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Tratamento do câncer

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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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Para verificar a pressão, níveis de glicemia, colesterol e batimentos cardíacos é necessário fazer, anualmente, os exames básicos gerais, conhecidos como check-ups. Mas você sabia que existem aqueles que são próprios para o câncer? São os chamados onco check-ups.

Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, conta que com o avanço da ciência e tecnologia, a prevenção e o diagnóstico precoce dos diversos tipos de cânceres se tornam cada vez mais fáceis. “Isso porque hoje existe uma gama de exames oncológicos preventivos e orientações médicas que têm o intuito de prevenir o surgimento da doença ou aumentar suas chances de cura”, explica.

Mamografia: exame para o câncer de mama

O tumor mais frequente no sexo feminino é o de mama. Dra.Carolina informa um dado relevante. “Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), até o final do ano são previstos 59.700 casos no Brasil e 1.130 somente no Espírito Santo”, alerta. Para a prevenção da doença, a sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos de idade e que repitam anualmente.

Papanicolau: exame para o câncer de colo uterino

É imprescindível que toda mulher que já iniciou sua vida sexual faça, anualmente, o exame preventivo papanicolau no ginecologista. Isso ajuda a detectar os tumores do colo de útero.

Toque retal: exame para o câncer de próstata

Nos homens o tumor mais frequente é o de próstata. De acordo com o Inca, em todo o País cerca de 68.220 casos estão previstos até o final de 2019. Desses, 1.510 no Espírito Santo. “Para investigar a doença, é indicado que a partir dos 50 anos de idade, realize o exame de sangue (PSA) e o toque retal”, esclarece a oncologista. A importância desse último exame é tão grande que 20% dos tumores de próstata não alteram o PSA. Contudo, quando este é associado ao toque, a taxa de erro cai para menos de 5%.

Tomografia de tórax: exame para o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é oque mais mata no Brasil e no mundo. Mas, também pode ser prevenido. Para os pacientes tabagistas, a partir dos 50 anos de idade, é aconselhada a realização anual de uma tomografia de tórax. Entretanto, não substitui uma das principais formas de prevenção da doença: a suspensão do cigarro.

Colonoscopia: exame para o câncer de intestino

Esse exame permite a análise do revestimento interno do intestino grosso e parte do delgado correspondente ao reto, ao cólon e o íleo terminal. O que ajuda a encontrar pólipos, tumores, inflamações, úlceras e outras alterações do órgão, servindo como um dos principais métodos de rastreamento do câncer de cólon e reto.

Cuide-se!

Quanto mais cedo você descobrir a doença, maior será sua chance de cura. Marque seu onco check-up!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 428 pessoas morrem por dia, por problemas gerados pelo cigarro, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso porque esse produto contém mais de 4.000 substâncias tóxicas, em que pelo menos 70 delas têm efeitos cancerígenos.

A nicotina, substância psicoativa presente na fumaça do cigarro, é a responsável por causar a dependência. Uma vez que ao inalar essa substância, ela se liga aos receptores nicotínicos cerebrais, que, quando ativados liberam a dopamina, um neurotransmissor que causa as sensações de prazer e de satisfação. Os efeitos desaparecem ou diminuem logo após algumas horas do consumo e a sensação de abstinência começa a surgir, motivando assim, a dependência.

Cigarro: um grande vilão

Que todo mundo sabe que a principal causa do câncer de pulmão é o cigarro isso é óbvio, mas você sabia que ele pode ser o agente causador de mais de 10 outros tipos de câncer? Descubra quais são eles:   

  • Câncer de boca
  • Câncer de laringe
  • Câncer de faringe
  • Câncer de estômago
  • Câncer de esôfago
  • Câncer de pâncreas
  • Câncer de rim
  • Câncer de fígado
  • Câncer de colo de útero
  • Câncer de bexiga
  • Alguns tipos de leucemia

O tabagismo é o principal fator para o desenvolvimento de 90% dos cânceres de pulmão e boca. Só no Espírito Santo, quase mil casos devem surgir até o fim deste ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as substâncias presentes no cigarro transformam o material genético das células e acarretam no surgimento do tumor. “Além disso, pacientes com câncer que continuam fumando estão expostos ao surgimento de novos tumores e de outras doenças”, completa.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Dezembro Laranja é o mês de conscientização sobre os perigos e a necessidade do combate e prevenção do câncer de pele. Diretamente ligado ao sol, esse tipo de tumor é o mais incidente entre os brasileiros. Só no Espírito Santo, estimativas apontam que, até o fim de 2018, mais de 1700 casos de câncer de pele devem ser registrados. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, para esclarecer algumas dúvidas. Confira!

O que causa o câncer de pele? Como prevenir?

O câncer de pele, como as demais formas de câncer, é formado por uma mutação genética no DNA que promove a proliferação de células modificadas, com potencial de se disseminar pelo organismo, crescer e multiplicar-se de forma desenfreada. A melhor forma de proteção é evitar a exposição excessiva ao sol.

É perigoso ficar exposto ao sol? Por que é tão ruim para a pele?

Sim, a exposição aos raios UV é a principal forma de agressão à pele. Ela promove as mutações causadoras do câncer de pele.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem diversos tipos de câncer de pele, isso depende da célula precursora do câncer. Os tipos mais comuns são o Carcinoma Espinocelular (proveniente das células escamosas), Carcinoma Basocelular (provenientes de células basais, as mais profundas da pele) ambos são descritos como câncer de pele não-melanoma.

Já o melanoma é um câncer que se forma a partir das células chamadas melanócitos, que são responsáveis pela pigmentação da pele. O melanoma é menos comum, porém extremamente agressivo, com alto potencial de gerar metástases para outros órgãos.

O câncer de pele tem uma relação genética?

Sim, existem fatores genéticos hereditários, principalmente ligados ao melanoma. Bem como fatores de risco em relação ao tipo de pele do indivíduo. Pessoas com pele branca, olhos claros, cabelos ruivos e loiros tem maior chance de desenvolver o câncer de pele.

Quais são os fatores de risco?

Tanto a exposição ao Sol acumulada ao longo da vida quanto os episódios ocasionais de exposição intensa (que, em geral, provocam queimaduras) contribuem para provocar o câncer de pele. Os tumores surgem com maior frequência nas áreas expostas do corpo, especialmente na face, nas orelhas, no pescoço, no couro cabeludo, nos ombros e no dorso.

Em alguns casos, a exposição à radiação, a existência de lesões abertas que não cicatrizam, o contato com arsênico, a existência de doenças de pele inflamatórias crônicas, bem como complicações decorrentes de cicatrizes, queimaduras, infecções, vacinas e até mesmo de tatuagens são outros fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença.

As pessoas que têm maior risco são aquelas de pele branca, cabelo loiro ou ruivo e olhos azuis, verdes ou acinzentados. Os homens apresentam um número maior de casos do que as mulheres, mas hoje existe uma quantidade maior de mulheres com a doença do que no passado. Trabalhadores cuja ocupação exige longos períodos ao ar livre e pessoas que desfrutam os seus momentos de lazer sob o Sol são particularmente susceptíveis à doença.

Como é feito o tratamento? Quando é indicada a cirurgia?

O tratamento é essencialmente cirúrgico nos tipos de câncer de pele não melanoma. No caso do melanoma, muitas vezes além de cirurgia pode ser necessária a quimioterapia, a depender do estágio em que se encontra a doença. Na grande maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento de escolha.


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A quimioterapia é um dos principais tratamentos na luta contra o câncer. Mesmo assim, poucas pessoas conhecem, de fato, como ela funciona. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo para nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas. Confira!

1- A quimioterapia é feita antes ou depois da cirurgia?

Depende do tipo de tumor, do órgão acometido e do estado da doença.

2- Quais efeitos a quimioterapia pode causar?

Náusea e vômito; queda de cabelos; leucopenia e neutropenia, que é a diminuição dos glóbulos brancos; septicemia (complicações em caso de infecções); plaquetopenia, que é a diminuição das plaquetas, ou seja, as células do sangue que iniciam a coagulação; anemia; infertilidade; toxicidade cardíaca, que é a diminuição da força do coração; mucosite (feridas na boca e garganta); toxicidade para o rim; e diarreia.

É importante lembrar que a intensidade e duração de cada efeito dependerão dos medicamentos utilizados e de suas doses.

3- Como age no organismo?

Sabemos que o câncer é formado por uma proliferação acelerada de células anormais. A quimioterapia convencional, que chamamos de citotóxica, age impedindo que as células se multipliquem.

Existem quimioterápicos que agem por meio de alvos-moleculares, impedindo vias de sinalização celular; alguns que impedem a formação de novos vasos sanguíneos (dessa forma o tumor fica sem alimento e oxigênio); e alguns tratamentos mais novos que “ensinam” o próprio sistema de defesa do paciente a combater o tumor.

4- Como é aplicada a quimioterapia?

A maioria das medicações são diluídas em um soro e aplicadas de forma endovenosa, ou seja, diretamente na veia. Ainda há quimioterápicos desenvolvidos em forma de comprimidos, em que o paciente toma em casa, mas sempre com um acompanhamento regular com oncologista.

5- Ela é feita de quanto em quanto tempo?

Os ciclos podem ser semanais, quinzenais, a cada três semanas e até mensais.

6- Qual diferença entre quimioterapia branca e vermelha?

Essa classificação de branca e vermelha foi amplamente difundida pelas pacientes que fazem tratamento para câncer de mama. A medicação Doxorrubicina deixa o soro com uma coloração avermelhada, fazendo com que algumas pessoas a chamem de “quimioterapia vermelha”. Já as demais fases do tratamento não têm essa coloração e são popularmente chamadas como “quimioterapia branca”.

7- Qual quimioterapia é mais forte?

Não há uma gradação de intensidade entre elas. Os efeitos colaterais variam entre os pacientes.

8- Quimioterapia dói?

A região em que foi aplicada a quimioterapia pode doer ou incomodar. Mas, no geral, a maioria das pessoas não se queixa de dor. Alguns pacientes podem sentir uma fraqueza no corpo (como se fosse uma fadiga de uma gripe forte). É importante frisar que, em caso de dor, o médico e enfermeiro responsáveis devem ser informados.

9- Porque quimioterapia causa enjoo?

A quimioterapia impede a proliferação e renovação celular. Sabemos que o trato gastrointestinal é um dos locais onde há uma grande multiplicação celular. Dessa forma, além de agir nas células do câncer propriamente ditas, a quimioterapia também age nas células do estômago e intestino, deixando esses órgãos mais frágeis e os pacientes mais propícios às náuseas e vômitos.

Outro mecanismo é que a quimioterapia aumenta a liberação de um hormônio chamado de serotonina no tubo gastrintestinal, cujos receptores quando ativados enviam mensagens estimulantes ao centro do vômito no bulbo (região do cérebro).

Há ainda os vômitos antecipatórios. A náusea decorrente da quimioterapia é – ao longo das sessões – associada a recordações do tratamento quimioterápico, como sons específicos, cheiros ou gostos, e até mesmo ao visualizar um programa de televisão que passa no horário da quimioterapia. Esses estímulos acabam desencadeando os sintomas da náusea, mesmo sem o estímulo “quimiotóxico”.

10- Quimioterapia engorda?

Ganhar e perder peso também varia de acordo com o paciente. A maior parte dos tratamentos usam corticoide antes da quimioterapia, a fim de evitar enjoos e alergias. O corticoide pode levar ao ganho de peso e aumento do apetite.

Por outro lado, o paladar e o apetite são afetados pelos demais quimioterápicos, além de muitos pacientes apresentarem náusea. De forma geral, a quimioterapia em si não é responsável por ganho ou perda de peso.


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O Dia Internacional do Homem é comemorado neste dia 19 em meio ao Novembro Azul, mês de alerta aos cuidados com a saúde do homem e da importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que este tipo da doença é o mais incidente no Espírito Santo, sendo que a estimativa aponta que 1500 capixabas devem ser diagnosticados com o tumor até o fim de 2018.

Dados ainda apontam que o câncer de próstata é a segundo que mais mata os homens no país, atrás somente do câncer de pulmão. De acordo com a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, a alta taxa de mortalidade desta doença está associada ao diagnóstico tardio.


“A maioria dos casos são assintomáticos, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada. O diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico, isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural, possibilitando assim a cura.”, explicou.

Prevenção e tratamento

Entre os fatores de risco do câncer de próstata estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo. Ainda há fatores genéticos relacionados a um gene hereditário, passado de pais para filhos.

O tratamento do câncer depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. Ele pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados. Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Fazer consultas regularmente e exames preventivos para prevenir o câncer: esses cuidados parecem ser óbvios, mas por conta de uma rotina agitada, acabam sendo deixados de lado. Para alertar sobre a importância dos cuidados da saúde dos homens, o Novembro Azul é um mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, no Brasil, mais de 68 mil homens devem ser diagnosticados com este tipo de câncer até o fim de 2018, sendo mais de 1.500 no Espírito Santo. A melhor forma de prevenir a doença ou aumentar as chances de cura é o diagnóstico precoce. Por isso, homens de 45 a 50 anos devem realizar o exame de toque retal, mesmo na ausência de sintomas.

Segundo a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, quando o diagnóstico é realizado precocemente, as chances de cura aumentam consideravelmente, dependendo do tipo de câncer. “Principalmente no caso do câncer de próstata, o diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico. Isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural da doença, possibilitando assim a cura”, explicou.

Os fatores de risco podem ser genéticos ou adquiridos. O câncer de próstata hereditário está relacionado a um gene que é passado dos pais para os filhos, ou seja, quem tem histórico familiar deve ficar ainda mais atento. Além disso, homens negros têm mais chances de desenvolver a doença. Já entre os fatores adquiridos estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo.

Sintomas

O câncer de próstata não apresenta sintomas na fase inicial. Quando alguns sinais começam a aparecer, os tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura e ressaltando a importância do diagnóstico precoce. Na fase avançada, os sintomas são:

  • Dor óssea;
  • Dores ao urinar;
  • Presença de sangue na urina;
  • Urgência urinária (não conseguir segurar a urina);
  • Poliúria (ir ao banheiro várias vezes);
  • Noctúria (acordar a noite diversas vezes para urinar);

Prevenção e tratamento

O tratamento depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. O tratamento pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados.

“Falar de saúde e intimidade com homens é complexo, por isso as campanhas de prevenção e mobilização são tão importantes. Na maioria dos casos o câncer de próstata é assintomático, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada”, completou a oncologista.

Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Como você já viu anteriormente em nosso blog, a xerodermia, ou simplesmente secura da pele, é uma manifestação exócrina caracterizada pelo fato de as glândulas sebáceas e sudoríparas produzirem deficientemente as secreções que umedecem e lubrificam a pele. Mas você sabia que a xerodermia pode estar diretamente ligada ao câncer de pele? Neste post vamos falar mais sobre esse assunto. Continue lendo!

câncer de pele é um dos tipos mais frequentes entre os brasileiros. Segundo o Inca, em 2017, ele apresentou cerca de 180 mil novos casos no país. A relação da xerodermia com a doença não é direta. Porém, a pele que fica mais exposta aos raios solares e, consequentemente, mais propensa ao câncer de pele. Portanto, sempre é muito importante o uso de protetor solar diariamente.

Possíveis complicações da xerodermia

Além do risco de câncer de pele, na pessoa com xerodermia, a pele exibe sintomas de envelhecimento prematuro, principalmente nas áreas expostas ao sol. Em casos mais extremos, é possível ocorrer cegueira, em razão de lesões nos olhos ou de cirurgia na região ocular, e também perda de audição, relacionada à degeneração do sistema nervoso.

Tratamento para xerodermia  

Ao contrário do câncer de pele, não há cura para a xerodermia. Assim, o tratamento é sintomático, ou seja, focado em cuidar dos sintomas individualmente para evitar mais problemas futuros. Nesse aspecto, as orientações são bem simples: evite agredir a pele com altas temperaturas e exposição ao sol sem proteção. E lembre-se a chave para tratar a pele seca é mantê-la úmida (hidratada), por isso use hidratantes e fique atento às recomendações do seu médico.

Se pararmos para pensar, a pele é o primeiro órgão de defesa de nosso corpo contra agressões do meio externo. A xerodermia requer cuidados redobrados. Cuide-se!

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A apneia do sono pode gerar muitas complicações na vida de uma pessoa. Se essa passa por tratamento de câncer é preciso ainda mais cuidados para que a obstrução das vias aéreas nasais não prejudique.

Pacientes oncológicos precisam ter um cuidado especial com a saúde do sono também. Uma boa noite de descanso pode garantir mais energia para o dia a dia e prevenir irritabilidade, depressão e indisposição. Confira neste material mais informações e como tratar esse distúrbio do sono.

O que é apneia do sono?

A apneia do sono ocorre quando os músculos da garganta relaxam durante o sono obstruindo a passagem do ar, impedindo a respiração. Isso envia uma mensagem de perigo ao cérebro, que desperta por alguns segundos, retomando a respiração.

Esse tipo de distúrbio é comum em pacientes em tratamento de câncer, como afirma Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo: “A apneia do sono está principalmente relacionada à obesidade, sexo masculino e envelhecimento. Esses mesmos fatores de risco também são comuns ao desenvolvimento de alguns cânceres”.

Para entender mais sobre os riscos dessa patologia, a Dra. Carolina explica “os pacientes desenvolvem sintomas como hipersonolência diurna, falta de atenção, depressão e sensação de perda da capacidade de organização, tudo isso atrapalha o bem-estar físico e psicológico”.

Como tratar esse distúrbio do sono?

Para fazer o tratamento correto da apneia do sono, Dra. Carolina recomenda atenção especial à dieta e ao consumo de bebidas alcoólicas, além de procurar um médico especialista em medicina do sono, que poderá indicar o exame de Polissonografia.

CPAP para apneia do sono

Este exame, caso positivo para apneia do sono, pode indicar o uso do CPAP, “aparelho que administra uma pressão positiva de ar, que destina-se a manter as vias aéreas superiores desobstruídas durante o sono e, consequentemente, a evitar o colapso faríngeo” esclarece a Doutora.

Para descobrir outras causas e a identificação da apneia do sono, clique aqui e saiba mais sobre este tema.

Fique de olho em nosso Blog! Sempre temos uma novidade sobre saúde e bem-estar para você!

Fonte: Dra. Carolina Conopca CRM: ES 11.130