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Nutrição

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agosto 26, 2020 Nutrição0

As vitaminas são substâncias orgânicas presentes nos alimentos e são essenciais para o perfeito funcionamento do organismo, já que participam de diversas funções do corpo. O organismo humano não pode sintetizar uma grande parte das vitaminas essenciais, por isso, é imprescindível obtê-las a partir da alimentação.

A falta de vitamina pode ser comum em pacientes oncológicos por diversos fatores. No post de hoje, nós, do blog da Medquimheo, preparamos um conteúdo especial sobre esse assunto. Continue lendo e confira!

 

Por que a deficiência de vitaminas acontece?

A principal forma de obter as vitaminas é por meio dos alimentos, e o tratamento oncológico traz efeitos colaterais que afetam diretamente a alimentação. Por exemplo, a falta de apetite e as náuseas podem levar a reduções significativas da ingestão alimentar, logo, também reduzem a oferta desses nutrientes. Não é incomum que ocorram alterações do paladar e seletividade alimentar, o que pode reduzir a variedade dos alimentos da dieta e levar a deficiências nutricionais.

Outro motivo pelo qual o câncer faz com que o corpo perca vitaminas é o aumento da demanda metabólica decorrente da própria doença. Além disso, algumas medicações podem diminuir a absorção intestinal ou fazer com que o organismo precise de um aporte maior de algum nutriente.

Algumas cirurgias realizadas para o tratamento do câncer também podem diminuir o aproveitamento das vitaminas.

 

Por que a perda de vitamina pode atrapalhar o tratamento?

Como as vitaminas são essenciais para diversas funções do corpo, as deficiências podem trazer efeitos indesejáveis. Em algumas situações podem, por exemplo, exacerbar a fraqueza e a anemia, dificultar a cicatrização e a recuperação das defesas do organismo, e até atrapalhar na resposta ao tratamento oncológico.

 

Como saber se existe perda de vitamina no corpo?

Para o diagnóstico das deficiências vitamínicas, é de extrema importância, além do acompanhamento médico, ter o acompanhamento com um nutricionista oncológico durante o tratamento, este fará a avaliação do padrão alimentar, dos sinais de deficiência e a solicitação de exames que irão alertar sobre os níveis das vitaminas no organismo.

 

#DicaMedquimheo: a Medquimheo conta com uma nutricionista especialista em oncologia para lhe ajudar a identificar possíveis deficiências.

 

Como suprir a falta vitamínica

A alimentação deve ser a principal fonte de vitaminas. Quanto mais natural e variada for a alimentação, melhor.

Mas caso não seja possível alcançar a quantidade suficiente de vitaminas apenas com a alimentação, o nutricionista oncológico pode indicar a utilização de suplementos vitamínicos para complementar a ingestão ou corrigir as deficiências existentes, mas o uso deve ser apenas através da prescrição de um profissional.

Nunca use suplementos sem o consentimento do seu nutricionista oncológico ou médico. O excesso de algumas vitaminas pode interferir negativamente no tratamento, como causar intoxicações, atrapalhar o funcionamento da quimioterapia ou radioterapia, prejudicar a resposta imunológica, entre outros efeitos colaterais.

 

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Importância da higienização dos alimentos em tempos de COVID-19

Cuidados especiais para os pacientes oncológicos durante a pandemia

 

Fonte: Dra. Naira Fraga, nutricionista Medquimheo, CRN: ES 15101252.


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Com a pandemia do novo coronavírus muita coisa tem mudado na rotina, principalmente com a necessidade de incorporação de novos hábitos. Devido ao risco de transmissão do vírus da COVID-19 por alimentos e produtos contaminados, caso tenham sido expostos à secreção respiratória de uma pessoa infectada, limpá-los da maneira adequada torna-se tarefa fundamental.

Por isso, no post de hoje, nós, da Medquimheo, entrevistamos nossa nutricionista, Dra. Naira Fraga, para dar dicas de como higienizar os alimentos durante a pandemia. Continue lendo e confira!

Por que higienizar os alimentos antes de consumi-los?

A principal forma de contágio do coronavírus é pelo contato com fluidos infectados. Em mercados e feiras há uma grande circulação de pessoas e constante manipulação de itens das prateleiras, o que os tornam meios contaminados, tanto em relação aos produtos, quanto ao espaço físico.

“Muita gente tem mania de segurar um produto e manuseá-lo para decidir se vai comprá-lo ou não. Esse constante contato de inúmeras pessoas nos itens que você pode levar para casa aumenta exponencialmente os riscos de contágio da COVID-19. É por isso que higienizá-los corretamente é tão importante.”

– Naira Fraga, nutricionista Medquimheo

Como higienizar alimentos e produtos na pandemia?

Ao chegar das compras, o primeiro passo é higienizar as superfícies da cozinha onde os alimentos serão manipulados ou guardados, com água e sabão ou álcool gel,  como bancada, pia e despensa. Para produtos industrializados, o ideal é usar um pano com álcool gel 70% para limpar as embalagens e, só assim, guardá-las.

Alimentos cozidos apresentam baixo risco de contaminação. Já com alimentos que serão consumidos in natura, como folhas e frutas, a higienização deve ser feita como preconiza a segurança alimentar: lavar em água corrente para retirar sujeiras, parasitas e pequenos insetos e depois deixar de molho em solução clorada por 15 minutos, em média.

Cuidados ao receber comida por delivery

Uma recente pesquisa realizada pela OnYou – uma das maiores empresas de cliente oculto do Brasil – revelou que neste período de pandemia, delivery de restaurantes representa 89% do total de pedidos. O isolamento social tem contribuído para que as pessoas optem cada vez mais pelo food service em casa.

Diante dessa realidade é fundamental adotar medidas para evitar contaminação com as entregas feitas em sua casa. Para isso, nossa dica é optar pela entrega sem contato, uma modalidade que as principais plataformas de delivery passaram a disponibilizar. Além disso, recomenda-se higienizar toda a embalagem com álcool gel 70%.

#DicaMedquimheo: opte por comprar refeições de restaurantes que já conheça e que tenham adotado medidas para evitar contaminação por coronavírus. Dessa forma você garante o direito a uma alimentação mais segura e com menos riscos de infecção 😉

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Cuidados especiais para os pacientes oncológicos durante a pandemia

Pacientes oncológicos podem fazer dieta para emagrecer durante a quimioterapia?

Importância do nutricionista para o tratamento oncológico


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Se somos aquilo que comemos, num contexto oncológico o cuidado com a alimentação deve ser redobrado. Isso ocorre porque o correto equilíbrio de nutrientes e vitaminas no corpo pode influenciar no tratamento do câncer e na qualidade de vida do paciente oncológico. Como a adoção de dietas para emagrecer pode afetar esse equilíbrio, é preciso se atentar!

No post de hoje, nós, da Medquimheo, consultamos nossa nutricionista, Dra. Naira Fraga, e preparamos um conteúdo especial com tudo o que você precisa saber sobre a alimentação durante a quimioterapia. Continue lendo e confira!

Por que é importante cuidar da alimentação durante a quimioterapia?

A quimioterapia, um dos principais tratamentos para o câncer, na maioria das vezes, apresenta efeitos colaterais como perda de apetite e feridas bucais, que podem acarretar na perda de peso do paciente. Por isso, cuidar da alimentação durante o tratamento é fundamental.

Segundo a Dra. Naira, as dietas para emagrecer podem impactar, de maneira negativa, o sistema imunológico do paciente e, como consequência, o tratamento oncológico. Como afetam o equilíbrio de nutrientes do corpo, antes de adotar uma dieta, é preciso consultar um nutricionista. Combinado?

“O paciente bem nutrido tem menos complicações pós-operatórias, melhor cicatrização e desempenho físico, menos efeitos colaterais relacionados ao tratamento e um sistema imunológico mais fortalecido.”

-Naira Fraga, nutricionista Medquimheo

Como cuidar da alimentação?

Agora que você já sabe por que é importante cuidar da alimentação durante a quimioterapia, separamos algumas dicas para te ajudar nessa missão. Vamos conferir?

1 – Mantenha-se hidratado

Alguns medicamentos para o câncer, principalmente os quimioterápicos, podem causar efeitos colaterais nos rins. Por esse motivo, é fundamental manter uma boa hidratação. A água estimula a circulação de sangue, o que garante bom funcionamento renal. Além disso, a desidratação pode ser um fator de complicação no tratamento e piorar os efeitos colaterais. Nossa dica é encarar a água como uma forte aliada e nunca esquecer de ingerir a quantidade adequada por dia 😉

2 – Evite alimentos com excesso de açúcar e gordura

Para a Dra. Naira, é essencial que os pacientes oncológicos evitem alimentos que apresentam maior quantidade de açúcar, gordura e sódio, como os industrializados,  embutidos, queijos amarelos, refrigerantes e bebidas alcóolicas. Dê preferência às frutas, legumes, verduras, cereais, carnes magras e peixes.

#DicaMedquimheo: amêndoas, batata doce, brócolis e espinafre são alguns dos alimentos que, por possuírem propriedades antioxidantes, podem fortalecer o sistema imunológico. Converse com seu nutricionista para incluí-los em seu cardápio.

3 – Faça um acompanhamento nutricional

A nutrição é um fator determinante para a qualidade de vida dos pacientes oncológicos e para uma boa resposta ao tratamento, já que busca reduzir os impactos da doença e dos efeitos colaterais no organismo. Além disso, o acompanhamento nutricional pode auxiliar no controle dos sintomas do câncer.

Cuidado com a alimentação durante a pandemia de COVID-19

Neste momento de pandemia do novo coronavírus, estar com a imunidade alta é primordial. O nosso sistema imunológico atua como uma barreira contra doenças e, por isso, é super importante mantê-lo fortalecido. Para tanto, é preciso cuidar da alimentação – nossa principal aliada de uma boa imunidade.

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Aproveite que descobriu nosso blog e confira mais conteúdos com dicas da nossa nutricionista para cuidar da sua alimentação:

Nutrição e sono: como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono

Light x Diet: entenda a diferença!

#DicaDaNutri: conheça os benefícios da tapioca para sua saúde!

Fonte: Dra. Naira Fraga, nutricionista Medquimheo, CRN: ES 15101252.


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Ter uma rotina de alimentação saudável é muito importante para garantir qualidade de vida e bem-estar. Para te ajudar nessa missão, nós, da Medquimheo, separamos duas receitas simples para compor seu cardápio saudável. Vamos conferir?

1 – Receita de salada de quinua com legumes

Prática, saudável e saborosa, a salada de quinua com legumes é uma ótima opção de entrada, seja para o almoço ou jantar.

Ingredientes

  • 4 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de sementes de quinua real
  • 1 cenoura média cortada em cubos
  • 1 abobrinha média cortada em cubos
  • 1 frasco de maionese (250 g)
  • 1 pepino médio cortado em cubos
  • 1 lata de milho no vapor
  • 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
  • Folhas de alface e manjericão para decorar

Modo de preparo

Em uma panela grande, ferva a água, junte a quinua e cozinhe em fogo médio por aproximadamente 10 minutos. Acrescente a cenoura e a abobrinha e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Retire do fogo, escorra e deixe esfriar.  Transfira para uma tigela e inclua a maionese, o cheiro-verde e o pepino, e misture até ficar homogêneo. Decore com as folhas de alface e manjericão e sirva em seguida!

2 – Receita de papillote de legumes

Os legumes são ricos em diversas proteínas, vitaminas e minerais, o que os tornam de extrema importância para a alimentação. Confira a receita de papillote de legumes que preparamos!

Ingredientes

  • 1 abobrinha em cubos
  • 1 cenoura em cubos
  • 1 maço de aspargo fresco picado
  • 1 xícara (chá) de tomate cereja cortado ao meio
  • 1 xícara (chá) de cogumelo shimeji
  • 2 colheres (sopa) de azeite

Modo de preparo

Tempere os legumes e o cogumelo shimeji e coloque-os sobre seis quadrados de papel-manteiga (15x15cm) dispostos em uma assadeira. Regue com azeite e feche como envelope unindo as pontas. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Retire do forno, abra o papel-manteiga cuidadosamente e sirva!

Fonte: Dra. Naira Fraga, nutricionista Medquimheo, CRN: ES 15101252

Gostou das dicas? Então aproveite que descobriu nosso blog e aproveite outros dois conteúdos com receitas saudáveis e saborosas!

3 receitas para deixar seu verão mais refrescante

#DicaDaNutri: 3 receitas que ajudam na quimioterapia


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Enjoo, perda de apetite, dificuldade para engolir, feridas nos lábios e na língua, boca seca, anemia e riscos de infecções são os efeitos colaterais mais comuns em pacientes que passa pela quimioterapia. Neste post, a nutricionista Naira Fraga apresenta três receitas que, além de simples e saborosas, ainda auxiliam no enfrentamento desses efeitos.

Sopa Vichyssoise

Indicada: falta de apetite, dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 1 cebola;
  • 2 dentes de alho;
  • 2 alhos-porós em rodelas;
  • 4 batatas médias;
  • 1 litro de caldo de galinha ou legumes caseiro;
  • 1 colher de azeite
  • 1/2 de xícara de chá de creme de leite.

Modo de preparo:  Em uma panela, aqueça o azeite, refogue a cebola e o alho- poró em fogo médio por três minutos. Acrescente o caldo e as batatas, tempere com sal e ervas a gosto. Quando começar a ferver, baixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos ou até que as batatas fiquem bem macias. Em seguida, bata a sopa no liquidificador até obter um purê homogêneo. Volte a sopa para a panela e acrescente o creme de leite. Sirva fria ou quente.

Wrap de ervas e agrião

Indicado: perda de apetite e intestino preso.

Ingredientes:

  • 2 fatias de pão árabe;
  • 1 xícara (chá) de ricota;
  • 1/2 xícara (chá) de requeijão;
  • 2 xícaras (chá) de folha de agrião;
  • 1 cenoura ralada;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 colher (sopa) de folha de manjericão;
  • Sal a gosto.

Modo de preparo: no processador, bata a ricota com o requeijão, a salsinha, o manjericão e tempere com sal (ou bata tudo em um pilão). Depois, misture com a cenoura ralada. Em seguida, espalhe essa pasta por cada camada de pão e acrescente o agrião, enrolando com cuidado e apertando bem. Corte cada rolinho em fatias e sirva.

Arroz cremoso

Indicado: dificuldade para engolir, boca seca e feridas nos lábios e na língua.

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • 1 dente de alho picado;
  • ½ cebola picada;
  • 1 alho-poró (parte branca em fatias);
  • 1 tomate sem sementes e picado;
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada;
  • 1 xícara (chá) de ervilhas frescas;
  • 2 xícaras (chá) de arroz, lavado e escorrido;
  • 6 xícaras (chá) de água fervente;
  • 1/2 de xícara (chá) de creme de leite;
  • 1 colher (chá) de sal.

Modo de preparo: Em uma panela, coloque o azeite, a cebola e o alho e deixe dourar. Junte o alho-poró, o tomate e a ervilha. Em seguida, acrescente o arroz e refogue por mais 5 minutos. Adicione a água, o sal e cozinhe em fogo baixo até o arroz secar. Por fim, desligue o fogo, misture o creme de leite e a salsinha e sirva.

Confira mais #DicasDaNutri:

  1. Suco de romã possui propriedades cancerígenas. Veja a receita!
  2. Saiba quais são os alimentos que auxiliam no tratamento do câncer
  3. Garanta energia o dia todo com o suco verde de pêssego!

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A constante busca por uma alimentação alternativa ou por dietas específicas é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Isso pode ser percebido pelo consumo de alimentos diet e light,que tem aumentado, significativamente, nos últimos anos. Mas, você sabe qual a diferença e para que, exatamente, serve cada um deles? No post de hoje, nós, da Medquimheo, além de respondermos a essas perguntas, vamos alertar sobre o consumo dos produtos diet e light. Continue lendo e confira!

Alimentos light

Os alimentos light apresentam quantidades menores de calorias ou de determinado nutriente, como sal, açúcar ou gorduras. Para um produto ser considerado light é preciso que tenha uma redução mínima de 25% quando comparado ao alimento tradicional. Os produtos light podem ser usados em dietas com restrição calórica ou que demandem a ingestão controlada de algum nutriente.

O segredo no consumo dos alimentos light é combiná-los com uma dieta balanceada e com a prática de exercícios físicos.

Alimentos diet

Diferentemente dos light, os alimentos diet são isentos de algum ingrediente (sal, açúcar, gordura, etc.). E, por isso, destinam-se a grupos de pessoas com necessidades específicas, como diabéticos. Na maioria das embalagens dos produtos diet, há expressões como: “livre de”, “zero” e “não contém”.

Atenção aos alimentos light e diet

É importante destacar que os produtos light e diet nem sempre são opções mais saudáveis e indicadas para todos.

Os produtos podem ser isentos ou reduzidos de uma variedade de nutrientes, é preciso atenção ao rótulo. Não é porque o alimento é diet ou light que ele poderá ser usado em uma dieta hipocalórica ou restrita em açúcar, por exemplo.

O alimento light apesar de o menor teor, pode não ser indicado em situações que demandem maiores restrições.

Ao retirar ou reduzir um composto do produto, geralmente é preciso adicionar outro para subtítulo e equilibrar a receita. Por exemplo, o chocolate ter em mente, ao consumir alimentos diet, que é preciso moderação! O chocolate diet , por exemplo, pode ser recomendado a pessoas com diabetes, já que é isento de açúcar. No entanto, para disfarçar o gosto do adoçante utilizado e para manter a consistência, há uma maior adição de gordura. Portanto, não é uma opção mais saudável ou indicado para quem deseja emagrecer.

É essencial que o consumo seja orientado por um nutricionista ou médico.

As melhores informações sobre saúde, você encontra aqui no blog da Medquimheo. Aproveite e continue acompanhando nossos conteúdos!

Separamos outros dois posts que também vão te interessar. Confira:

  1. Saiba como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono
  2. Obesidade é um dos fatores de risco para o câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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A quimioterapia pode causar diversos efeitos colaterais ao paciente em tratamento de câncer. Nas primeiras horas, ou até alguns dias após o uso da medicação, podem ocorrer náuseas, alteração do paladar e falta de apetite. Todos esses sintomas são capazes de tornar a alimentação um momento difícil.

Para que a alimentação seja facilitada no dia a quimioterapia, a nutricionista da Medquimheo Naira Fraga reuniu dicas de lanches saudáveis e fáceis de preparar!

Opções de lanches para os dias de quimioterapia

A nutricionista explica que, alimentar-se a cada três horas, com pequenas porções, é uma ótima estratégia para os dias de tratamento. No momento de náuseas intensas, é indicada a ingestão de alimentos de textura mais seca. Alguns exemplos são os vegetais desidratados na forma de chips como mandioca, banana, batata e milho. Eles podem ser consumidos sozinhos ou com patês naturais, conforme a indicação da nutricionista.  

O sanduíche com recheio de patê de frango desfiado, com creme de ricota e hortelã ou manjericão é uma ótima sugestão de lanche saudável para ser experimentado. “Outra comida de fácil preparo e também nutritiva é a salada de macarrão com frango e legumes”, acrescentou.

Picolés cítricos como limão ou abacaxi são opções refrescantes que ajudam no controle de náuseas e perda do paladar. O mesmo vale para as frutas cítricas, que podem ser consumidas geladas ou na forma de sucos como de abacaxi com hortelã, de laranja com morango ou maracujá. Também pode ser feito um milk shake saudável em casa com frutas congeladas como banana e maracujá batidas no liquidificador com leite.

“Salpicar uma colher de leite em pó sobre as frutas ou na salada de fruta faz com que os lanches se tornem mais nutritivos sem deixá-los pesados”, acrescentou.

Como reduzir a náusea e a alteração do paladar?

Para reduzir a náusea durante o tratamento de câncer, a nutricionista indica que os pacientes podem dar preferência a alimentos mais frios ao invés dos quentes.

“Ingerir algo levemente ácido antes das refeições como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida também pode auxiliar no controle da náusea e da alteração do paladar”, disse Naira.

Veja também aqui no Blog alimentos que auxiliam no tratamento do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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Nas estações em que as temperaturas são mais amenas, como outono e inverno, é comum não sentirmos tanta vontade de beber água como no verão. No entanto, é preciso ter em mente que a desidratação também pode ocorrer nos dias mais frios. Confira no post de hoje todos os benefícios e dicas do consumo de água!

Consumo diário de água

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, alerta para a quantidade que devemos consumir de água por dia. “Para você saber quantos litros precisa beber, multiplique seu peso corporal por 30 ml. Por exemplo, uma pessoa que pesa 65 kg, deve tomar diariamente 2 litros, o que equivale a 8 copos aproximadamente”, explica.

Benefícios da água

  • Previne doenças renais, como pedras e insuficiência renal;
  • Regula a temperatura do corpo;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Auxilia no bom funcionamento intestinal;
  • Mantém a pele hidratada;
  • Combate acne, estrias e celulite;
  • Diminui o inchaço;
  • Ajuda na eliminação de toxinas acumuladas em nosso organismo.

5 dicas para facilitar o consumo de água

Se você não é do tipo de pessoa que tem dificuldade para beber água, com certeza conhece alguém assim. As justificativas para isso são as mais diversas possíveis, uns falam que não sentem vontade, outros que não gostam. Mas a questão é que, independente disso, todos precisam.

Geralmente só lembramos de beber água quando aparece a sensação de sede, mas esse já é um sinal que nosso corpo está ficando desidratado. Para tornar o consumo mais fácil, a nutricionista separou 5 dicas, confira:

  1. Beba um copo de água bem cheio assim que acordar, seu dia começará bem melhor.
  2. Leve diariamente para o trabalho, escola, faculdade, ou aonde for, uma garrafa de água. Isso aumenta suas chances de beber.
  3. Existem aplicativos para celulares que de tempos em tempos te lembram de beber água. Instale algum e pronto, não terá desculpas!
  4. Estabeleça metas! Faça um traço na metade da garrafa e escreva um horário, 12h por exemplo. O intuito é que quando der aquela hora, você já tenha bebido esta quantidade.
  5. Acrescente frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida. Assim, ela ganhará um sabor mais doce e leve, podendo agradar mais.

Independente do tempo ou da estação, hidrate-se! Continue acompanhando os posts da Medquimheo e fique sempre bem informado.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252



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A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252