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Viva bem – Dicas Medquimheo


Post publicado em abril de 2014. 

Em comemoração ao Dia Mundial de Combate ao Câncer, no próximo dia 8 de abril, a clínica capixaba Medquimheo promove evento para oferecer informação e proporcionar mais qualidade de vida pacientes. Temas comuns ao dia a dia de quem luta contra o câncer serão abordados no encontro, como a adaptação às transformações provocadas pelo tratamento no cotidiano das pessoas e a importância da prática de atividades físicas.
 

Suellen Senna de Matos, terapeuta ocupacional, é uma das palestrantes do evento e vai dar orientações aos pacientes sobre como lidar com as mudanças bruscas que ocorrem na rotina diária de quem enfrenta o problema, além das consequências do tratamento, que podem afetar tanto o convívio familiar quanto os hábitos pessoais e profissionais.
 

Segundo Suelen, a rotina da pessoa em tratamento muda totalmente, já que ela é submetida a uma rotina de procedimentos clínicos, avaliações, exames, relação intensa com aparelhos hospitalares, constantes visitas médicas e demais aspectos que podem acarretar diversos graus de depressão, ansiedade e inatividade.
 

“O papel da terapia ocupacional é conscientizar os pacientes sobre suas possibilidades e condições para a realização das atividades de vida diária, além de incentivar a integração e a ajuda da família no processo terapêutico, proporcionando desta forma, oportunidades para que o paciente possa resolver por si problemas e situações presentes ou inusitadas”, explica.
 

Outro direcionamento do trabalho do terapeuta é prevenir a incapacidade física da pessoa em tratamento e educação para simplificar tarefas e mecanismos de proteção articular, que irão beneficiar o desempenho das atividades cotidianas, trabalho e lazer.
 

Atividade física minimiza os efeitos do tratamento
 

Para falar sobre a prática de atividade física orientada ao paciente com câncer, o fisioterapeuta Leo Pretti é o convidado. O objetivo da palestra é mostrar aos pacientes a importância da atividade física bem orientada e supervisionada para a melhora da qualidade de vida, bem-estar e até minimizar os efeitos do tratamento oncológico.

 

 



Há exames que feitos hoje, podem evitar danos graves no futuro. Vergonha, medo e falta de informação são situações que podem acarretar a não realização dessas ações de extrema importância para a saúde. Um exame pouco conhecido e divulgado, mas muito importante, é o de colonoscopia. Ele ajuda a diagnosticar diversas doenças, entre elas o câncer de intestino.

Como na maioria dos tumores, o câncer de intestino é favorecido em sua incidência pelo fator da idade. No Brasil, os casos desse transtorno têm aumentado drasticamente, apesar de ser um tumor que, quando diagnosticado precocemente, tem um bom prognóstico. A partir dos 50 anos, aumentam as chances de seu desenvolvimento, em especial, por quem tem histórico familiar. A periodicidade da colonoscopia precisa ser prescrita por um especialista. Mas torna-se indispensável a cada 10 anos, por pessoas com mais de 50 anos, que estão mais sujeitas ao risco de tumores e pólipos intestinais, por exemplo.

Segundo Sandro Borges, oncologista da Medquimheo, pacientes com história familiar da doença devem realizar o exame a partir dos 40 anos e a cada 5 anos. “Caso apareçam sinais e sintomas suspeitos, tais como sangue nas fezes, dor abdominal frequente, diarreia, constipação e perda de peso sem razões conhecidas, é necessário recorrer a um especialista imediatamente”, orienta.
 

Sobre o procedimento
 

A colonoscopia é, relativamente, nova. Começou a ser difundida em 1970. Para sua eficácia, é necessária a introdução de um aparelho flexível no intestino grosso, que permite a identificação de anormalidades nesta região, incluindo os pólipos na mucosa do intestino.

De acordo com o oncologista, esse pode ser considerado um dos principais exames para o diagnóstico precoce desse tipo de tumor. “O procedimento permite uma melhor avaliação do intestino grosso, a retirada de pólipos e biópsia de lesões”, complementa.