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3 fatos sobre a trombose que você deve ficar atento

outubro 13, 2017 0
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O Dia Mundial da Trombose é comemorado em 13 de outubro e serve de alerta em relação à doença. Atualmente, uma em quatro pessoas morre por consequência de complicações da patologia, como mostram dados da organização World Thrombosis Day, fundada pela International Society on Thrombosis and Haemostasis. Continue lendo e aprenda mais sobre a trombose!

O que é trombose?

A trombose é uma doença na qual há a formação do trombo, um coágulo sanguíneo que interrompe a circulação do sangue no local em que foi formado. A doença pode se desenvolver nas artérias, trombose arterial, ou acometer as veias, trombose venosa. Quando o quadro evolui, é possível que o trombo migre para os pulmões, desencadeando a embolia pulmonar.

Quais são os sintomas da trombose?

A trombose é silenciosa, o que dificulta a identificação dos sintomas típicos da doença. Segundo dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais de 40% dos brasileiros não conhecem os sintomas da trombose.

A hematologista aqui da Medquimheo Alessandra Prezotti explica que é importante ficar atento às dores na perna, a rigidez na musculatura e a sensação de queimação, uma vez que elas podem ser indicativos da patologia.

“A trombose se manifesta em sintomas que não necessariamente remetem à doença no primeiro momento. No entanto, é importante buscar a orientação médica para que a patologia não evolua”, esclarece.

Vermelhidão, aumento de temperatura da pele e inchaço são outros sintomas que podem ser indicativos da trombose.

Trombose: estou no grupo de risco?

A hematologista aqui da Medquimheo alerta em relação aos indivíduos que possuem antecedentes de trombose na família. De acordo ela, essas pessoas devem ter atenção especial ao aparecimento de sintomas relacionados à doença.

“O histórico familiar é um fator ao qual deve-se ter cuidado por aumentar a chances do desenvolvimento de trombose”, afirma.

O cuidado deve ser ainda maior quando o antecedente familiar estiver atrelado a fatores de risco como sedentarismo, obesidade e tabagismo. “Por isso, é importante que pessoas com casos de trombose na família tenham hábitos saudáveis para evitar que sejam acometidos pela doença”, explica.


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