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Nutrição

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A Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea acontece entre os dias 14 e 21 de dezembro e traz um alerta sobre a importância da conscientização e da doação de medula. O objetivo é ampliar o cadastro de doadores voluntários e facilitar o tratamento de quem sofre com doenças que afetam as células do sangue, como leucemias, anemia aplástica e linfomas.

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso presente no interior dos ossos, o chamado “tutano”. É o local onde são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Uma pergunta que pode surgir para quem vai doar a medula é como deve ser alimentação no período pré e pós doação.

Alimentação antes da doação de medula óssea

Não existe uma dieta específica para essa situação. Mas ressalta-se que um dos critérios para doação da medula é estar em bom estado geral de saúde, logo, uma alimentação balanceada é primordial e deve fazer parte do dia a dia.

Alimentação depois da doação de medula óssea

A recuperação da medula óssea demora cerca de 15 dias, ou seja, ocorre de forma rápida. O estado geral de saúde do doador é avaliado antes da doação para assegurar boas condições, assim, após o procedimento o corpo estará hábil para se recuperar sem prejuízos. Por isso, também não existe uma dieta específica após a doação, mas é importante se atentar para a ingestão adequada de alguns nutrientes que se destacam quando o assunto é a saúde das células do sangue. São eles:

Proteínas – encontrada em maior quantidade nas carnes, aves, peixes, ovos, leite e seus derivados.

Vitamina B12 – disponível nas carnes e vísceras especialmente de boi, pato e frango, em peixes e frutos do mar como arenque, cavalinha, truta, atum, salmão, mexilhão, lula e ostras. E em ovos e queijos como camembert, emental, parmesão e gouda.

Folato – presente em uma ampla variedade de alimentos, especialmente no fígado bovino, feijões (verde, fradinho e fava), vegetais verdes (espinafre, aspargo, ervilha, brócolis e alface), amendoim, aveia, grão de bico e quinoa.

Ferro – encontrado nas carnes, especialmente a vermelha e fígado. Feijão e vegetais verdes escuros também são fontes de ferro, porém numa forma pouco disponível para o corpo, por isso é preciso alguns cuidados para otimizar sua absorção: não ingerir leite e derivados, chá matte, chá verde, refrigerantes de cola e café junto com o almoço e jantar, ingerir uma fonte de vitamina C junto com essas refeições, como laranja, limão, acerola, goiaba, kiwi, morangos, mamão ou melão.

Outras vitaminas e minerais – também contribuem nesse quesito, por isso, é importante incluir porções de frutas, legumes ou vegetais e uma porção de sementes, nozes, castanhas ou amêndoas na alimentação.

Neste Natal, dê um presente a quem precisa de você para viver: cadastre-se como doador de medula óssea.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252

Para mais informações sobre a doação de medula óssea acesse: http://redome.inca.gov.br


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Os carnívoros de plantão, e até mesmo aqueles que não resistem a um churrasquinho no fim de semana, já sabem as opções mais saborosas e os pontos ideais para degustar cada corte. Entretanto, para o consumo de carne saudável, é preciso conhecer o corte mais leve e nutritivo, aproveitando melhor os principais benefícios dessas proteínas! A nutricionista da Medquimheo Janine Rover dá a dica, confira!

Segundo a profissional, a carne vermelha magra é uma fonte de proteína de alto valor biológico, de ferro, vitaminas do complexo B (principalmente a B12), e de muitos outros nutrientes. “Elas exercem um papel importante em nosso corpo, atuando no crescimento, regeneração, renovação de tecidos”, conta Janine.

Entretanto, a nossa especialista alerta, que, mesmo sendo uma ótima fonte de proteínas e minerais, o consumo de carne vermelha magra deve ser limitado na dieta. Isso porque, ao contrário da carne branca, esse tipo é rico em gordura saturada e pode causar danos à saúde, se ingerido em excesso.

Quais cortes escolher para uma carne vermelha magra?

“Os cortes considerados mais magros são patinho, maminha, músculo, lagarto, filé mignon, coxão duro e coxão mole”, conta. Já sobre os cortes que devem ser evitados, Janine cita: acém, alcatra, contra filé de costela, cupim, picanha, fraldinha e costela.


A nutricionista da Medquimheo reforça que a carne vermelha, mesmo que magra deve ser consumida com moderação. ” A indicação é que seja consumida até 2x na semana”, recomenda.

E você, tem costume de consumir carne vermelha magra em casa? Fique de olho em nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar!


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De uns tempos para cá a tapioca está cada vez mais na moda e já conquistou muita gente pelo estômago! Mas será que vale mesmo a pena incluir esse alimento na dieta? A nutricionista da Medquimheo Janine Rover conta sobre os benefícios da tapioca, esse lanche superbrasileiro! Continue lendo!

Versatilidade é provavelmente um dos maiores benefícios da tapioca. A nutricionista da Medquimheo conta que pode ser incluída em quase todos os horários do dia, como no café da manhã em substituição aos pães ou até nos lanches intermediários entre as refeições principais.

Muitas pessoas perguntam, a tapioca engorda? Essa resposta vai depender muito do recheio que é utilizado, mas a nutricionista esclarece: “De um modo geral, a tapioca é, sim, uma boa alternativa para substituir o pão branco, por ter rápida digestibilidade e nada de sódio, mas em termos calóricos, os dois são muito parecidos”, conta Janine.

Escolha bem o recheio

Segundo Janine, um dos maiores benefícios da tapioca é que ela é rica em carboidratos, não tem glúten, sódio e não leva gordura nem no preparo. Por outro lado, é pobre em fibras, proteínas e é um alimento de alto índice glicêmico: “Para isso, associe a uma fibra, como por exemplo, salpique uma colher de sopa de chia ou aveia junto com a goma de mandioca, no preparo da tapioca”, aconselha a nutricionista da Medquimheo.

Uma outra dica é rechear a tapioca com proteínas como frango, claras de ovos ou até atum, que também reduzem o índice glicêmico.

Tapioca recheada

Como preparar a tapioca

Quer saber mais um dos benefícios da tapioca? Ela é superfácil de preparar! Atualmente você pode encontrar a goma hidratada em qualquer supermercado, uma vantagem da popularidade. Em casa, preaqueça a frigideira, de preferência antiaderente. Depois, com uma colher, polvilhe a tapioca na frigideira preenchendo toda sua superfície com a goma. Em 5 minutinhos está pronta! Agora é só adicionar o recheio, enrolar e se deliciar!



Planejar, executar e avaliar as ações relacionadas às funções alimentares são algumas das atividades desenvolvidas pelo nutricionista. Em 31 de agosto, data em que marca o Dia do Nutricionista, profissionais do ramo enfatizam que essa especialidade também é fundamental na prevenção, recuperação de doenças e na manutenção da saúde.
Entre os segmentos em que é possível atuar está a área oncológica, em que o acompanhamento nutricional será determinante. De acordo com Janine Rover de Mello, nutricionista da Medquimheo, o paciente com câncer precisa ter um cuidado especial. A grande maioria apresenta uma significativa perda de peso ou tem desnutrição instalada. “O apoio nutricional também será de extrema ajuda para demonstrar formas de como amenizar os efeitos colaterais do tratamento, tais como: alteração no paladar, náuseas, vômitos, diarreia, constipação intestinal, sensação de boca seca, estomatite e diminuição de apetite”, comenta.

Terapia nutricional

A terapia nutricional é o tratamento de doenças que necessitam de um acompanhamento nutricional rigoroso para apresentar melhoras em seu quadro de evolução. Além do câncer, a diabetes, doença celíaca e hipertensão são exemplos de enfermidades que precisam desse cuidado. As recomendações nutricionais são aliadas, refletindo positivamente no prognóstico e na qualidade de vida do paciente.