diferentes linhagens devido à heterogeneidade da pele – o maior órgão do corpo humano. Os mais frequentes são o carcinoma basocelular, responsável por 70% dos casos, e o carcinoma epidermoide, que representa 25% dos diagnósticos.

Embora o carcinoma basocelular seja o mais incidente, este tumor é menos agressivo, diagnosticado por meio de uma ferida ou nódulo e com uma evolução lenta. O carcinoma epidermoide, por sua vez, surge por meio de uma ferida, evolui rapidamente e apresenta secreção e coceira. Sua gravidade se deve à possibilidade de ele apresentar metástase, espalhando-se para outros órgãos do corpo.

Prevenção

Os tumores do câncer de pele não melanoma estão relacionados, principalmente, à exposição aos raios ultravioletas do sol. Desta forma, pessoas que trabalham sob exposição constante e direta do sol estão mais vulneráveis a desenvolver a doença.

Segundo o INCA, apesar de o tumor ser comum em adultos por volta dos 40 anos de idade, os jovens estão fazendo com que a média de idade dos pacientes diminua também devido à exposição constante aos raios solares.

Uma forma de prevenir-se é utilizar diariamente o protetor solar e a buscar por proteção dos raios ultravioletas. Além disso, é fundamental que cada pessoa observe o próprio corpo e realize o autoexame da pele, que consiste no acompanhamento contínuo da aparência da pele.

Sintomas

Ao realizar o autoexame, alguns sintomas do câncer de pele não melanoma podem ser observados. São eles:
  • Manchas que coçam, descamam ou sangram;
  • Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor;
  • Feridas que não cicatrizam em 4 semanas.
Caso seja encontrado algum sinal, a pessoa deve procurar orientação médica para a confirmação do diagnóstico.

Tratamento

Nos dois tipos mais comuns de câncer não melanoma, a cirurgia é o tratamento mais indicado.

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