BLOG

Acompanhe dicas de saúde, nutrição e bem-estar em nosso Blog.

Viva bem – Dicas Medquimheo

Wrap-receita-quimioterapia.jpg

Enjoo, perda de apetite, dificuldade para engolir, feridas nos lábios e na língua, boca seca, anemia e riscos de infecções são os efeitos colaterais mais comuns em pacientes que passa pela quimioterapia. Neste post, a nutricionista Naira Fraga apresenta três receitas que, além de simples e saborosas, ainda auxiliam no enfrentamento desses efeitos.

Sopa Vichyssoise

Indicada: falta de apetite, dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 1 cebola;
  • 2 dentes de alho;
  • 2 alhos-porós em rodelas;
  • 4 batatas médias;
  • 1 litro de caldo de galinha ou legumes caseiro;
  • 1 colher de azeite
  • 1/2 de xícara de chá de creme de leite.

Modo de preparo:  Em uma panela, aqueça o azeite, refogue a cebola e o alho- poró em fogo médio por três minutos. Acrescente o caldo e as batatas, tempere com sal e ervas a gosto. Quando começar a ferver, baixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos ou até que as batatas fiquem bem macias. Em seguida, bata a sopa no liquidificador até obter um purê homogêneo. Volte a sopa para a panela e acrescente o creme de leite. Sirva fria ou quente.

Wrap de ervas e agrião

Indicado: perda de apetite e intestino preso.

Ingredientes:

  • 2 fatias de pão árabe;
  • 1 xícara (chá) de ricota;
  • 1/2 xícara (chá) de requeijão;
  • 2 xícaras (chá) de folha de agrião;
  • 1 cenoura ralada;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 colher (sopa) de folha de manjericão;
  • Sal a gosto.

Modo de preparo: no processador, bata a ricota com o requeijão, a salsinha, o manjericão e tempere com sal (ou bata tudo em um pilão). Depois, misture com a cenoura ralada. Em seguida, espalhe essa pasta por cada camada de pão e acrescente o agrião, enrolando com cuidado e apertando bem. Corte cada rolinho em fatias e sirva.

Arroz cremoso

Indicado: dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • 1 dente de alho picado;
  • ½ cebola picada;
  • 1 alho-poró (parte branca em fatias);
  • 1 tomate sem sementes e picado;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 xícara (chá) de ervilhas frescas;
  • 2 xícaras (chá) de arroz, lavado e escorrido;
  • 6 xícaras (chá) de água fervente;
  • 1/2 de xícara (chá) de creme de leite;
  • 1 colher (chá) de sal.

Modo de preparo: Em uma panela, coloque o azeite, a cebola e o alho e deixe dourar. Junte o alho-poró, o tomate e a ervilha. Em seguida, acrescente o arroz e refogue por mais 5 minutos. Adicione a água, o sal e cozinhe em fogo baixo até o arroz secar. Por fim, desligue o fogo, misture o creme de leite e a salsinha e sirva.

Confira mais #DicasDaNutri:

  1. Suco de romã possui propriedades cancerígenas. Veja a receita!
  2. Saiba quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer
  3. Garanta energia o dia todo com o suco verde de pêssego!

Novembro-Azul-1.jpg

A campanha Novembro Azul reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. Propõe ao público masculino mudanças de hábitos, acontece anualmente em todo o mundo.  O oncologista Vitor Fiorin destaca que até o final de 2019 são previstos, somente para o Espírito Santo, 1.510 novos casos da doença.

 “O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. O movimento Novembro Azul é extremamente importante, já que é fundamental informar, alertar e conscientizar os homens sobre a doença, para que, assim, os índices de mortalidade dos pacientes possam diminuir ”, acrescenta.

Quais são os fatores de risco do câncer de próstata?

É preciso estar atento aos fatores que podem aumentar as chances de um homem desenvolver o câncer de próstata. Listamos abaixo alguns deles. Confira:

  • Idade: o risco de desenvolver câncer de próstata aumenta com a idade. Segundo dados divulgados pelo Instituto Oncoguia, aproximadamente 80% dos homens são diagnosticados após os 65 anos. São raros casos da doença em homens com menos de 40 anos – quando isso acontece, geralmente, associa-se ao histórico familiar;
  • Histórico familiar: caso o pai, avô ou irmão tenham adquirido o câncer de próstata antes dos 60 anos, aumentam as chances de desenvolvimento da doença; 
  • Sobrepeso e obesidade: ainda de acordo com o Instituto Oncoguia, a obesidade está influenciando, diretamente, na incidência do câncer de próstata. Além disso, o tumor em homens obesos é mais agressivo.

Saiba quais são os sintomas do câncer de próstata

Durante a fase inicial da doença, o câncer de próstata costuma ter a evolução silenciosa e dificilmente apresenta sintomas. No entanto, vale ressaltar 

que, quando apresenta, os mais frequentes são:

  • Dificuldade em urinar;
  • Demora em começar e terminar de urinar;
  • Sangue na urina;
  • Diminuição do jato de urina;
  • Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

Já em fase avançada, pode provocar dor óssea e, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Esteja atento às formas de prevenção!

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), as chances de cura do câncer de próstata aumentam em 90% quando a doença é diagnosticada precocemente. A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos. Fazê-la precocemente é uma estratégia para encontrar o tumor ainda em fase inicial e, assim, facilitar o tratamento e a cura.

A melhor forma para prevenir e/ou detectar o câncer de próstata é realizar anualmente, a partir dos 45 anos de idade, o exame de toque retal e o de sangue, para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico). Apesar de ser cercado de preconceito e evitado por grande parte dos homens, o toque retal tem uma importância enorme, pois é por meio dele que o urologista consegue perceber a presença de um nódulo e até mesmo sentir a consistência da próstata, podendo, assim, identificar um tumor.

Faça como a Medquimheo e abrace a campanha do Novembro Azul. Separamos mais dois conteúdos sobre câncer de próstata que serão muito úteis a você. Confira:

O tabu existente no exame para prevenção e detecção do câncer de próstata

Câncer de próstata é o mais incidente em homens capixabas


câncer-de-estomago.jpg

Também conhecido como câncer gástrico, o câncer de estômago é um tumor maligno que pode afetar qualquer parte deste órgão. Geralmente, se inicia com uma úlcera, que provoca sintomas como azia, falta de apetite e dores no estômago. Aparece em 3º lugar na incidência entre homens e em 5º entre as mulheres.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que até o final deste ano cerca de 460 capixabas podem ter a doença. Desses, 310 são homens e 150 mulheres. No post de hoje, a oncologista clínica da Medquimheo, Carolina Conopca, vai te explicar um pouco mais sobre o câncer de estômago e te alertar para os fatores de risco. Continue lendo e confira!

Atenção aos fatores de risco do câncer de estômago!

  • Alimentação: alimentos mal armazenados e com pouca refrigeração, como salgados, defumados e embutidos, podem contribuir para o desenvolvimento do câncer de estômago. Além disso, uma dieta rica em carnes e pobre em frutas e vegetais também está associada à maiores chances de ter a doença;
  • Tabagismo: o risco de desenvolver o câncer de estômago dobra em fumantes;
  • Infecção por bactéria: o Helicobacter pylori (H. pylori) é uma bactéria que coloniza naturalmente a mucosa do estômago humano. Estudos mais recentes indicam que ela é capaz de causar alterações pré-malignas, que podem aumentar o risco de câncer.
  • Inflamação estomacal: sofrer de alguma inflamação do estômago por um longo período de tempo é sinal de alerta para procurar um médico com urgência.

Sintomas do câncer de estômago

Como não existem sintomas específicos do câncer de estômago, sua detecção torna-se mais difícil. Contudo, separamos alguns sinais que merecem atenção. Vale lembrar também que, caso sejam notados alguns deles, é preciso contar com um profissional para ter o diagnóstico certeiro. Confira:

  • Fadiga;
  • Azia grave e persistente;
  • Indigestão grave;
  • Náuseas e vômitos persistentes;
  • Sensação de inchaço após comer;
  • Dor de estômago;
  • Perda de peso sem explicação aparente.

Como é feito o diagnóstico do câncer de estômago?

Para realizar o diagnóstico da doença o médico pede exames, principalmente a endoscopia, por meio dessa é realizada a biópsia, para confirmar se o tecido afetado é mesmo canceroso. A tomografia computadorizada pode ser solicitada além de ressonância magnética.

Saiba como prevenir o câncer de estômago

Com medidas simples, você consegue reduzir drasticamente o risco da doença. Separamos as principais delas:

  • Comer mais frutas e legumes;
  • Reduzir a quantidade de alimentos salgados e defumados em sua dieta alimentar;
  • Parar de fumar.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130

Separamos outros conteúdos do nosso Blog que também vão te interessar. Veja:

1. Exames oncológicos: como e quando fazer?

2. #DicaDaNutri: alimentação saudável começa na infância


Tabagismo.jpg

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo. A oncologista da Medquimheo Carolina Conopca destaca um dado preocupante: o tabagismo pode causar cerca de 50 doenças, dentre elas vários tipos de câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia). Isso pode ser explicado pelo fato de que um único cigarro contém, aproximadamente, 4.720 substâncias tóxicas, das quais pelo menos 70 são cancerígenas.

Especialista explica porque o cigarro vicia

O tabaco, presente no cigarro, charuto, cachimbo, rapé, narguilé, charro ou fumo mascado, contém uma substância chamada nicotina. Esta, é a grande responsável por causar dependência – similar, inclusive, àquela provocada pela cocaína. Isso porque, como é uma substância psicoativa, provoca, no organismo, sensação de prazer.

“A inalação constante da nicotina faz com que o cérebro se adapte e, para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início, o usuário sente a necessidade de doses cada vez maiores. Essa dependência está diretamente ligada às chances maiores de contrair doenças como o câncer e, até mesmo, a morte”, explica a especialista.

O que pode influenciar o tabagismo?

Para atrair pessoas a consumir cigarro e/ou derivados, a indústria do tabaco usa de algumas estratégias. A oncologista cita e explica cada uma delas:

  • Fácil acesso: é possível comprar cigarro na maioria dos bares, padarias e mercearias da cidade. Além disso, o preço é considerado acessível.
  • Inserção em grupos: principalmente durante a juventude, as pessoas começam a fumar para tentar se inserir em grupos;
  • Pais e ídolos como espelhos: é comum que os pais e até mesmo os ídolos sejam uma referência para os jovens. Portanto, caso estes consumam cigarro, as chances do jovem também começar a usar são maiores.

Fumantes passivos: o que são e quais as consequências?

Aquelas pessoas que convivem, constantemente, com fumantes, mesmo não sendo, são consideradas fumantes passivos. Para esses casos, também é preciso muita atenção, já que são gerados graves prejuízos! Como ficam expostos a componentes tóxicos, o risco de doenças cardíacas e cancerígenas aumenta consideravelmente.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130

Conheça mais sobre alguns cânceres causados pelo tabagismo:

Tabagismo: muito além do câncer de pulmão!

Saiba mais sobre o câncer de esôfago

Câncer de laringe: fumantes têm 10 vezes mais chances


Outubro-Rosa.jpg

O décimo mês do ano tem uma bandeira: e é rosa! O Outubro Rosa, celebrado anualmente, marca um forte movimento de conscientização sobre a importância da prevenção ao câncer de mama. Tem como principais objetivos: proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuir para a redução da mortalidade, e alertar a população em geral, principalmente as mulheres, dos fatores de risco e das medidas de detecção precoce. Continue lendo este post e saiba mais sobre o câncer de mama!

Sobre o câncer de mama

O mastologista Dr. Cleverson Gomes Jr. conta que o câncer de mama é um dos tipos de tumor que mais acometem mulheres em todo o mundo. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), somente no Espírito Santo são previstos que 1.130 mulheres sejam acometidas pela doença até o final do ano.

“Desenvolve-se quando ocorre uma alteração de apenas alguns trechos das moléculas de DNA, ocasionando a multiplicação das células de maneira desordenada, o que, consequentemente, dá origem à doença na mama”, explica o especialista.

Atenção aos fatores de risco

O mastologista explica que não existe uma causa específica do câncer de mama. No entanto, indica alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento da doença. “Os principais são: idade – mulheres acima dos 40 anos correm um risco maior; histórico familiar – parentes que já apresentaram quadro da doença; elevado consumo de álcool; excesso de peso – principalmente gordura na região abdominal; falta de exercícios físicos e ciclo menstrual – mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco um pouco maior”, aponta.

A detecção precoce é fundamental

Segundo o Instituto Oncoguia, as chances de cura do câncer de mama aumentam em 95% quando é identificado em seu estágio inicial. Por isso, a detecção precoce é tão importante. “Orientamos que a mulher faça mamografia a partir dos 40 anos como rastreio da doença, para sua detecção ainda antes de surgir algum sinal ou sintoma. Antes desta idade, a observação e a autopalpação das mamas são importantes, sempre que se sentir confortável para tal, no banho ou no momento da troca de roupa, por exemplo. Deve-se procurar por caroços ou ondulações, checar a espessura dos seios e liberação de líquidos pelo mamilo”, recomenda o mastologista.

É importante que as mulheres façam a mamografia após os 40 anos de idade. Este é o exame mais importante na redução da mortalidade pela doença. A autopalpação das mamas também é importante, especialmente em mulheres mais jovens, a fim de conhecer o seu corpo e, detectar quando algo não está normal, ou se algum sinal ou sintoma tenha surgido. Além disso, é essencial que façam visitas regulares ao ginecologista e tenham suas mamas examinadas pelo médico ao menos uma vez ao ano.

Como prevenir o câncer de mama?

Para a prevenção da doença, é preciso controlar os fatores de risco. De acordo com o Inca, estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco da mulher desenvolver câncer de mama. “Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e controlar o peso corporal, por meio de uma dieta balanceada e da prática regular de exercícios físicos, são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama”, finaliza.


Doação-de-órgãos.jpg

Celebrado no próximo dia 27, o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos tem como objetivo principal conscientizar a população sobre a importância de ser um doador de órgãos. Muito mais do que uma demonstração de empatia e generosidade, essa prática representa, para o paciente à espera do transplante, a única esperança de salvar sua vida. 

O Ministério da Saúde divulgou um balanço sobre a doação de órgãos e tecidos, realizados no país no primeiro semestre de 2018. Dados apontam crescimento de 7% no número de doadores efetivos, em relação ao ano anterior, passando de 1.653 para 1.765 doações. Como o intuito é que aumente cada vez mais, no post de hoje, nós, da Medquimheo separamos tudo o que você precisa saber para se tornar um doador de órgão.

Como ser um doador de órgãos após a morte?

De acordo com a lei nº 10.211, prevista na legislação brasileira, só é possível realizar a retirada dos órgãos para doação – após a morte – com a autorização dos membros da família. Ou seja, caso queira salvar inúmeras vidas, avise a eles desse seu desejo. Não é necessário registrar em documentos ou cartórios, basta que a família atenda ao pedido e autorize a doação de órgãos e tecidos.

Uma outra exigência que merece atenção é em relação ao tipo de morte, que precisa ser encefálica. Isso porque, somente assim os principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados em outra pessoa. Além disso, a pessoa falecida por parada cardíaca pode doar tecidos, como córneas, pele, ossos, tendões e vasos sanguíneos.

Pessoas vivas também podem doar órgãos?

Sim, é possível ser um doador de órgãos enquanto estiver vivo! Para isso, é preciso estar saudável e realizar a doação sem prejudicar sua própria saúde. Ou seja, doar apenas os órgãos que não prejudicarão as aptidões vitais, como um dos rins ou parte do fígado.

Quais órgãos e tecidos podem ser doados?

  • Coração;
  • Pulmões;
  • Fígado;
  • Pâncreas;
  • Intestino;
  • Rins;
  • Córnea;
  • Valvas cardíacas;
  • Pele;
  • Ossos;
  • Tendões. 

Como a Medquimheo busca te manter sempre bem informado, confira outros dois conteúdos do Blog que também podem te interessar:

Quem pode doar sangue? Descubra todos os requisitos!

#DicaDaNutri: alimentação para o doador de médula óssea 


Setembro-Amarelo-1.jpg

Com o objetivo de conscientizar as pessoas ao redor do mundo de que o suicídio é um fenômeno que pode ser evitado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Setembro Amarelo. Ao longo do mês, são realizadas diversas ações que têm como foco a saúde mental. Escolheu-se o mês de setembro em razão do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, celebrado todo ano em 10 de setembro.

Dados da OMS indicam que nove a cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. Destacam ainda, que a prevenção é fundamental para reverter a situação. No entanto, apesar de muita gente ter a vontade de ajudar no combate ao suicídio, dificilmente sabem como agir. Afinal, de que forma podemos identificar os sinais para oferecer auxílio a um amigo ou familiar?

Atenção aos sinais de alerta

  • Isolamento;

  • Mudanças marcantes de hábitos;

  • Perda de interesse por atividades de que gostava;

  • Descuido com aparência;

  • Queda do desempenho na escola ou no trabalho;

  • Alterações no sono e apetite.

  • Comportamento de risco

  • Sensação de não ter solução para os problemas

Caso perceba a presença desses sinais e sintomas, recorra ou sugira avaliação psicológica e psiquiátrica.

Outro aspecto imprescindível é evitar o acesso a meios letais, sempre oferecer ajuda, e favorecer a busca de esperança.

Câncer x suicídio: entenda a relação

O diagnóstico de câncer gera impacto físico e emocional significativo no paciente, pois estará diante da possibilidade de finitude de vida e de grandes mudanças decorrentes do tratamento oncológico. Tal cenário contribui para um risco aumentado de suicídio entre pacientes com câncer em relação a população geral.

A importância do Setembro Amarelo

Ainda de acordo com informações divulgadas pela OMS, 32 brasileiros se suicidam diariamente. O dado é ainda mais preocupante quando inserido no contexto mundial, em que a cada 40 segundos, uma pessoa se suicida. Vale destacar que os números são muito maiores, já que nem todos os casos são notificados. Além disso, são estimados que as tentativas superem em, pelo menos, dez vezes o suicídio.

O Setembro Amarelo ajuda a conscientizar as pessoas, por meio da educação. Além de esclarecer e estimular o diálogo, é responsável por quebrar o tabu de um tema tão delicado quanto o suicídio. Esse assunto passa, então, a receber mais visibilidade, gerando maiores chances de combater o problema.

Conheça o CVV!

O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma ONG, que promove apoio emocional e, em muitos casos, previne o suicídio. Já são cerca de 3 mil voluntários, em mais de 110 postos. O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e nos 365 dias do ano, por meio do telefone 188, chat, e-mail e, até mesmo, pessoalmente.

De forma sigilosa e sem julgamentos, o voluntário do CVV ouve aquele que procura conversar sobre seus sentimentos, desde dores e dificuldades, até alegrias.

Para conhecer melhor esse trabalho, clique aqui!

A Medquimheo apoia o #SetembroAmarelo. Junte-se a nós!

Confira outros conteúdos que também podem te interessar:

Câncer e depressão: entenda a relação!

Psicólogo oncológico: conheça essa especialidade


câncer-de-mama-x-obesidade.jpg

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), indicam que, até o final deste ano, somente no Espírito Santo, cerca de 1.130 mulheres correm o risco de desenvolver este tipo de câncer. Mas, você sabia que a obesidade é um dos principais fatores de risco para doença?

De acordo com o nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes Jr., o excesso de gordura, além de alterar a produção de hormônios, aumenta o número de inflamações e a quantidade de insulina no organismo. Para entender ainda mais sobre essa relação, continue aqui com a gente.

Por que a obesidade é fator de risco para o câncer de mama?

Responsável pelo desenvolvimento das características femininas, o estrogênio é um hormônio gerado no tecido adiposo das mulheres. Quanto maior o excesso de gordura no corpo, maior será a quantidade de estrogênio produzida – o que indica perigo! “Como este hormônio influencia diretamente na produção das células mamárias, quando encontra-se em excesso no organismo, o risco de mutação, que leva ao câncer de mama, aumenta”, explica o especialista.

O risco de câncer de mama é maior em mulheres obesas na menopausa

É normal que conforme a idade avance, o risco do câncer de mama aumente também. No entanto, caso a mulher já tenha entrado na menopausa e além disso, esteja acima do peso, as chances de desenvolver a doença chegam a dobrar. “Nessa fase, o tecido mamário deveria repousar, mas como a gordura em excesso forma quantidades mais altas de estrogênio, a proliferação das glândulas mamárias continua acontecendo. O que, consequentemente, estimula o surgimento de células malignas, como o câncer de mama”, finaliza.

#DicaMedquimheo: Hábitos simples previnem o câncer de mama!

Como observamos no post de hoje, a obesidade tem relação direta com o câncer de mama. Felizmente, com hábitos simples, principalmente ligados à alimentação, os dois problemas são facilmente solucionados! Confira alguns deles:

  • Evite frituras: ao invés de consumir um peixe frito, por exemplo, prefira a opção assada ou grelhada;
  • Fuja do açúcar: opte por alimentos com baixo teor de açúcar. Substitua o chocolate ao leite por um com 70% de cacau;
  • Exercícios físicos: pratique, regularmente, atividades físicas.

Fonte: Dr. Cleverson Gomes Jr – mastologista – CRM: ES 8267

Confira outros conteúdos do Blog que também vão te interessar:

Câncer de mama: 4 sinais da doença!

A amamentação previne o câncer de mama. Entenda como!

5 dicas para lidar com o câncer de mama

#DicaDaNutri: alimentos que auxiliam no tratamento do câncer


Agosto-Verde-Claro.jpg

A conscientização e a prevenção do linfoma são pautadas neste mês, com a campanha nacional do Agosto Verde Claro. O linfoma é um tipo de câncer que inicia nas células do sistema linfático. O linfoma de hodgkin pode ter início em qualquer lugar do corpo, mas acontece com mais frequência nos gânglios linfáticos, especialmente no tórax, pescoço e axilas. O linfoma não hodgkin acomete com mais frequência adultos – inicia geralmente gânglios e tecidos linfáticos, mas também pode atingir a pele, com o linfoma da pele, por exemplo.

As principais diferenças estão nas características malignas das células, que podem ser identificadas após biópsia e análise de um especialista.

Importância do diagnóstico precoce do linfoma

Como acontece com qualquer tipo de câncer, o linfoma quando descoberto em sua fase inicial, possui uma taxa de resposta muito maior e positiva ao tratamento. É importante ficar atento às alterações do corpo e o aparecimento dos sinais.

Quais são os sintomas do linfoma de hodgkin?

  • Aumento dos linfonodos, sem motivo aparente;
  • Suor excessivo durante à noite;
  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Coceira;
  • Sensação de cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Tosse e dificuldade em respirar podem ocorrer, quando o tórax é afetado.

E os sinais do linfoma não hodgkin, quais são?

  • Aumento dos linfonodos;
  • Inchaço na região do abdômen;
  • Pressão no peito;
  • Hematomas ou hemorragias;
  • Calafrios;
  • Perda de peso;
  • Infecções frequentes;
  • Febre;
  • Sudorese noturna;
  • Coceira pode ocorrer nos casos de linfoma na pele;
  • Na região do cérebro, o linfoma pode gerar dores constantes de cabeça e até causar convulsões.

Tratamento do linfoma

Cada tipo precisará ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento do linfoma. Quimioterapia, transplante de medula, imunoterapia e radioterapia são algumas das opções.

Prevenção do linfoma

Parte da prevenção do linfoma está com os hábitos e estilos de vida. Opte por uma vida mais saudável, guiada por uma alimentação saudável e com a prática de exercícios físicos.

Apoie o Agosto Verde Claro você também

Nós, da Medquimheo, apoiamos a causa do Agosto Verde Claro. Compartilhe essa informação com amigos e familiares e vamos, juntos, na luta contra o câncer!

Dicas extras Medquimheo

Se você gostou deste material, sugerimos a leitura de outros que também podem te interessar:

Linfoma é o 2º tipo de câncer que mais atinge jovens

Dica da nutri sobre alimentação para doador de medula óssea

Imunoterapia: saiba o que é

Até o próximo post!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


Anemia-falciforme-Importância-de-beber-água.jpg

Genética e hereditária, a anemia falciforme é uma doença que se caracteriza pela deformação dos glóbulos vermelhos – responsáveis pelo transporte de oxigênio no corpo. O normal é que sejam arredondados e elásticos, no entanto, como sofrem modificações, adquirem o formato de uma foice e endurecem. O resultado é a dificuldade do sangue passar pelos vasos de pequeno calibre, ou seja, os tecidos recebem uma quantidade menor de oxigenação. No post de hoje, a nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, destaca a importância do consumo de água no tratamento da anemia falciforme. Confira!

Quais as causas da anemia falciforme?

Citamos no início deste texto que a anemia falciforme é uma doença hereditária. Portanto, para ser portador, é necessário que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. No caso de apenas um dos pais transmitir, a criança não desenvolve a doença, mas pode passar o gene defeituoso para as futuras gerações.

Principais sintomas da anemia falciforme

A anemia, por si só, já causa fadiga, fraqueza e palidez. Além disso, é comum que pessoas com anemia falciforme tenham icterícia – quando a pele e os olhos ficam amarelados. Mas, o principal sintoma dessa doença é a crise aguda de dor. Apesar de poder atingir qualquer parte do corpo, os ossos e as articulações são as regiões mais afetadas. O tempo de duração varia e as crises de dores são acentuadas nos dias frios, durante a TPM, durante infecções, em pessoas com problemas emocionais, nas grávidas e naquelas desidratadas.

Como o consumo de água auxilia na anemia falciforme?

Naira explica como o consumo de água ajuda a minimizar ou até mesmo evitar as crises de dores da anemia falciforme. “O ideal é beber de dois a três litros de água ao longo do dia, inclusive na época de frio. Uma maior ingestão de água torna o sangue menos viscoso, o que melhora a circulação nos vasos sanguíneos”, conta a especialista.

Separamos mais três conteúdos que também podem te interessar. Confira:

  1. Light x Diet: entenda a diferença!
  2. Saiba de que forma a alimentação influencia na qualidade do seu sono
  3. Descubra quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.