Anemia Hemolítica

junho 12, 2018

A anemia pode ser caracterizada pela diminuição do número de hemácias, também conhecidas como glóbulos vermelhos. A principal função dessas células sanguíneas é realizar o transporte de oxigênio para os tecidos do corpo e, em condições saudáveis, as hemácias vivem cerca de 120 dias até serem destruídas naturalmente.

Na anemia hemolítica, o que acontece é que as hemácias são destruídas antes do tempo normal, sem que haja uma reposição adequada pela medula óssea .

A anemia hemolítica pode ser hereditária, decorrente de defeitos genéticos que levam à destruição precoce das hemácias. Este é o caso da Anemia Falciforme e da Esferocitose Hereditária, por exemplo. Nas anemias hemolíticas adquiridas a hemácia normal é agredida por agentes externos.

Entre as possíveis causas para a anemia hemolítica adquirida é possível citar a forma autoimune da doença. Neste caso, o sistema imunológico identifica as hemácias como corpos estranhos, desenvolvendo anticorpos que as atacam e destroem.

Outras causas possíveis são: exposição a produtos químicos, drogas e toxinas; infecções; transfusão de sangue com um tipo sanguíneo incompatível, entre outros.

O diagnóstico é realizado, principalmente, por meio de exames como hemograma e outros exames específicos. O diagnóstico varia de acordo com o quadro clínico do paciente em questão. As principais características clínicas que levam o médico a suspeitar de anemia hemolítica são: palidez de instalação súbita e icterícia.