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Tratamento do câncer

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O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 428 pessoas morrem por dia, por problemas gerados pelo cigarro, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso porque esse produto contém mais de 4.000 substâncias tóxicas, em que pelo menos 70 delas têm efeitos cancerígenos.

A nicotina, substância psicoativa presente na fumaça do cigarro, é a responsável por causar a dependência. Uma vez que ao inalar essa substância, ela se liga aos receptores nicotínicos cerebrais, que, quando ativados liberam a dopamina, um neurotransmissor que causa as sensações de prazer e de satisfação. Os efeitos desaparecem ou diminuem logo após algumas horas do consumo e a sensação de abstinência começa a surgir, motivando assim, a dependência.

Cigarro: um grande vilão

Que todo mundo sabe que a principal causa do câncer de pulmão é o cigarro isso é óbvio, mas você sabia que ele pode ser o agente causador de mais de 10 outros tipos de câncer? Descubra quais são eles:   

  • Câncer de boca
  • Câncer de laringe
  • Câncer de faringe
  • Câncer de estômago
  • Câncer de esôfago
  • Câncer de pâncreas
  • Câncer de rim
  • Câncer de fígado
  • Câncer de colo de útero
  • Câncer de bexiga
  • Alguns tipos de leucemia

O tabagismo é o principal fator para o desenvolvimento de 90% dos cânceres de pulmão e boca. Só no Espírito Santo, quase mil casos devem surgir até o fim deste ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as substâncias presentes no cigarro transformam o material genético das células e acarretam no surgimento do tumor. “Além disso, pacientes com câncer que continuam fumando estão expostos ao surgimento de novos tumores e de outras doenças”, completa.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Dezembro Laranja é o mês de conscientização sobre os perigos e a necessidade do combate e prevenção do câncer de pele. Diretamente ligado ao sol, esse tipo de tumor é o mais incidente entre os brasileiros. Só no Espírito Santo, estimativas apontam que, até o fim de 2018, mais de 1700 casos de câncer de pele devem ser registrados. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, para esclarecer algumas dúvidas. Confira!

O que causa o câncer de pele? Como prevenir?

O câncer de pele, como as demais formas de câncer, é formado por uma mutação genética no DNA que promove a proliferação de células modificadas, com potencial de se disseminar pelo organismo, crescer e multiplicar-se de forma desenfreada. A melhor forma de proteção é evitar a exposição excessiva ao sol.

É perigoso ficar exposto ao sol? Por que é tão ruim para a pele?

Sim, a exposição aos raios UV é a principal forma de agressão à pele. Ela promove as mutações causadoras do câncer de pele.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem diversos tipos de câncer de pele, isso depende da célula precursora do câncer. Os tipos mais comuns são o Carcinoma Espinocelular (proveniente das células escamosas), Carcinoma Basocelular (provenientes de células basais, as mais profundas da pele) ambos são descritos como câncer de pele não-melanoma.

Já o melanoma é um câncer que se forma a partir das células chamadas melanócitos, que são responsáveis pela pigmentação da pele. O melanoma é menos comum, porém extremamente agressivo, com alto potencial de gerar metástases para outros órgãos.

O câncer de pele tem uma relação genética?

Sim, existem fatores genéticos hereditários, principalmente ligados ao melanoma. Bem como fatores de risco em relação ao tipo de pele do indivíduo. Pessoas com pele branca, olhos claros, cabelos ruivos e loiros tem maior chance de desenvolver o câncer de pele.

Quais são os fatores de risco?

Tanto a exposição ao Sol acumulada ao longo da vida quanto os episódios ocasionais de exposição intensa (que, em geral, provocam queimaduras) contribuem para provocar o câncer de pele. Os tumores surgem com maior frequência nas áreas expostas do corpo, especialmente na face, nas orelhas, no pescoço, no couro cabeludo, nos ombros e no dorso.

Em alguns casos, a exposição à radiação, a existência de lesões abertas que não cicatrizam, o contato com arsênico, a existência de doenças de pele inflamatórias crônicas, bem como complicações decorrentes de cicatrizes, queimaduras, infecções, vacinas e até mesmo de tatuagens são outros fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença.

As pessoas que têm maior risco são aquelas de pele branca, cabelo loiro ou ruivo e olhos azuis, verdes ou acinzentados. Os homens apresentam um número maior de casos do que as mulheres, mas hoje existe uma quantidade maior de mulheres com a doença do que no passado. Trabalhadores cuja ocupação exige longos períodos ao ar livre e pessoas que desfrutam os seus momentos de lazer sob o Sol são particularmente susceptíveis à doença.

Como é feito o tratamento? Quando é indicada a cirurgia?

O tratamento é essencialmente cirúrgico nos tipos de câncer de pele não melanoma. No caso do melanoma, muitas vezes além de cirurgia pode ser necessária a quimioterapia, a depender do estágio em que se encontra a doença. Na grande maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento de escolha.


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A quimioterapia é um dos principais tratamentos na luta contra o câncer. Mesmo assim, poucas pessoas conhecem, de fato, como ela funciona. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo para nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas. Confira!

1- A quimioterapia é feita antes ou depois da cirurgia?

Depende do tipo de tumor, do órgão acometido e do estado da doença.

2- Quais efeitos a quimioterapia pode causar?

Náusea e vômito; queda de cabelos; leucopenia e neutropenia, que é a diminuição dos glóbulos brancos; septicemia (complicações em caso de infecções); plaquetopenia, que é a diminuição das plaquetas, ou seja, as células do sangue que iniciam a coagulação; anemia; infertilidade; toxicidade cardíaca, que é a diminuição da força do coração; mucosite (feridas na boca e garganta); toxicidade para o rim; e diarreia.

É importante lembrar que a intensidade e duração de cada efeito dependerão dos medicamentos utilizados e de suas doses.

3- Como age no organismo?

Sabemos que o câncer é formado por uma proliferação acelerada de células anormais. A quimioterapia convencional, que chamamos de citotóxica, age impedindo que as células se multipliquem.

Existem quimioterápicos que agem por meio de alvos-moleculares, impedindo vias de sinalização celular; alguns que impedem a formação de novos vasos sanguíneos (dessa forma o tumor fica sem alimento e oxigênio); e alguns tratamentos mais novos que “ensinam” o próprio sistema de defesa do paciente a combater o tumor.

4- Como é aplicada a quimioterapia?

A maioria das medicações são diluídas em um soro e aplicadas de forma endovenosa, ou seja, diretamente na veia. Ainda há quimioterápicos desenvolvidos em forma de comprimidos, em que o paciente toma em casa, mas sempre com um acompanhamento regular com oncologista.

5- Ela é feita de quanto em quanto tempo?

Os ciclos podem ser semanais, quinzenais, a cada três semanas e até mensais.

6- Qual diferença entre quimioterapia branca e vermelha?

Essa classificação de branca e vermelha foi amplamente difundida pelas pacientes que fazem tratamento para câncer de mama. A medicação Doxorrubicina deixa o soro com uma coloração avermelhada, fazendo com que algumas pessoas a chamem de “quimioterapia vermelha”. Já as demais fases do tratamento não têm essa coloração e são popularmente chamadas como “quimioterapia branca”.

7- Qual quimioterapia é mais forte?

Não há uma gradação de intensidade entre elas. Os efeitos colaterais variam entre os pacientes.

8- Quimioterapia dói?

A região em que foi aplicada a quimioterapia pode doer ou incomodar. Mas, no geral, a maioria das pessoas não se queixa de dor. Alguns pacientes podem sentir uma fraqueza no corpo (como se fosse uma fadiga de uma gripe forte). É importante frisar que, em caso de dor, o médico e enfermeiro responsáveis devem ser informados.

9- Porque quimioterapia causa enjoo?

A quimioterapia impede a proliferação e renovação celular. Sabemos que o trato gastrointestinal é um dos locais onde há uma grande multiplicação celular. Dessa forma, além de agir nas células do câncer propriamente ditas, a quimioterapia também age nas células do estômago e intestino, deixando esses órgãos mais frágeis e os pacientes mais propícios às náuseas e vômitos.

Outro mecanismo é que a quimioterapia aumenta a liberação de um hormônio chamado de serotonina no tubo gastrintestinal, cujos receptores quando ativados enviam mensagens estimulantes ao centro do vômito no bulbo (região do cérebro).

Há ainda os vômitos antecipatórios. A náusea decorrente da quimioterapia é – ao longo das sessões – associada a recordações do tratamento quimioterápico, como sons específicos, cheiros ou gostos, e até mesmo ao visualizar um programa de televisão que passa no horário da quimioterapia. Esses estímulos acabam desencadeando os sintomas da náusea, mesmo sem o estímulo “quimiotóxico”.

10- Quimioterapia engorda?

Ganhar e perder peso também varia de acordo com o paciente. A maior parte dos tratamentos usam corticoide antes da quimioterapia, a fim de evitar enjoos e alergias. O corticoide pode levar ao ganho de peso e aumento do apetite.

Por outro lado, o paladar e o apetite são afetados pelos demais quimioterápicos, além de muitos pacientes apresentarem náusea. De forma geral, a quimioterapia em si não é responsável por ganho ou perda de peso.


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O Dia Internacional do Homem é comemorado neste dia 19 em meio ao Novembro Azul, mês de alerta aos cuidados com a saúde do homem e da importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que este tipo da doença é o mais incidente no Espírito Santo, sendo que a estimativa aponta que 1500 capixabas devem ser diagnosticados com o tumor até o fim de 2018.

Dados ainda apontam que o câncer de próstata é a segundo que mais mata os homens no país, atrás somente do câncer de pulmão. De acordo com a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, a alta taxa de mortalidade desta doença está associada ao diagnóstico tardio.


“A maioria dos casos são assintomáticos, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada. O diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico, isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural, possibilitando assim a cura.”, explicou.

Prevenção e tratamento

Entre os fatores de risco do câncer de próstata estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo. Ainda há fatores genéticos relacionados a um gene hereditário, passado de pais para filhos.

O tratamento do câncer depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. Ele pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados. Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Fazer consultas regularmente e exames preventivos para prevenir o câncer: esses cuidados parecem ser óbvios, mas por conta de uma rotina agitada, acabam sendo deixados de lado. Para alertar sobre a importância dos cuidados da saúde dos homens, o Novembro Azul é um mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, no Brasil, mais de 68 mil homens devem ser diagnosticados com este tipo de câncer até o fim de 2018, sendo mais de 1.500 no Espírito Santo. A melhor forma de prevenir a doença ou aumentar as chances de cura é o diagnóstico precoce. Por isso, homens de 45 a 50 anos devem realizar o exame de toque retal, mesmo na ausência de sintomas.

Segundo a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, quando o diagnóstico é realizado precocemente, as chances de cura aumentam consideravelmente, dependendo do tipo de câncer. “Principalmente no caso do câncer de próstata, o diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico. Isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural da doença, possibilitando assim a cura”, explicou.

Os fatores de risco podem ser genéticos ou adquiridos. O câncer de próstata hereditário está relacionado a um gene que é passado dos pais para os filhos, ou seja, quem tem histórico familiar deve ficar ainda mais atento. Além disso, homens negros têm mais chances de desenvolver a doença. Já entre os fatores adquiridos estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo.

Sintomas

O câncer de próstata não apresenta sintomas na fase inicial. Quando alguns sinais começam a aparecer, os tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura e ressaltando a importância do diagnóstico precoce. Na fase avançada, os sintomas são:

  • Dor óssea;
  • Dores ao urinar;
  • Presença de sangue na urina;
  • Urgência urinária (não conseguir segurar a urina);
  • Poliúria (ir ao banheiro várias vezes);
  • Noctúria (acordar a noite diversas vezes para urinar);

Prevenção e tratamento

O tratamento depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. O tratamento pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados.

“Falar de saúde e intimidade com homens é complexo, por isso as campanhas de prevenção e mobilização são tão importantes. Na maioria dos casos o câncer de próstata é assintomático, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada”, completou a oncologista.

Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Como você já viu anteriormente em nosso blog, a xerodermia, ou simplesmente secura da pele, é uma manifestação exócrina caracterizada pelo fato de as glândulas sebáceas e sudoríparas produzirem deficientemente as secreções que umedecem e lubrificam a pele. Mas você sabia que a xerodermia pode estar diretamente ligada ao câncer de pele? Neste post vamos falar mais sobre esse assunto. Continue lendo!

câncer de pele é um dos tipos mais frequentes entre os brasileiros. Segundo o Inca, em 2017, ele apresentou cerca de 180 mil novos casos no país. A relação da xerodermia com a doença não é direta. Porém, a pele que fica mais exposta aos raios solares e, consequentemente, mais propensa ao câncer de pele. Portanto, sempre é muito importante o uso de protetor solar diariamente.

Possíveis complicações da xerodermia

Além do risco de câncer de pele, na pessoa com xerodermia, a pele exibe sintomas de envelhecimento prematuro, principalmente nas áreas expostas ao sol. Em casos mais extremos, é possível ocorrer cegueira, em razão de lesões nos olhos ou de cirurgia na região ocular, e também perda de audição, relacionada à degeneração do sistema nervoso.

Tratamento para xerodermia  

Ao contrário do câncer de pele, não há cura para a xerodermia. Assim, o tratamento é sintomático, ou seja, focado em cuidar dos sintomas individualmente para evitar mais problemas futuros. Nesse aspecto, as orientações são bem simples: evite agredir a pele com altas temperaturas e exposição ao sol sem proteção. E lembre-se a chave para tratar a pele seca é mantê-la úmida (hidratada), por isso use hidratantes e fique atento às recomendações do seu médico.

Se pararmos para pensar, a pele é o primeiro órgão de defesa de nosso corpo contra agressões do meio externo. A xerodermia requer cuidados redobrados. Cuide-se!

Acompanhe o Blog Medquimheo para mais dicas sobre saúde e bem-estar!


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A apneia do sono pode gerar muitas complicações na vida de uma pessoa. Se essa passa por tratamento de câncer é preciso ainda mais cuidados para que a obstrução das vias aéreas nasais não prejudique.

Pacientes oncológicos precisam ter um cuidado especial com a saúde do sono também. Uma boa noite de descanso pode garantir mais energia para o dia a dia e prevenir irritabilidade, depressão e indisposição. Confira neste material mais informações e como tratar esse distúrbio do sono.

O que é apneia do sono?

A apneia do sono ocorre quando os músculos da garganta relaxam durante o sono obstruindo a passagem do ar, impedindo a respiração. Isso envia uma mensagem de perigo ao cérebro, que desperta por alguns segundos, retomando a respiração.

Esse tipo de distúrbio é comum em pacientes em tratamento de câncer, como afirma Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo: “A apneia do sono está principalmente relacionada à obesidade, sexo masculino e envelhecimento. Esses mesmos fatores de risco também são comuns ao desenvolvimento de alguns cânceres”.

Para entender mais sobre os riscos dessa patologia, a Dra. Carolina explica “os pacientes desenvolvem sintomas como hipersonolência diurna, falta de atenção, depressão e sensação de perda da capacidade de organização, tudo isso atrapalha o bem-estar físico e psicológico”.

Como tratar esse distúrbio do sono?

Para fazer o tratamento correto da apneia do sono, Dra. Carolina recomenda atenção especial à dieta e ao consumo de bebidas alcoólicas, além de procurar um médico especialista em medicina do sono, que poderá indicar o exame de Polissonografia.

CPAP para apneia do sono

Este exame, caso positivo para apneia do sono, pode indicar o uso do CPAP, “aparelho que administra uma pressão positiva de ar, que destina-se a manter as vias aéreas superiores desobstruídas durante o sono e, consequentemente, a evitar o colapso faríngeo” esclarece a Doutora.

Para descobrir outras causas e a identificação da apneia do sono, clique aqui e saiba mais sobre este tema.

Fique de olho em nosso Blog! Sempre temos uma novidade sobre saúde e bem-estar para você!

Fonte: Dra. Carolina Conopca CRM: ES 11.130


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No mês mais rosa do ano, o Grupo de Mulheres da Medquimheo, doará a renda arrecadada com a venda de artesanatos confeccionados por elas para uma instituição de crianças em situação de risco, a Associação de Vivência Shalon. Tudo isso ocorrerá durante o Singularidade Revelada, a ser realizado no dia 19, das 8h30 às 13h, no Espaço de Eventos do Hospital Metropolitano e que trará uma movimentação de amor e apoio ao próximo, além de reunir especialistas que promoverão palestras relacionadas ao tema de câncer de mama e Outubro Rosa.

De acordo com Janine Rover de Mello, nutricionista da Medquimheo e uma das organizadoras, o evento de Outubro Rosa também contará com duas exposições fotográficas, a primeira será do Grupo de Mulheres Guerreiras Medquimheo. “A outra novidade será nossa linda exposição de fotos das crianças que estão em tratamento de câncer na clínica. Todas vestidas de super-heróis, mostrando o quão guerreiras são”, explica.

Gabriela Simmer, psicóloga e profissional também à frente do movimento de Outubro Rosa, explica que um dos principais objetivos é alertar sobre como é fundamental a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e oferecer um momento de descontração a quem está nesta situação. “As mulheres que têm passado por esse momento estarão ativas no dia e serão, junto com as crianças, as grandes estrelas da exposição fotográfica”, conta.

Valor dos produtos revertidos a quem precisa de ajuda

As almofadas, panos de prato e chaveiros expostos à venda foram feitos pelas mãos das Mulheres Guerreiras da Medquimheo, que se empenham no tratamento contra o câncer e acreditam que a solidariedade é uma fonte determinante para o enfrentamento do problema.

O câncer de mama no ES

Segundo levantamento feito pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca 1130 pessoas podem ser vítimas do câncer de mama no Espírito Santo até o final deste ano. Por isso o diagnóstico precoce é determinante para aumentar as chances de cura. 

Por isso, não deixe de comparecer ao evento Singularidade Revelada e continue acompanhando o Blog da Medquimheo para mais informações sobre o tratamento do câncer de mama.


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Quando se ouve falar em crioterapia, ela geralmente está relacionada a procedimentos estéticos para “perda de gordura”, não é mesmo? Mas você sabia que a técnica também pode ser utilizada nos cabelos, para evitar a queda dos fios em decorrência da quimioterapia? A oncologista da Medquimheo, Dr. Carolina Conopca conta um pouco mais neste post. Continue lendo!

O diagnóstico de câncer representa uma mudança muito grande na rotina. Além de lidar com a doença, os pacientes também enfrentam os efeitos colaterais, como náuseas, desconfortos, entre outros. A queda de cabelo também é uma das principais consequências da quimioterapia. No caso das mulheres, é comum que a autoestima seja afetada por isso.

A queda dos fios acontece porque a quimioterapia atua tanto nas células cancerígenas quanto nas saudáveis, atingindo inclusive os folículos pilosos, responsáveis pela produção dos cabelos, fazendo com que caiam.

A crioterapia previne a queda?

Segundo Dra. Carolina, em parte, previne a queda, sim! Ela explica que a crioterapia capilar “consiste em um sistema de resfriamento do couro cabeludo por meio de ar refrigerado conduzido por uma touca térmica, que a paciente usa durante as sessões do tratamento”.

De acordo com a médica, essa prática antes, durante e depois da quimioterapia reduz o fluxo sanguíneo nos folículos pilosos, preservando-os. Ainda assim, ela alerta que mesmo com a utilização da touca de resfriamento, é esperada a queda moderada dos fios, entre 30 e 50%.

Melhora da autoconfiança

É importante deixar claro que a crioterapia capilar não apresenta benefícios ou prejuízos quanto à eficácia da quimioterapia no tratamento do câncer. Mas, como conta a médica da Medquimheo: “Os ganhos estão no fato da técnica promover uma melhora na autoconfiança”.

Nossa psicóloga Gabriela Simmer também contribuiu com sua opinião, aqui para o Blog: “Muitas pessoas relacionam a autoestima somente a uma questão estética, mas vai muito além”, conta. De acordo com a profissional, quando a paciente está bem consigo, ela se sente mais forte e, portanto, mais preparada para enfrentar a quimioterapia.

Aqui na Medquimheo, nossa equipe está preparada para dar toda a assistência necessária durante o tratamento.

Caso tenha ficado com alguma dúvida, conte para nós nos comentários!


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É comum durante o tratamento oncológico ouvir alguns termos médicos que você não está familiarizado. Um deles é metástase, comumente usado com pesar para se referir ao estado de um paciente. Isso acontece porque o termo refere-se ao espalhamento do câncer para outras partes do corpo, além do local inicial. Continue lendo!

Apesar de causar espanto em algumas pessoas, não se desespere! A metástase não significa que o novo órgão afetado desenvolveu câncer. A oncologista aqui da Medquimheo Layla Torres Gaze explica: “a metástase ocorre quando as células cancerosas viajam por meio da corrente sanguínea ou vasos linfáticos para outras partes do corpo. Assim, elas continuam a ser do local primário, devendo ser tratadas da mesma forma.”

Segundo a médica, as metástases podem surgir em qualquer local do corpo. “As áreas afetadas com mais frequência são os pulmões, o fígado e os ossos, podendo variar de acordo com o câncer original”, salienta.

Como identificar o câncer da metástase

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É comum que a identificação da metástase aconteça durante os exames realizados no diagnóstico do câncer primário. Entretanto, como as células cancerígenas vão se acumulando no novo local até formar um tumor semelhante ao original, é possível que a metástase só seja detectada após o diagnóstico inicial por meio das consultas, do exame físico e dos exames laboratoriais e de imagem.

Por isso, Dra. Layla ressalta a importância de manter um acompanhamento clínico após o diagnóstico e tratamento de um câncer localizado.

Tratamento do câncer metastático

O tratamento de um tumor a partir da metástase ocorre de diferentes formas. Uma delas é a terapia sistêmica, que é feita no paciente por meio da quimioterapia ou da hormonioterapia.

Outra excelente alternativa é o tratamento local, com cirurgia e radioterapia, ou mesmo uma combinação dos outros citados. A recomendação irá variar de acordo com cada caso. É fundamental consultar com o seu oncologista responsável a melhor escolha para você!

Continue acompanhando os posts aqui no blog da Medquimheo e saiba tudo sobre o tratamento de câncer!