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Viva bem – Dicas Medquimheo

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A constante busca por uma alimentação alternativa ou por dietas específicas é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Isso pode ser percebido pelo consumo de alimentos diet e light,que tem aumentado, significativamente, nos últimos anos. Mas, você sabe qual a diferença e para que, exatamente, serve cada um deles? No post de hoje, nós, da Medquimheo, além de respondermos a essas perguntas, vamos alertar sobre o consumo dos produtos diet e light. Continue lendo e confira!

Alimentos light

Os alimentos light apresentam quantidades menores de calorias ou de determinado nutriente, como sal, açúcar ou gorduras. Para um produto ser considerado light é preciso que tenha uma redução mínima de 25% quando comparado ao alimento tradicional. Os produtos light podem ser usados em dietas com restrição calórica ou que demandem a ingestão controlada de algum nutriente.

O segredo no consumo dos alimentos light é combiná-los com uma dieta balanceada e com a prática de exercícios físicos.

Alimentos diet

Diferentemente dos light, os alimentos diet são isentos de algum ingrediente (sal, açúcar, gordura, etc.). E, por isso, destinam-se a grupos de pessoas com necessidades específicas, como diabéticos. Na maioria das embalagens dos produtos diet, há expressões como: “livre de”, “zero” e “não contém”.

Atenção aos alimentos light e diet

É importante destacar que os produtos light e diet nem sempre são opções mais saudáveis e indicadas para todos.

Os produtos podem ser isentos ou reduzidos de uma variedade de nutrientes, é preciso atenção ao rótulo. Não é porque o alimento é diet ou light que ele poderá ser usado em uma dieta hipocalórica ou restrita em açúcar, por exemplo.

O alimento light apesar de o menor teor, pode não ser indicado em situações que demandem maiores restrições.

Ao retirar ou reduzir um composto do produto, geralmente é preciso adicionar outro para subtítulo e equilibrar a receita. Por exemplo, o chocolate ter em mente, ao consumir alimentos diet, que é preciso moderação! O chocolate diet , por exemplo, pode ser recomendado a pessoas com diabetes, já que é isento de açúcar. No entanto, para disfarçar o gosto do adoçante utilizado e para manter a consistência, há uma maior adição de gordura. Portanto, não é uma opção mais saudável ou indicado para quem deseja emagrecer.

É essencial que o consumo seja orientado por um nutricionista ou médico.

As melhores informações sobre saúde, você encontra aqui no blog da Medquimheo. Aproveite e continue acompanhando nossos conteúdos!

Separamos outros dois posts que também vão te interessar. Confira:

  1. Saiba como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono
  2. Obesidade é um dos fatores de risco para o câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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O mês de julho é conhecido como Julho Verde. Mas você sabe por quê? Trata-se de uma campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), junto com a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil). Tem como intuito principal, conscientizar a população sobre a prevenção dos tumores de cabeça e pescoço, que atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago cervical, tireoide e seios paranasais.

No dia 27 de julho, comemora-se o Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Como nós, da Medquimheo, abraçamos esta causa, no post de hoje você confere mais detalhes sobre a iniciativa.

#JulhoVerde

A oncologista da Medquimheo Carolina Conopca, conta que para conseguir conscientizar as pessoas e, assim alcançar o objetivo da campanha, são feitos alertas sobre os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço. “O tabagismo, consumo de álcool, as infecções por HPV e o excesso de exposição solar são alguns deles. A data reforça, também, a importância do diagnóstico precoce”, explica a especialista.

Importância do autoexame

As chances de cura aumentam, significativamente, caso a doença seja detectada no início. Feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço, que são alguns dos sintomas, podem ser identificados por meio do autoexame.

Outros sintomas do câncer de cabeça e pescoço

Na fase inicial da doença, os tumores costumam ser assintomáticos, ou seja, não apresentam sinais. No entanto, nossa oncologista relata, que, à medida que se desenvolvem, geralmente causam:

  • Dor local;
  • Dificuldade para engolir;
  • Nódulo persistente no pescoço;
  • Lesão na boca que não cicatriza;
  • Rouquidão por mais de três semanas, principalmente em fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas.

A Medquimheote convida a abraçar também a campanha #JulhoVerde.

Aproveite para continuar acompanhando os posts do blog e fique por dentro de informações relacionadas ao câncer.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Inverno chegou e, com ele, as temperaturas mais baixas do ano! Mas, você sabia que os pacientes que estão em tratamento oncológico devem ter atenção especial à saúde nesta época? Neste post, a Medquimheoexplica mais sobre a relação entre o inverno e os cuidados nos tratamentos oncológicos e te apresenta dicas para aliviar os sintomas. Continue lendo!

Inverno e tratamento do câncer: qual a relação?

Com a chegada do inverno, os medicamentos quimioterápicos costumam acentuar a sensibilidade ao frio, provocando nos pacientes a sensação de formigamento ou de choque, principalmente nas mãos e nos pés. A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as medicações também podem provocar queda na imunidade, aumentando o risco de infecções respiratórias, como resfriados e sinusites.

Por conta do frio, as pessoas costumam ocupar ambientes fechados e ficarem mais próximas. “Esses ambientes sem ventilação e com muitas pessoas não devem ser frequentados pelos pacientes em quimioterapia, pois aumentam o risco de se adquirir uma doença respiratória. O ideal é que os pacientes busquem ambientes arejados”, explica a oncologista.

Como aliviar os sintomas?

Separamos algumas dicas que irão te ajudar a se proteger durante o inverno. Confira:

  1. Mantenha-se agasalhado: invista nas roupas de frio, sem esquecer as extremidades. O uso de luvas, gorros, toucas de lã e meias grossas ajuda a manter a temperatura do corpo.
  1. Lave as mãos durante o dia: para prevenir algum tipo de infecção respiratória, como gripe ou sinusite, lave as mãos com água e sabão várias vezes durante o dia, especialmente antes das refeições.
  1. Opte por alimentos frescos: alimentos com grande concentração de nutrientes, fibras, vitaminas e antioxidades têm poder de recuperar o organismo. Além disso, beba bastante água!
  1. Evite ambientes fechados: como já explicamos, locais fechados e climatizados aumentam as chances de contrair uma doença respiratória. Opte por locais frescos e arejados!

Continue acompanhando o blog da Medquimheo! Separamos outros conteúdos que podem te interessar:

#DicaDaNutri: Alimentos que auxiliam no tratamento do câncer

Viagens longas podem causar trombose. Como prevenir?


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Quando se fala em tratamento para o câncer, muito provavelmente as palavras que passam pela sua cabeça são quimioterapia e radioterapia, não é mesmo? No entanto, no post de hoje você vai conhecer sobre a imunoterapia, um método consideravelmente recente, mas que desde as últimas décadas tem se tornado um importante tratamento para certos tipos de câncer, como melanoma, renal e de pulmão. Continue acompanhando e confira!

O que é a imunoterapia?

Diferentemente dos outros métodos de tratamento para o câncer, que atacam diretamente as células tumorais, a imunoterapia atua estimulando o sistema imunológico do paciente, por meio de anticorpos sintetizados em laboratório. Dessa forma o sistema imune se torna capaz de identificar e combater as células cancerígenas.

São duas as maneiras mais comuns de administrar os medicamentos da imunoterapia:

  • Intravenosa: diretamente na veia;
  • Subcutânea: por injeção no tecido subcutâneo.

Como funciona o tratamento da imunoterapia?

Vírus, fungos, bactérias e até mesmo algumas células cancerosas são consideradas substâncias desconhecidas pelo sistema imunológico e, por isso, são destruídas. No entanto, nem sempre o resultado é esse, há situações em que as células cancerosas não apresentam uma composição diferente das células saudáveis e, portanto, o sistema imunológico não consegue identificá-las como seres desconhecidos. Também existem casos em que elas até são reconhecidas, mas os anticorpos não têm força suficiente para combatê-las sozinhos.

O tratamento por meio da imunoterapiafoi desenvolvido justamente com o intuito de potencializar os resultados do sistema imunológico. Assim, este, conseguirá identificar e combater as células do câncer com uma facilidade maior.

A imunoterapia no Brasil

A Agência Nacional de Saúde já aprovou vários medicamentos imunoterápicos para pacientes com câncer de bexiga, pulmão, melanoma, linfomas de Hodgkin, tumores de cabeça e pescoço e câncer gástrico. Apesar das aprovações, somente um médico oncologista saberá ao certo definir o melhor tratamento para cada paciente.

Atenção

Como dito anteriormente, a imunoterapia é utilizada em alguns casos específicos de câncer. Além disso, pode ser administrada tanto como um tratamento em conjunto com outros, como também de forma isolada. Vai depender da recomendação do oncologista.

Manter-se hidratado, evitar a exposição solar e ter uma alimentação balanceada são medidas importantes para manter o sistema imunológico forte, capaz de combater o câncer.

Para continuar sempre te mantendo bem informado, nós, da Medquimheo, indicamos outros três conteúdos que produzimos, que podem te interessar. Confira:

  1. As 10 dúvidas mais comuns sobre a quimioterapia
  2. Radioterapia: uma alternativa para o câncer
  3. Alimentos que auxiliam no tratamento do câncer

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O mês de junho é um dos mais esperados do ano e os motivos são óbvios: as festas juninas! Um dos símbolos mais importantes do São João são as comidas típicas: milho, canjica, cocada, paçoca, bolo de fubá, arroz doce, pé de moleque, pamonha e cuscuz são alguns dos alimentos considerados “carros-chefes” nessa época do ano.

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, preparou um conteúdo especial com duas receitas saudáveis para que você aproveite as festanças com mais saúde.

Canjica

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de açúcar de coco ou mascavo;
  • 2 colheres de sopa de biomassa de banana verde;
  • 250 gramas de canjica branca;
  • 50 gramas de coco ralado;
  • 200 ml de leite de coco;
  • 750 ml de leite;
  • 400 ml de água;
  • Canela em pau;
  • 1 pitada de sal.

Modo de preparo

Coloque a canjica de molho na água por cerca de 24 horas. Em seguida, transfira somente a canjica para uma panela de pressão e acrescente o leite, a água, a biomassa de banana verde e o açúcar mascavo ou de coco. Deixe cozinhar por, aproximadamente, 40 minutos, e desligue o fogo. Quando perceber que o conteúdo do recipiente já esfriou, adicione o coco ralado, o leite de coco, a canela e o sal. Volte novamente ao fogo (desta vez sem pressão) e mexa todos os ingredientes. Quando atingir um ponto cremoso é a hora de tirar do fogo e servir! Para quem gosta, uma boa dica é polvilhar com canela.

Bolo de fubá integral

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo integral;
  • 1 xícara de fubá;
  • 1 xícara de açúcar demerara;
  • 1/2 xícara de leite;
  • 3 ovos;
  • 1 colher de sopa de fermento;
  • 3 colheres de sopa de manteiga.

Modo de preparo

O primeiro passo é separar as claras das gemas e bater as claras em neve. Em seguida, é preciso adicionar cada ingrediente separadamente, até formar uma massa homogênea. A ordem deve ser: açúcar, gemas, farinha de trigo, fubá, leite, manteiga e fermento. Depois, basta despejar em uma forma e levar ao forno para assar. Por fim, desenforme e sirva.

O ponto do bolo: para saber a hora certa de tirá-lo do forno, espete um palito no bolo. Caso ele saia limpo, significa que está pronto.

A Medquimheodeseja uma excelente Festa Junina para você e toda sua família! E lembre-se: saúde em primeiro lugar! Aproveite também para conferir outras duas dicas de ouro da nossa nutricionista: suco verde de pêssego, que garante energia para o dia todo e quais são os alimentos capazes de ajudar na prevenção do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A quimioterapia pode causar diversos efeitos colaterais ao paciente em tratamento de câncer. Nas primeiras horas, ou até alguns dias após o uso da medicação, podem ocorrer náuseas, alteração do paladar e falta de apetite. Todos esses sintomas são capazes de tornar a alimentação um momento difícil.

Para que a alimentação seja facilitada no dia a quimioterapia, a nutricionista da Medquimheo Naira Fraga reuniu dicas de lanches saudáveis e fáceis de preparar!

Opções de lanches para os dias de quimioterapia

A nutricionista explica que, alimentar-se a cada três horas, com pequenas porções, é uma ótima estratégia para os dias de tratamento. No momento de náuseas intensas, é indicada a ingestão de alimentos de textura mais seca. Alguns exemplos são os vegetais desidratados na forma de chips como mandioca, banana, batata e milho. Eles podem ser consumidos sozinhos ou com patês naturais, conforme a indicação da nutricionista.  

O sanduíche com recheio de patê de frango desfiado, com creme de ricota e hortelã ou manjericão é uma ótima sugestão de lanche saudável para ser experimentado. “Outra comida de fácil preparo e também nutritiva é a salada de macarrão com frango e legumes”, acrescentou.

Picolés cítricos como limão ou abacaxi são opções refrescantes que ajudam no controle de náuseas e perda do paladar. O mesmo vale para as frutas cítricas, que podem ser consumidas geladas ou na forma de sucos como de abacaxi com hortelã, de laranja com morango ou maracujá. Também pode ser feito um milk shake saudável em casa com frutas congeladas como banana e maracujá batidas no liquidificador com leite.

“Salpicar uma colher de leite em pó sobre as frutas ou na salada de fruta faz com que os lanches se tornem mais nutritivos sem deixá-los pesados”, acrescentou.

Como reduzir a náusea e a alteração do paladar?

Para reduzir a náusea durante o tratamento de câncer, a nutricionista indica que os pacientes podem dar preferência a alimentos mais frios ao invés dos quentes.

“Ingerir algo levemente ácido antes das refeições como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida também pode auxiliar no controle da náusea e da alteração do paladar”, disse Naira.

Veja também aqui no Blog alimentos que auxiliam no tratamento do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A alopecia, ou queda de cabelos, é uma das consequências mais temidas pelos pacientes em tratamento de quimioterapia. A dermatologista da Medquimheo Dra. Mary Lane Alves Nemer explica que, dependendo dos medicamentos usados, a queda de cabelos pode ser total – o que é mais comum – ou até não ocorrer.

A ausência abrupta dos cabelos gera a necessidade de um cuidado diferente com o couro cabeludo que fica mais exposto ao sol, ao frio e a traumas, enfatiza a dermatologista. Para essa fase, a Dra. Mary Lane indica que o uso do filtro solar com alto fator de proteção, de preferência em loção e de boa qualidade, é fundamental na exposição do paciente ao sol.

Outras formas de proteção

O uso de lenços e outros adereços capilares conferem estilo, melhoram a autoestima e também oferecem proteção solar.

“Chapéus, bonés, toucas, perucas e lenços são formas de proteção física para o couro cabeludo e o uso deve ser orientado e estimulado”, enfatizou a dermatologista.

Higiene do couro cabeludo

A higiene do couro cabeludo é outro cuidado importante durante o tratamento quimioterápico. A dermatologista explica que, enquanto os cabelos não estão crescendo, o sabonete usado para o corpo pode ser usado na cabeça, desde que seja sem perfume, hidratantes ou neutros e em pequena quantidade.

“Quando os cabelos estiverem nascendo, poderão ser usados shampoos neutros, shampoos para bebês ou para couro cabeludo sensibilizado. Se o paciente tiver couro cabeludo oleoso ou qualquer outra doença prévia, deve pedir orientação ao seu oncologista ou dermatologista para saber os produtos mais indicados para sua pele”, orienta a dermatologista.

Resumo dos cuidados com o couro cabeludo durante a quimioterapia:

  1. Usar protetor solar com alto fator de proteção no couro cabeludo quando for se expor ao sol.
  2. Chapéus, bonés e lenços são indicados para proteger do sol e do frio. O couro cabeludo fica muito mais exposto aos raios solares e, por isso, o paciente deve sempre fazer uso desses acessórios, com preferência aos que tenham proteção FPS.
  3. É indicado higienizar a cabeça com sabonete enquanto os cabelos não estão crescendo. O sabonete deve ser hidratante, sem perfume e usado em pouca quantidade.
  4. Quando o cabelo estiver crescendo, o cabeça pode ser higienizada com shampoos para bebês ou shampoos para couro cabeludo sensibilizado com pH neutro.

Esperamos que as dicas possam ajudar!

Achamos que outros conteúdos de nosso Blog também podem colaborar. Veja algumas sugestões:

10 dúvidas comuns sobre quimioterapia

Como a crioterapia pode ser aliada durante sua quimioterapia?

Oncologia em Vitória


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Você sabe o que é o Junho Vermelho? A Organização Mundial de Saúde (OMS) celebra no dia 14 de junho o Dia Mundial do Doador de Sangue. O intuito é sensibilizar as pessoas e ressaltar a importância da doação de sangue, que salva vidas.

Um dos principais objetivos da campanha é alertar para a importância de fazer a doação em junho. O ato de doar sangue é fundamental para que sejam realizadas intervenções médicas urgentes de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes e procedimentos oncológicos.

A doação de sangue pode salvar a vida de pacientes com doenças crônicas graves, como Doença Falciforme e Talassemia, ajudando essas pessoas a viverem por mais tempo e com mais qualidade e bem-estar. O sangue também é de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.

Como é feita a doação de sangue

A hematologista da Medquimheo, Alessandra Prezoti, ressalta que a doação de sangue é um ato simples e rápido, mas de extrema importância. “A coleta leva em torno de 10 minutos. O procedimento é totalmente seguro e não oferece riscos, porque nenhum material usado é reutilizado. O sangue passa por testes para detectar impurezas que podem prejudicar o receptor e, só depois de uma avaliação positiva, ele é utilizado”, acrescentou.

Requisitos para doação

Um dos requisitos para doar sangue é ter entre 16 e 69 anos. Há duas restrições: os menores de 18 anos precisam da autorização dos responsáveis legais e a primeira doação deve ser feita, obrigatoriamente, até os 60 anos.

O interessado precisa apresentar um documento original com foto, preencher um cadastro com informações básicas e responder a um questionário. Em seguida, passará por uma triagem para examinar sinais vitais como pressão, pulso e temperatura. O espaço de tempo entre as doações para aqueles que já são doadores são de dois meses para os homens e três meses para as mulheres.

Fonte: Alessandra Nunes Loureiro Prezotti, hematologista, CRM-ES 6782.


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Medo, ansiedade e dúvidas são sentimentos comuns na maioria das pessoas diagnosticadas com câncer. Isso acontece porque os pacientes criam uma grande expectativa quanto ao tratamento e a possível cura. É nesse momento que os problemas de depressão e ansiedade podem aparecer. Para entender melhor sobre essa relação, continue lendo o post que a psicóloga Gabriela Simmer esclarece!

Depressão x câncer

Segundo dados do Observatório de Oncologia, a chance de um paciente oncológico desenvolver a depressão varia de 22% a 29%. O estudo também constatou que, pacientes com câncer de mama têm de 10% a 25% de chances de ter o transtorno. A depressão é caracterizada por um momento de tristeza duradouro ou repetitivo de grande intensidade. No entanto, existem outros sintomas, que somados a essa tristeza, caracterizam o problema e geram sérios prejuízos à saúde. Listamos abaixo alguns deles, confira:

  1. Perda de prazer nas atividades diárias;
  2. Indiferença frente às situações;
  3. Diminuição da capacidade de raciocinar, de se concentrar e/ou de tomar decisões;
  4. Lentidão, fadiga e sensação de fraqueza;
  5. Alterações do sono (insônia ou muito sono);
  6. Alterações do apetite (Perda ou aumento da fome);
  7. Diminuição do interesse sexual;
  8. Afastar-se da convivência com outras pessoas;
  9. Pensamentos negativos a respeito da doença;
  10. Sensação de esgotamento.

É comum ouvirmos que a quimioterapia por si só já provoca alguns efeitos colaterais no paciente como cansaço, desânimo, fraqueza, dentre outros sintomas característicos. Mas é importante saber diferenciar da depressão, por isso, os familiares e a equipe devem ficar atentos aos outros sinais que citamos acima.

Quais os prejuízos gerados?

Como a depressão causa desânimo, o paciente oncológico pode se sentir abatido para frequentar as consultas ou as sessões de quimioterapia e/ou outras atividades relacionadas ao autocuidado. Lembrando também, que grandes mobilizações emocionais podem favorecer alterações na imunidade e trazer prejuízos para o processo de tratamento.

Tratamento do paciente oncológico depressivo

Caso o paciente oncológico seja diagnosticado com um quadro depressivo, é importante avaliar a necessidade de psicoterapia, com o objetivo de favorecer o enfrentamento do tratamento. Em caso de necessidade, alguma medicação pode ser prescrita para complementar o cuidado com o paciente. Atividades alternativas como yoga e meditação, também são boas opções para promoção da saúde física e mental.

A participação dos entes queridos é muito importante nesse momento! Caso a família ou os amigos notem sintomas de depressão, devem ajudar a pessoa, procurando auxílio médico.

Quer mais informações sobre o tratamento do câncer?

Caso queira entender melhor como funciona o tratamento do câncer, leia também nosso post que explica as 10 dúvidas mais comuns.

Temos também um conteúdo com orientações para sessão da quimio.

A Medquimheo está sempre à disposição, conte com a gente!


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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252