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Tira-dúvidas sobre câncer


relacao-anemia-leucemiaA anemia está na lista de transtornos hematológicos mais comuns. A causa pode estar relacionada a uma série de fatores e não somente à alimentação, como a grande maioria acredita. Deficiência de nutrientes é uma causa comum, mas perda crônica de sangue, verminoses e doenças de outros órgãos (como as da tireoide, por exemplo) podem colaborar para seu surgimento. Há quem confunda os sintomas desse problema com a leucemia. Mas hematologistas explicam que na imensa maioria dos casos não há qualquer relação entre ambas. Raramente, no entanto, a anemia pode ser o primeiro sinal de um câncer no sangue.  

 

Doença maligna originada nos glóbulos brancos, a leucemia é caracterizada pelo acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, região do organismo em que são produzidas as células sanguíneas. Este acúmulo de células anormais impede a produção dos glóbulos normais: vermelhos, brancos e as plaquetas. A redução de produção dos glóbulos vermelhos pode causar a anemia. Segundo a hematologista Evelyne Monteiro, da Medquimheo, a relação entre as duas doenças está neste ponto.

 

“A anemia não é uma doença, mas sim uma alteração na saúde. Os sintomas mais frequentes são palidez e fadiga. Em alguns casos pode ocorrer icterícia e aumento do baço. É comum que alguns pacientes com uma anemia persistente  pensem que ela se transformará em leucemia, mas isso é um mito. O mais indicado nestas situações é buscar o diagnóstico e ter o tratamento correto”, esclarece a especialista.

 

Especialista explica quando anemia pode virar um problema mais grave

 

Geralmente, a anemia é de fácil tratamento e controle. Mas hemorragias digestivas são preocupantes. Elas podem ocasionar uma perda de sangue muito grande em curto espaço de tempo. Como consequência, a pressão arterial cai rapidamente – o que os médicos chamam de choque hemorrágico. A hemorragia digestiva pode se manifestar por evacuação de coloração escura (fezes negras, amolecidas e de odor extremamente fétido) e palidez de rápida instalação. Ainda de acordo com a hematologista, úlceras podem ser as responsáveis por esse agravante. “Ao detectar esses sintomas, o paciente deve procurar uma emergência rapidamente”, orienta.



Enfermeiro capixaba explica os procedimentos necessários para que as pessoas com a doença procurem os seus direitos

 

O prazo para a entrega do Imposto de Renda termina no próximo dia 30 e há quem ainda está perdido em meio aos procedimentos necessários. Algumas pessoas desconhecem até mesmo os seus direitos para a isenção do tributo, como é o caso de indivíduos com doenças graves.  Quem possui câncer, por exemplo, está entre as exceções. Pacientes com o transtorno têm direito a total isenção do IR sobre os valores recebidos nos rendimentos de aposentadoria, reforma e até nos casos de pensões alimentícias recebidas como complementações de entidades privadas. 

De acordo com o enfermeiro oncológico Adriano Souza, o primeiro passo para obter a isenção é realizar o requerimento. “A partir da confirmação do diagnóstico da doença, é necessário comparecer ao posto da Previdência Social mais próximo e marcar a perícia médica, que irá definir a possibilidade do benefício. É necessário levar documentos como carteira de trabalho e identidade”, orienta.

Para estimular os pacientes a recorrerem aos seus direitos, alguns hospitais divulgam compilados de informações. Adriano ficou à frente da produção de uma cartilha para os pacientes da clínica capixaba Medquimheo. O material auxilia dezenas de pacientes em tratamento. Segundo ele, o conteúdo é uma espécie de apoio que facilita o entendimento no processo de solicitação desse e de outros benefícios previstos por Lei.

Restituição também é possível

Conforme a legislação determina, o paciente pode pedir a restituição dos valores descontados nos últimos cinco anos. Mas é necessário comprovar que durante o período estipulado todos os requisitos para a obtenção do benefício sejam propensos.

 




 

Quando se fala em câncer e gravidez é comum que existam dúvidas entre a grande maioria das mulheres. Questões como fertilidade, produção de leite e interferência da quimioterapia durante a gestação são frequentes nesses casos. Especialistas informam que as grávidas estão propensas, como todas as mulheres, a desenvolver diversos tipos de câncer. Alguns são ainda mais comuns nesta fase, como o câncer de mama, em virtude das alterações hormonais que ocorrem durante essa etapa.

 

De acordo com o mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, da Medquimheo, o câncer, por si só, não é capaz de causar problemas de saúde ao feto. “No entanto, o tratamento do câncer pode trazer consequências, e, em alguns casos, a legislação brasileira permite a indicação de aborto terapêutico para que o tratamento da doença materna seja realizado. Em caso de quimioterapia, se o tumor for detectado muito precocemente, ainda na fase de formação do embrião, ela pode prejudicar definitivamente na saúde do bebê, de forma que, em nome da saúde da mãe e do filho, é recomendado o aborto terapêutico. Contudo, se o câncer surgir em fases posteriores da gravidez, em especial após o primeiro trimestre de gravidez, a quimioterapia é segura de ser realizada, na maioria das vezes, e segue, quase sempre, de maneira convencional, sem prejudicar o bebê”, esclarece. 

Fertilidade após o tratamento

Todos os tratamentos oncológicos visam a prejudicar o mínimo possível o futuro reprodutivo feminino. Mesmo em casos de câncer de colo uterino, ovário ou de mama, em que os tratamentos podem cursar com cirurgias e radioterapia, é possível promover o tratamento adequado casado com o desejo da paciente em ser mãe.

Mas cada tipo de câncer tem a sua peculiaridade. Em se tratando do câncer de pele, não é necessário um intervalo longo entre o tratamento e a gravidez posterior. “Alguns cânceres como as leucemias e os cânceres ginecológicos podem exigir um tempo maior entre o fim do tratamento e a gravidez, já que os hormônios da gestação podem incentivar o surgimento de recidivas ou de novos tumores”, alertou o médico.

Produção de leite

Ainda de acordo com o mastologista, às vezes, a amamentação pode ser comprometida pela cirurgia, mas, como regra geral, a produção de leite materno não é prejudicada.

 



Carnaval é a época de curtir. O povo capixaba vai às ruas para aproveitar uma das maiores festas do País. E é no meio de toda essa folia, que a atenção à saúde deve ser ainda maior. De acordo com especialistas, o contágio de doenças sexualmente transmissíveis ocorre mais comumente nesta temporada. A grande maioria das DST´s pode trazer consequências graves, como câncer de colo uterino, câncer de reto e câncer de pênis (ligados ao HPV), câncer de fígado (ligado aos vírus da hepatite) e a um tipo de sarcoma (em casos graves de AIDS).

Segundo o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior, o problema é que essas doenças são silenciosas, insidiosas e demoram muito tempo para se manifestar. “Uma relação sexual desprotegida hoje pode levar a estes cânceres após muitos anos”, alerta o médico.
 

HPV

O HPV é, disparado, o vírus sexualmente transmissível mais relacionado com o surgimento de tumores. Seu comportamento no corpo humano pode alterar as células infectadas, gerando, em tempo variado, câncer de colo do útero, câncer anorretal, câncer de pênis, entre outros mais raros.
 

Prevenção

Como todas estas doenças estão relacionadas ao sexo desprotegido, evidentemente que o uso do preservativo (masculino ou feminino) reduz muito a contaminação. “Vale lembrar que o preservativo deve ser utilizado em todas as formas de sexo. Caso, ainda assim, haja o contato físico ou com secreções, o indivíduo deve procurar imediatamente o médico para que sejam tomadas as providências tardias”, pontua o profissional.