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Viva bem – Dicas Medquimheo

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo. A oncologista da Medquimheo Carolina Conopca destaca um dado preocupante: o tabagismo pode causar cerca de 50 doenças, dentre elas vários tipos de câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia). Isso pode ser explicado pelo fato de que um único cigarro contém, aproximadamente, 4.720 substâncias tóxicas, das quais pelo menos 70 são cancerígenas.

Especialista explica porque o cigarro vicia

O tabaco, presente no cigarro, charuto, cachimbo, rapé, narguilé, charro ou fumo mascado, contém uma substância chamada nicotina. Esta, é a grande responsável por causar dependência – similar, inclusive, àquela provocada pela cocaína. Isso porque, como é uma substância psicoativa, provoca, no organismo, sensação de prazer.

“A inalação constante da nicotina faz com que o cérebro se adapte e, para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início, o usuário sente a necessidade de doses cada vez maiores. Essa dependência está diretamente ligada às chances maiores de contrair doenças como o câncer e, até mesmo, a morte”, explica a especialista.

O que pode influenciar o tabagismo?

Para atrair pessoas a consumir cigarro e/ou derivados, a indústria do tabaco usa de algumas estratégias. A oncologista cita e explica cada uma delas:

  • Fácil acesso: é possível comprar cigarro na maioria dos bares, padarias e mercearias da cidade. Além disso, o preço é considerado acessível.
  • Inserção em grupos: principalmente durante a juventude, as pessoas começam a fumar para tentar se inserir em grupos;
  • Pais e ídolos como espelhos: é comum que os pais e até mesmo os ídolos sejam uma referência para os jovens. Portanto, caso estes consumam cigarro, as chances do jovem também começar a usar são maiores.

Fumantes passivos: o que são e quais as consequências?

Aquelas pessoas que convivem, constantemente, com fumantes, mesmo não sendo, são consideradas fumantes passivos. Para esses casos, também é preciso muita atenção, já que são gerados graves prejuízos! Como ficam expostos a componentes tóxicos, o risco de doenças cardíacas e cancerígenas aumenta consideravelmente.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130

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O décimo mês do ano tem uma bandeira: e é rosa! O Outubro Rosa, celebrado anualmente, marca um forte movimento de conscientização sobre a importância da prevenção ao câncer de mama. Tem como principais objetivos: proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuir para a redução da mortalidade, e alertar a população em geral, principalmente as mulheres, dos fatores de risco e das medidas de detecção precoce. Continue lendo este post e saiba mais sobre o câncer de mama!

Sobre o câncer de mama

O mastologista Dr. Cleverson Gomes Jr. conta que o câncer de mama é um dos tipos de tumor que mais acometem mulheres em todo o mundo. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), somente no Espírito Santo são previstos que 1.130 mulheres sejam acometidas pela doença até o final do ano.

“Desenvolve-se quando ocorre uma alteração de apenas alguns trechos das moléculas de DNA, ocasionando a multiplicação das células de maneira desordenada, o que, consequentemente, dá origem à doença na mama”, explica o especialista.

Atenção aos fatores de risco

O mastologista explica que não existe uma causa específica do câncer de mama. No entanto, indica alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento da doença. “Os principais são: idade – mulheres acima dos 40 anos correm um risco maior; histórico familiar – parentes que já apresentaram quadro da doença; elevado consumo de álcool; excesso de peso – principalmente gordura na região abdominal; falta de exercícios físicos e ciclo menstrual – mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco um pouco maior”, aponta.

A detecção precoce é fundamental

Segundo o Instituto Oncoguia, as chances de cura do câncer de mama aumentam em 95% quando é identificado em seu estágio inicial. Por isso, a detecção precoce é tão importante. “Orientamos que a mulher faça mamografia a partir dos 40 anos como rastreio da doença, para sua detecção ainda antes de surgir algum sinal ou sintoma. Antes desta idade, a observação e a autopalpação das mamas são importantes, sempre que se sentir confortável para tal, no banho ou no momento da troca de roupa, por exemplo. Deve-se procurar por caroços ou ondulações, checar a espessura dos seios e liberação de líquidos pelo mamilo”, recomenda o mastologista.

É importante que as mulheres façam a mamografia após os 40 anos de idade. Este é o exame mais importante na redução da mortalidade pela doença. A autopalpação das mamas também é importante, especialmente em mulheres mais jovens, a fim de conhecer o seu corpo e, detectar quando algo não está normal, ou se algum sinal ou sintoma tenha surgido. Além disso, é essencial que façam visitas regulares ao ginecologista e tenham suas mamas examinadas pelo médico ao menos uma vez ao ano.

Como prevenir o câncer de mama?

Para a prevenção da doença, é preciso controlar os fatores de risco. De acordo com o Inca, estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco da mulher desenvolver câncer de mama. “Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e controlar o peso corporal, por meio de uma dieta balanceada e da prática regular de exercícios físicos, são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama”, finaliza.


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Celebrado no próximo dia 27, o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos tem como objetivo principal conscientizar a população sobre a importância de ser um doador de órgãos. Muito mais do que uma demonstração de empatia e generosidade, essa prática representa, para o paciente à espera do transplante, a única esperança de salvar sua vida. 

O Ministério da Saúde divulgou um balanço sobre a doação de órgãos e tecidos, realizados no país no primeiro semestre de 2018. Dados apontam crescimento de 7% no número de doadores efetivos, em relação ao ano anterior, passando de 1.653 para 1.765 doações. Como o intuito é que aumente cada vez mais, no post de hoje, nós, da Medquimheo separamos tudo o que você precisa saber para se tornar um doador de órgão.

Como ser um doador de órgãos após a morte?

De acordo com a lei nº 10.211, prevista na legislação brasileira, só é possível realizar a retirada dos órgãos para doação – após a morte – com a autorização dos membros da família. Ou seja, caso queira salvar inúmeras vidas, avise a eles desse seu desejo. Não é necessário registrar em documentos ou cartórios, basta que a família atenda ao pedido e autorize a doação de órgãos e tecidos.

Uma outra exigência que merece atenção é em relação ao tipo de morte, que precisa ser encefálica. Isso porque, somente assim os principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados em outra pessoa. Além disso, a pessoa falecida por parada cardíaca pode doar tecidos, como córneas, pele, ossos, tendões e vasos sanguíneos.

Pessoas vivas também podem doar órgãos?

Sim, é possível ser um doador de órgãos enquanto estiver vivo! Para isso, é preciso estar saudável e realizar a doação sem prejudicar sua própria saúde. Ou seja, doar apenas os órgãos que não prejudicarão as aptidões vitais, como um dos rins ou parte do fígado.

Quais órgãos e tecidos podem ser doados?

  • Coração;
  • Pulmões;
  • Fígado;
  • Pâncreas;
  • Intestino;
  • Rins;
  • Córnea;
  • Valvas cardíacas;
  • Pele;
  • Ossos;
  • Tendões. 

Como a Medquimheo busca te manter sempre bem informado, confira outros dois conteúdos do Blog que também podem te interessar:

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Com o objetivo de conscientizar as pessoas ao redor do mundo de que o suicídio é um fenômeno que pode ser evitado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Setembro Amarelo. Ao longo do mês, são realizadas diversas ações que têm como foco a saúde mental. Escolheu-se o mês de setembro em razão do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, celebrado todo ano em 10 de setembro.

Dados da OMS indicam que nove a cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. Destacam ainda, que a prevenção é fundamental para reverter a situação. No entanto, apesar de muita gente ter a vontade de ajudar no combate ao suicídio, dificilmente sabem como agir. Afinal, de que forma podemos identificar os sinais para oferecer auxílio a um amigo ou familiar?

Atenção aos sinais de alerta

  • Isolamento;

  • Mudanças marcantes de hábitos;

  • Perda de interesse por atividades de que gostava;

  • Descuido com aparência;

  • Queda do desempenho na escola ou no trabalho;

  • Alterações no sono e apetite.

  • Comportamento de risco

  • Sensação de não ter solução para os problemas

Caso perceba a presença desses sinais e sintomas, recorra ou sugira avaliação psicológica e psiquiátrica.

Outro aspecto imprescindível é evitar o acesso a meios letais, sempre oferecer ajuda, e favorecer a busca de esperança.

Câncer x suicídio: entenda a relação

O diagnóstico de câncer gera impacto físico e emocional significativo no paciente, pois estará diante da possibilidade de finitude de vida e de grandes mudanças decorrentes do tratamento oncológico. Tal cenário contribui para um risco aumentado de suicídio entre pacientes com câncer em relação a população geral.

A importância do Setembro Amarelo

Ainda de acordo com informações divulgadas pela OMS, 32 brasileiros se suicidam diariamente. O dado é ainda mais preocupante quando inserido no contexto mundial, em que a cada 40 segundos, uma pessoa se suicida. Vale destacar que os números são muito maiores, já que nem todos os casos são notificados. Além disso, são estimados que as tentativas superem em, pelo menos, dez vezes o suicídio.

O Setembro Amarelo ajuda a conscientizar as pessoas, por meio da educação. Além de esclarecer e estimular o diálogo, é responsável por quebrar o tabu de um tema tão delicado quanto o suicídio. Esse assunto passa, então, a receber mais visibilidade, gerando maiores chances de combater o problema.

Conheça o CVV!

O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma ONG, que promove apoio emocional e, em muitos casos, previne o suicídio. Já são cerca de 3 mil voluntários, em mais de 110 postos. O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e nos 365 dias do ano, por meio do telefone 188, chat, e-mail e, até mesmo, pessoalmente.

De forma sigilosa e sem julgamentos, o voluntário do CVV ouve aquele que procura conversar sobre seus sentimentos, desde dores e dificuldades, até alegrias.

Para conhecer melhor esse trabalho, clique aqui!

A Medquimheo apoia o #SetembroAmarelo. Junte-se a nós!

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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), indicam que, até o final deste ano, somente no Espírito Santo, cerca de 1.130 mulheres correm o risco de desenvolver este tipo de câncer. Mas, você sabia que a obesidade é um dos principais fatores de risco para doença?

De acordo com o nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes Jr., o excesso de gordura, além de alterar a produção de hormônios, aumenta o número de inflamações e a quantidade de insulina no organismo. Para entender ainda mais sobre essa relação, continue aqui com a gente.

Por que a obesidade é fator de risco para o câncer de mama?

Responsável pelo desenvolvimento das características femininas, o estrogênio é um hormônio gerado no tecido adiposo das mulheres. Quanto maior o excesso de gordura no corpo, maior será a quantidade de estrogênio produzida – o que indica perigo! “Como este hormônio influencia diretamente na produção das células mamárias, quando encontra-se em excesso no organismo, o risco de mutação, que leva ao câncer de mama, aumenta”, explica o especialista.

O risco de câncer de mama é maior em mulheres obesas na menopausa

É normal que conforme a idade avance, o risco do câncer de mama aumente também. No entanto, caso a mulher já tenha entrado na menopausa e além disso, esteja acima do peso, as chances de desenvolver a doença chegam a dobrar. “Nessa fase, o tecido mamário deveria repousar, mas como a gordura em excesso forma quantidades mais altas de estrogênio, a proliferação das glândulas mamárias continua acontecendo. O que, consequentemente, estimula o surgimento de células malignas, como o câncer de mama”, finaliza.

#DicaMedquimheo: Hábitos simples previnem o câncer de mama!

Como observamos no post de hoje, a obesidade tem relação direta com o câncer de mama. Felizmente, com hábitos simples, principalmente ligados à alimentação, os dois problemas são facilmente solucionados! Confira alguns deles:

  • Evite frituras: ao invés de consumir um peixe frito, por exemplo, prefira a opção assada ou grelhada;
  • Fuja do açúcar: opte por alimentos com baixo teor de açúcar. Substitua o chocolate ao leite por um com 70% de cacau;
  • Exercícios físicos: pratique, regularmente, atividades físicas.

Fonte: Dr. Cleverson Gomes Jr – mastologista – CRM: ES 8267

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A conscientização e a prevenção do linfoma são pautadas neste mês, com a campanha nacional do Agosto Verde Claro. O linfoma é um tipo de câncer que inicia nas células do sistema linfático. O linfoma de hodgkin pode ter início em qualquer lugar do corpo, mas acontece com mais frequência nos gânglios linfáticos, especialmente no tórax, pescoço e axilas. O linfoma não hodgkin acomete com mais frequência adultos – inicia geralmente gânglios e tecidos linfáticos, mas também pode atingir a pele, com o linfoma da pele, por exemplo.

As principais diferenças estão nas características malignas das células, que podem ser identificadas após biópsia e análise de um especialista.

Importância do diagnóstico precoce do linfoma

Como acontece com qualquer tipo de câncer, o linfoma quando descoberto em sua fase inicial, possui uma taxa de resposta muito maior e positiva ao tratamento. É importante ficar atento às alterações do corpo e o aparecimento dos sinais.

Quais são os sintomas do linfoma de hodgkin?

  • Aumento dos linfonodos, sem motivo aparente;
  • Suor excessivo durante à noite;
  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Coceira;
  • Sensação de cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Tosse e dificuldade em respirar podem ocorrer, quando o tórax é afetado.

E os sinais do linfoma não hodgkin, quais são?

  • Aumento dos linfonodos;
  • Inchaço na região do abdômen;
  • Pressão no peito;
  • Hematomas ou hemorragias;
  • Calafrios;
  • Perda de peso;
  • Infecções frequentes;
  • Febre;
  • Sudorese noturna;
  • Coceira pode ocorrer nos casos de linfoma na pele;
  • Na região do cérebro, o linfoma pode gerar dores constantes de cabeça e até causar convulsões.

Tratamento do linfoma

Cada tipo precisará ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento do linfoma. Quimioterapia, transplante de medula, imunoterapia e radioterapia são algumas das opções.

Prevenção do linfoma

Parte da prevenção do linfoma está com os hábitos e estilos de vida. Opte por uma vida mais saudável, guiada por uma alimentação saudável e com a prática de exercícios físicos.

Apoie o Agosto Verde Claro você também

Nós, da Medquimheo, apoiamos a causa do Agosto Verde Claro. Compartilhe essa informação com amigos e familiares e vamos, juntos, na luta contra o câncer!

Dicas extras Medquimheo

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Até o próximo post!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Genética e hereditária, a anemia falciforme é uma doença que se caracteriza pela deformação dos glóbulos vermelhos – responsáveis pelo transporte de oxigênio no corpo. O normal é que sejam arredondados e elásticos, no entanto, como sofrem modificações, adquirem o formato de uma foice e endurecem. O resultado é a dificuldade do sangue passar pelos vasos de pequeno calibre, ou seja, os tecidos recebem uma quantidade menor de oxigenação. No post de hoje, a nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, destaca a importância do consumo de água no tratamento da anemia falciforme. Confira!

Quais as causas da anemia falciforme?

Citamos no início deste texto que a anemia falciforme é uma doença hereditária. Portanto, para ser portador, é necessário que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. No caso de apenas um dos pais transmitir, a criança não desenvolve a doença, mas pode passar o gene defeituoso para as futuras gerações.

Principais sintomas da anemia falciforme

A anemia, por si só, já causa fadiga, fraqueza e palidez. Além disso, é comum que pessoas com anemia falciforme tenham icterícia – quando a pele e os olhos ficam amarelados. Mas, o principal sintoma dessa doença é a crise aguda de dor. Apesar de poder atingir qualquer parte do corpo, os ossos e as articulações são as regiões mais afetadas. O tempo de duração varia e as crises de dores são acentuadas nos dias frios, durante a TPM, durante infecções, em pessoas com problemas emocionais, nas grávidas e naquelas desidratadas.

Como o consumo de água auxilia na anemia falciforme?

Naira explica como o consumo de água ajuda a minimizar ou até mesmo evitar as crises de dores da anemia falciforme. “O ideal é beber de dois a três litros de água ao longo do dia, inclusive na época de frio. Uma maior ingestão de água torna o sangue menos viscoso, o que melhora a circulação nos vasos sanguíneos”, conta a especialista.

Separamos mais três conteúdos que também podem te interessar. Confira:

  1. Light x Diet: entenda a diferença!
  2. Saiba de que forma a alimentação influencia na qualidade do seu sono
  3. Descubra quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A constante busca por uma alimentação alternativa ou por dietas específicas é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Isso pode ser percebido pelo consumo de alimentos diet e light,que tem aumentado, significativamente, nos últimos anos. Mas, você sabe qual a diferença e para que, exatamente, serve cada um deles? No post de hoje, nós, da Medquimheo, além de respondermos a essas perguntas, vamos alertar sobre o consumo dos produtos diet e light. Continue lendo e confira!

Alimentos light

Os alimentos light apresentam quantidades menores de calorias ou de determinado nutriente, como sal, açúcar ou gorduras. Para um produto ser considerado light é preciso que tenha uma redução mínima de 25% quando comparado ao alimento tradicional. Os produtos light podem ser usados em dietas com restrição calórica ou que demandem a ingestão controlada de algum nutriente.

O segredo no consumo dos alimentos light é combiná-los com uma dieta balanceada e com a prática de exercícios físicos.

Alimentos diet

Diferentemente dos light, os alimentos diet são isentos de algum ingrediente (sal, açúcar, gordura, etc.). E, por isso, destinam-se a grupos de pessoas com necessidades específicas, como diabéticos. Na maioria das embalagens dos produtos diet, há expressões como: “livre de”, “zero” e “não contém”.

Atenção aos alimentos light e diet

É importante destacar que os produtos light e diet nem sempre são opções mais saudáveis e indicadas para todos.

Os produtos podem ser isentos ou reduzidos de uma variedade de nutrientes, é preciso atenção ao rótulo. Não é porque o alimento é diet ou light que ele poderá ser usado em uma dieta hipocalórica ou restrita em açúcar, por exemplo.

O alimento light apesar de o menor teor, pode não ser indicado em situações que demandem maiores restrições.

Ao retirar ou reduzir um composto do produto, geralmente é preciso adicionar outro para subtítulo e equilibrar a receita. Por exemplo, o chocolate ter em mente, ao consumir alimentos diet, que é preciso moderação! O chocolate diet , por exemplo, pode ser recomendado a pessoas com diabetes, já que é isento de açúcar. No entanto, para disfarçar o gosto do adoçante utilizado e para manter a consistência, há uma maior adição de gordura. Portanto, não é uma opção mais saudável ou indicado para quem deseja emagrecer.

É essencial que o consumo seja orientado por um nutricionista ou médico.

As melhores informações sobre saúde, você encontra aqui no blog da Medquimheo. Aproveite e continue acompanhando nossos conteúdos!

Separamos outros dois posts que também vão te interessar. Confira:

  1. Saiba como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono
  2. Obesidade é um dos fatores de risco para o câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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O mês de julho é conhecido como Julho Verde. Mas você sabe por quê? Trata-se de uma campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), junto com a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil). Tem como intuito principal, conscientizar a população sobre a prevenção dos tumores de cabeça e pescoço, que atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago cervical, tireoide e seios paranasais.

No dia 27 de julho, comemora-se o Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Como nós, da Medquimheo, abraçamos esta causa, no post de hoje você confere mais detalhes sobre a iniciativa.

#JulhoVerde

A oncologista da Medquimheo Carolina Conopca, conta que para conseguir conscientizar as pessoas e, assim alcançar o objetivo da campanha, são feitos alertas sobre os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço. “O tabagismo, consumo de álcool, as infecções por HPV e o excesso de exposição solar são alguns deles. A data reforça, também, a importância do diagnóstico precoce”, explica a especialista.

Importância do autoexame

As chances de cura aumentam, significativamente, caso a doença seja detectada no início. Feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço, que são alguns dos sintomas, podem ser identificados por meio do autoexame.

Outros sintomas do câncer de cabeça e pescoço

Na fase inicial da doença, os tumores costumam ser assintomáticos, ou seja, não apresentam sinais. No entanto, nossa oncologista relata, que, à medida que se desenvolvem, geralmente causam:

  • Dor local;
  • Dificuldade para engolir;
  • Nódulo persistente no pescoço;
  • Lesão na boca que não cicatriza;
  • Rouquidão por mais de três semanas, principalmente em fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas.

A Medquimheote convida a abraçar também a campanha #JulhoVerde.

Aproveite para continuar acompanhando os posts do blog e fique por dentro de informações relacionadas ao câncer.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Inverno chegou e, com ele, as temperaturas mais baixas do ano! Mas, você sabia que os pacientes que estão em tratamento oncológico devem ter atenção especial à saúde nesta época? Neste post, a Medquimheoexplica mais sobre a relação entre o inverno e os cuidados nos tratamentos oncológicos e te apresenta dicas para aliviar os sintomas. Continue lendo!

Inverno e tratamento do câncer: qual a relação?

Com a chegada do inverno, os medicamentos quimioterápicos costumam acentuar a sensibilidade ao frio, provocando nos pacientes a sensação de formigamento ou de choque, principalmente nas mãos e nos pés. A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as medicações também podem provocar queda na imunidade, aumentando o risco de infecções respiratórias, como resfriados e sinusites.

Por conta do frio, as pessoas costumam ocupar ambientes fechados e ficarem mais próximas. “Esses ambientes sem ventilação e com muitas pessoas não devem ser frequentados pelos pacientes em quimioterapia, pois aumentam o risco de se adquirir uma doença respiratória. O ideal é que os pacientes busquem ambientes arejados”, explica a oncologista.

Como aliviar os sintomas?

Separamos algumas dicas que irão te ajudar a se proteger durante o inverno. Confira:

  1. Mantenha-se agasalhado: invista nas roupas de frio, sem esquecer as extremidades. O uso de luvas, gorros, toucas de lã e meias grossas ajuda a manter a temperatura do corpo.
  1. Lave as mãos durante o dia: para prevenir algum tipo de infecção respiratória, como gripe ou sinusite, lave as mãos com água e sabão várias vezes durante o dia, especialmente antes das refeições.
  1. Opte por alimentos frescos: alimentos com grande concentração de nutrientes, fibras, vitaminas e antioxidades têm poder de recuperar o organismo. Além disso, beba bastante água!
  1. Evite ambientes fechados: como já explicamos, locais fechados e climatizados aumentam as chances de contrair uma doença respiratória. Opte por locais frescos e arejados!

Continue acompanhando o blog da Medquimheo! Separamos outros conteúdos que podem te interessar:

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Viagens longas podem causar trombose. Como prevenir?