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Nutrição

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Enjoo, perda de apetite, dificuldade para engolir, feridas nos lábios e na língua, boca seca, anemia e riscos de infecções são os efeitos colaterais mais comuns em pacientes que passa pela quimioterapia. Neste post, a nutricionista Naira Fraga apresenta três receitas que, além de simples e saborosas, ainda auxiliam no enfrentamento desses efeitos.

Sopa Vichyssoise

Indicada: falta de apetite, dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 1 cebola;
  • 2 dentes de alho;
  • 2 alhos-porós em rodelas;
  • 4 batatas médias;
  • 1 litro de caldo de galinha ou legumes caseiro;
  • 1 colher de azeite
  • 1/2 de xícara de chá de creme de leite.

Modo de preparo:  Em uma panela, aqueça o azeite, refogue a cebola e o alho- poró em fogo médio por três minutos. Acrescente o caldo e as batatas, tempere com sal e ervas a gosto. Quando começar a ferver, baixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos ou até que as batatas fiquem bem macias. Em seguida, bata a sopa no liquidificador até obter um purê homogêneo. Volte a sopa para a panela e acrescente o creme de leite. Sirva fria ou quente.

Wrap de ervas e agrião

Indicado: perda de apetite e intestino preso.

Ingredientes:

  • 2 fatias de pão árabe;
  • 1 xícara (chá) de ricota;
  • 1/2 xícara (chá) de requeijão;
  • 2 xícaras (chá) de folha de agrião;
  • 1 cenoura ralada;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 colher (sopa) de folha de manjericão;
  • Sal a gosto.

Modo de preparo: no processador, bata a ricota com o requeijão, a salsinha, o manjericão e tempere com sal (ou bata tudo em um pilão). Depois, misture com a cenoura ralada. Em seguida, espalhe essa pasta por cada camada de pão e acrescente o agrião, enrolando com cuidado e apertando bem. Corte cada rolinho em fatias e sirva.

Arroz cremoso

Indicado: dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • 1 dente de alho picado;
  • ½ cebola picada;
  • 1 alho-poró (parte branca em fatias);
  • 1 tomate sem sementes e picado;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 xícara (chá) de ervilhas frescas;
  • 2 xícaras (chá) de arroz, lavado e escorrido;
  • 6 xícaras (chá) de água fervente;
  • 1/2 de xícara (chá) de creme de leite;
  • 1 colher (chá) de sal.

Modo de preparo: Em uma panela, coloque o azeite, a cebola e o alho e deixe dourar. Junte o alho-poró, o tomate e a ervilha. Em seguida, acrescente o arroz e refogue por mais 5 minutos. Adicione a água, o sal e cozinhe em fogo baixo até o arroz secar. Por fim, desligue o fogo, misture o creme de leite e a salsinha e sirva.

Confira mais #DicasDaNutri:

  1. Suco de romã possui propriedades cancerígenas. Veja a receita!
  2. Saiba quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer
  3. Garanta energia o dia todo com o suco verde de pêssego!

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A constante busca por uma alimentação alternativa ou por dietas específicas é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Isso pode ser percebido pelo consumo de alimentos diet e light,que tem aumentado, significativamente, nos últimos anos. Mas, você sabe qual a diferença e para que, exatamente, serve cada um deles? No post de hoje, nós, da Medquimheo, além de respondermos a essas perguntas, vamos alertar sobre o consumo dos produtos diet e light. Continue lendo e confira!

Alimentos light

Os alimentos light apresentam quantidades menores de calorias ou de determinado nutriente, como sal, açúcar ou gorduras. Para um produto ser considerado light é preciso que tenha uma redução mínima de 25% quando comparado ao alimento tradicional. Os produtos light podem ser usados em dietas com restrição calórica ou que demandem a ingestão controlada de algum nutriente.

O segredo no consumo dos alimentos light é combiná-los com uma dieta balanceada e com a prática de exercícios físicos.

Alimentos diet

Diferentemente dos light, os alimentos diet são isentos de algum ingrediente (sal, açúcar, gordura, etc.). E, por isso, destinam-se a grupos de pessoas com necessidades específicas, como diabéticos. Na maioria das embalagens dos produtos diet, há expressões como: “livre de”, “zero” e “não contém”.

Atenção aos alimentos light e diet

É importante destacar que os produtos light e diet nem sempre são opções mais saudáveis e indicadas para todos.

Os produtos podem ser isentos ou reduzidos de uma variedade de nutrientes, é preciso atenção ao rótulo. Não é porque o alimento é diet ou light que ele poderá ser usado em uma dieta hipocalórica ou restrita em açúcar, por exemplo.

O alimento light apesar de o menor teor, pode não ser indicado em situações que demandem maiores restrições.

Ao retirar ou reduzir um composto do produto, geralmente é preciso adicionar outro para subtítulo e equilibrar a receita. Por exemplo, o chocolate ter em mente, ao consumir alimentos diet, que é preciso moderação! O chocolate diet , por exemplo, pode ser recomendado a pessoas com diabetes, já que é isento de açúcar. No entanto, para disfarçar o gosto do adoçante utilizado e para manter a consistência, há uma maior adição de gordura. Portanto, não é uma opção mais saudável ou indicado para quem deseja emagrecer.

É essencial que o consumo seja orientado por um nutricionista ou médico.

As melhores informações sobre saúde, você encontra aqui no blog da Medquimheo. Aproveite e continue acompanhando nossos conteúdos!

Separamos outros dois posts que também vão te interessar. Confira:

  1. Saiba como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono
  2. Obesidade é um dos fatores de risco para o câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A quimioterapia pode causar diversos efeitos colaterais ao paciente em tratamento de câncer. Nas primeiras horas, ou até alguns dias após o uso da medicação, podem ocorrer náuseas, alteração do paladar e falta de apetite. Todos esses sintomas são capazes de tornar a alimentação um momento difícil.

Para que a alimentação seja facilitada no dia a quimioterapia, a nutricionista da Medquimheo Naira Fraga reuniu dicas de lanches saudáveis e fáceis de preparar!

Opções de lanches para os dias de quimioterapia

A nutricionista explica que, alimentar-se a cada três horas, com pequenas porções, é uma ótima estratégia para os dias de tratamento. No momento de náuseas intensas, é indicada a ingestão de alimentos de textura mais seca. Alguns exemplos são os vegetais desidratados na forma de chips como mandioca, banana, batata e milho. Eles podem ser consumidos sozinhos ou com patês naturais, conforme a indicação da nutricionista.  

O sanduíche com recheio de patê de frango desfiado, com creme de ricota e hortelã ou manjericão é uma ótima sugestão de lanche saudável para ser experimentado. “Outra comida de fácil preparo e também nutritiva é a salada de macarrão com frango e legumes”, acrescentou.

Picolés cítricos como limão ou abacaxi são opções refrescantes que ajudam no controle de náuseas e perda do paladar. O mesmo vale para as frutas cítricas, que podem ser consumidas geladas ou na forma de sucos como de abacaxi com hortelã, de laranja com morango ou maracujá. Também pode ser feito um milk shake saudável em casa com frutas congeladas como banana e maracujá batidas no liquidificador com leite.

“Salpicar uma colher de leite em pó sobre as frutas ou na salada de fruta faz com que os lanches se tornem mais nutritivos sem deixá-los pesados”, acrescentou.

Como reduzir a náusea e a alteração do paladar?

Para reduzir a náusea durante o tratamento de câncer, a nutricionista indica que os pacientes podem dar preferência a alimentos mais frios ao invés dos quentes.

“Ingerir algo levemente ácido antes das refeições como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida também pode auxiliar no controle da náusea e da alteração do paladar”, disse Naira.

Veja também aqui no Blog alimentos que auxiliam no tratamento do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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Nas estações em que as temperaturas são mais amenas, como outono e inverno, é comum não sentirmos tanta vontade de beber água como no verão. No entanto, é preciso ter em mente que a desidratação também pode ocorrer nos dias mais frios. Confira no post de hoje todos os benefícios e dicas do consumo de água!

Consumo diário de água

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, alerta para a quantidade que devemos consumir de água por dia. “Para você saber quantos litros precisa beber, multiplique seu peso corporal por 30 ml. Por exemplo, uma pessoa que pesa 65 kg, deve tomar diariamente 2 litros, o que equivale a 8 copos aproximadamente”, explica.

Benefícios da água

  • Previne doenças renais, como pedras e insuficiência renal;
  • Regula a temperatura do corpo;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Auxilia no bom funcionamento intestinal;
  • Mantém a pele hidratada;
  • Combate acne, estrias e celulite;
  • Diminui o inchaço;
  • Ajuda na eliminação de toxinas acumuladas em nosso organismo.

5 dicas para facilitar o consumo de água

Se você não é do tipo de pessoa que tem dificuldade para beber água, com certeza conhece alguém assim. As justificativas para isso são as mais diversas possíveis, uns falam que não sentem vontade, outros que não gostam. Mas a questão é que, independente disso, todos precisam.

Geralmente só lembramos de beber água quando aparece a sensação de sede, mas esse já é um sinal que nosso corpo está ficando desidratado. Para tornar o consumo mais fácil, a nutricionista separou 5 dicas, confira:

  1. Beba um copo de água bem cheio assim que acordar, seu dia começará bem melhor.
  2. Leve diariamente para o trabalho, escola, faculdade, ou aonde for, uma garrafa de água. Isso aumenta suas chances de beber.
  3. Existem aplicativos para celulares que de tempos em tempos te lembram de beber água. Instale algum e pronto, não terá desculpas!
  4. Estabeleça metas! Faça um traço na metade da garrafa e escreva um horário, 12h por exemplo. O intuito é que quando der aquela hora, você já tenha bebido esta quantidade.
  5. Acrescente frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida. Assim, ela ganhará um sabor mais doce e leve, podendo agradar mais.

Independente do tempo ou da estação, hidrate-se! Continue acompanhando os posts da Medquimheo e fique sempre bem informado.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252



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A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A couve-flor é uma hortaliça que merece estar sempre presente na sua alimentação, pois oferece uma grande quantidade de nutrientes. Além da vitamina C, B5, B6, B9, K e do manganês, contém antioxidantes que inibem os efeitos dos radicais livres. Segundo estudos do National Center for Biotechnology Information, a couve-flor é um dos alimentos que auxiliam no tratamento do câncer. Isso porque um dos seus componentes, o indol-3-carbinol, é responsável por prevenir mutações celulares.

Para facilitar e diversificar o consumo de alimentos saudáveis, várias receitas criativas são elaboradas. No post de hoje, vamos te ensinar a fazer um bolinho de couve-flor, uma receita simples e saudável. Continue lendo para não perder nenhum detalhe!

Bolinho de couve-flor

Ingredientes:

  • 1 unidade de couve-flor;
  • ½ unidade de cebola;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
  • ¼ xícara de farinha de mandioca fina;
  • ½ colher de chá de cominho em pó;
  • ½ colher de chá de fermento.

Modo de preparo

Corte toda a couve-flor em pequenos ramos e lave em água corrente. Em seguida, cozinhe até que fiquem bem macios. Em um processador ou liquidificador, adicione e bata os pedaços de couve-flor já cozidos junto com a farinha de linhaça, o azeite, a cebola cortada em cubos e os temperos à gosto. Depois de esfriar, acrescente a farinha de mandioca e o fermento químico, misturando bem. Modele os bolinhos como preferir e coloque-os em uma forma, levando ao forno, já pré aquecido, cerca de 25 a 30 minutos a 180° ou até ficarem dourados e com uma casquinha crocante.

Com receitas como essa fica fácil ter uma alimentação saudável, não acha? Para ter acesso a mais conteúdos, como dicas e receitas, continue acompanhando o blog da Medquimheo!


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Alimentos com uma grande concentração de fibras, vitaminas, proteínas, antioxidantes e outros nutrientes têm o poder de recuperar o organismo, retardar o envelhecimento precoce de órgãos e tecidos, além de ajudar na prevenção de doenças como o câncer.

No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a projeção para o número de pessoas com a doença do ano de 2018 até o final de 2019 é de mais de 630 mil pessoas. Só no Espírito Santo, essa mesma projeção é de aproximadamente 12 mil pessoas.

A força dos alimentos

Você sabia que além dos tratamentos convencionais como a quimioterapia e a radioterapia, ter um hábito alimentar saudável também pode ajudar (e muito!) no tratamento do câncer? Continue lendo e descubra quais são os melhores alimentos e de que forma eles podem contribuir.

Desintoxicar o corpo da carga de toxinas e promover a nutrição adequada fortalece o seu sistema imunológico e combate inflamações. Por isso, na hora de escolher os alimentos para consumir opte por aqueles que sejam ricos em antioxidantes e anti-inflamatórios, e fuja dos produtos industrializados e aditivos químicos tóxicos.

Alimentos crucíferos

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica que os vegetais crucíferos como brócolis, repolho, couve-flor, couve de bruxelas, mostarda e rabanete podem ser importantes aliados no tratamento oncológico, porque possuem um fitoquímico chamado Indol 3 Carbinol.

“Estudos em fases iniciais vêm demonstrando de forma coerente um importante efeito anticancerígeno da substância. O Indol 3 Carbinol age regulando negativamente múltiplos alvos celulares, bloqueando a divisão das células tumorais e estimulando sua morte”, completa.

Ela termina com uma dica para minimizar a perda durante o preparo. “Sempre que possível, prefira as versões cruas. Quando for necessário cozinhar, use o cozimento a vapor e deixe os vegetais al dente”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea acontece entre os dias 14 e 21 de dezembro e traz um alerta sobre a importância da conscientização e da doação de medula. O objetivo é ampliar o cadastro de doadores voluntários e facilitar o tratamento de quem sofre com doenças que afetam as células do sangue, como leucemias, anemia aplástica e linfomas.

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso presente no interior dos ossos, o chamado “tutano”. É o local onde são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Uma pergunta que pode surgir para quem vai doar a medula é como deve ser alimentação no período pré e pós doação.

Alimentação antes da doação de medula óssea

Não existe uma dieta específica para essa situação. Mas ressalta-se que um dos critérios para doação da medula é estar em bom estado geral de saúde, logo, uma alimentação balanceada é primordial e deve fazer parte do dia a dia.

Alimentação depois da doação de medula óssea

A recuperação da medula óssea demora cerca de 15 dias, ou seja, ocorre de forma rápida. O estado geral de saúde do doador é avaliado antes da doação para assegurar boas condições, assim, após o procedimento o corpo estará hábil para se recuperar sem prejuízos. Por isso, também não existe uma dieta específica após a doação, mas é importante se atentar para a ingestão adequada de alguns nutrientes que se destacam quando o assunto é a saúde das células do sangue. São eles:

Proteínas – encontrada em maior quantidade nas carnes, aves, peixes, ovos, leite e seus derivados.

Vitamina B12 – disponível nas carnes e vísceras especialmente de boi, pato e frango, em peixes e frutos do mar como arenque, cavalinha, truta, atum, salmão, mexilhão, lula e ostras. E em ovos e queijos como camembert, emental, parmesão e gouda.

Folato – presente em uma ampla variedade de alimentos, especialmente no fígado bovino, feijões (verde, fradinho e fava), vegetais verdes (espinafre, aspargo, ervilha, brócolis e alface), amendoim, aveia, grão de bico e quinoa.

Ferro – encontrado nas carnes, especialmente a vermelha e fígado. Feijão e vegetais verdes escuros também são fontes de ferro, porém numa forma pouco disponível para o corpo, por isso é preciso alguns cuidados para otimizar sua absorção: não ingerir leite e derivados, chá matte, chá verde, refrigerantes de cola e café junto com o almoço e jantar, ingerir uma fonte de vitamina C junto com essas refeições, como laranja, limão, acerola, goiaba, kiwi, morangos, mamão ou melão.

Outras vitaminas e minerais – também contribuem nesse quesito, por isso, é importante incluir porções de frutas, legumes ou vegetais e uma porção de sementes, nozes, castanhas ou amêndoas na alimentação.

Neste Natal, dê um presente a quem precisa de você para viver: cadastre-se como doador de medula óssea.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252

Para mais informações sobre a doação de medula óssea acesse: http://redome.inca.gov.br