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Nutrição

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Nas estações em que as temperaturas são mais amenas, como outono e inverno, é comum não sentirmos tanta vontade de beber água como no verão. No entanto, é preciso ter em mente que a desidratação também pode ocorrer nos dias mais frios. Confira no post de hoje todos os benefícios e dicas do consumo de água!

Consumo diário de água

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, alerta para a quantidade que devemos consumir de água por dia. “Para você saber quantos litros precisa beber, multiplique seu peso corporal por 30 ml. Por exemplo, uma pessoa que pesa 65 kg, deve tomar diariamente 2 litros, o que equivale a 8 copos aproximadamente”, explica.

Benefícios da água

  • Previne doenças renais, como pedras e insuficiência renal;
  • Regula a temperatura do corpo;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Auxilia no bom funcionamento intestinal;
  • Mantém a pele hidratada;
  • Combate acne, estrias e celulite;
  • Diminui o inchaço;
  • Ajuda na eliminação de toxinas acumuladas em nosso organismo.

5 dicas para facilitar o consumo de água

Se você não é do tipo de pessoa que tem dificuldade para beber água, com certeza conhece alguém assim. As justificativas para isso são as mais diversas possíveis, uns falam que não sentem vontade, outros que não gostam. Mas a questão é que, independente disso, todos precisam.

Geralmente só lembramos de beber água quando aparece a sensação de sede, mas esse já é um sinal que nosso corpo está ficando desidratado. Para tornar o consumo mais fácil, a nutricionista separou 5 dicas, confira:

  1. Beba um copo de água bem cheio assim que acordar, seu dia começará bem melhor.
  2. Leve diariamente para o trabalho, escola, faculdade, ou aonde for, uma garrafa de água. Isso aumenta suas chances de beber.
  3. Existem aplicativos para celulares que de tempos em tempos te lembram de beber água. Instale algum e pronto, não terá desculpas!
  4. Estabeleça metas! Faça um traço na metade da garrafa e escreva um horário, 12h por exemplo. O intuito é que quando der aquela hora, você já tenha bebido esta quantidade.
  5. Acrescente frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida. Assim, ela ganhará um sabor mais doce e leve, podendo agradar mais.

Independente do tempo ou da estação, hidrate-se! Continue acompanhando os posts da Medquimheo e fique sempre bem informado.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252



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A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A couve-flor é uma hortaliça que merece estar sempre presente na sua alimentação, pois oferece uma grande quantidade de nutrientes. Além da vitamina C, B5, B6, B9, K e do manganês, contém antioxidantes que inibem os efeitos dos radicais livres. Segundo estudos do National Center for Biotechnology Information, a couve-flor é um dos alimentos que auxiliam no tratamento do câncer. Isso porque um dos seus componentes, o indol-3-carbinol, é responsável por prevenir mutações celulares.

Para facilitar e diversificar o consumo de alimentos saudáveis, várias receitas criativas são elaboradas. No post de hoje, vamos te ensinar a fazer um bolinho de couve-flor, uma receita simples e saudável. Continue lendo para não perder nenhum detalhe!

Bolinho de couve-flor

Ingredientes:

  • 1 unidade de couve-flor;
  • ½ unidade de cebola;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
  • ¼ xícara de farinha de mandioca fina;
  • ½ colher de chá de cominho em pó;
  • ½ colher de chá de fermento.

Modo de preparo

Corte toda a couve-flor em pequenos ramos e lave em água corrente. Em seguida, cozinhe até que fiquem bem macios. Em um processador ou liquidificador, adicione e bata os pedaços de couve-flor já cozidos junto com a farinha de linhaça, o azeite, a cebola cortada em cubos e os temperos à gosto. Depois de esfriar, acrescente a farinha de mandioca e o fermento químico, misturando bem. Modele os bolinhos como preferir e coloque-os em uma forma, levando ao forno, já pré aquecido, cerca de 25 a 30 minutos a 180° ou até ficarem dourados e com uma casquinha crocante.

Com receitas como essa fica fácil ter uma alimentação saudável, não acha? Para ter acesso a mais conteúdos, como dicas e receitas, continue acompanhando o blog da Medquimheo!


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Alimentos com uma grande concentração de fibras, vitaminas, proteínas, antioxidantes e outros nutrientes têm o poder de recuperar o organismo, retardar o envelhecimento precoce de órgãos e tecidos, além de ajudar na prevenção de doenças como o câncer.

No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a projeção para o número de pessoas com a doença do ano de 2018 até o final de 2019 é de mais de 630 mil pessoas. Só no Espírito Santo, essa mesma projeção é de aproximadamente 12 mil pessoas.

A força dos alimentos

Você sabia que além dos tratamentos convencionais como a quimioterapia e a radioterapia, ter um hábito alimentar saudável também pode ajudar (e muito!) no tratamento do câncer? Continue lendo e descubra quais são os melhores alimentos e de que forma eles podem contribuir.

Desintoxicar o corpo da carga de toxinas e promover a nutrição adequada fortalece o seu sistema imunológico e combate inflamações. Por isso, na hora de escolher os alimentos para consumir opte por aqueles que sejam ricos em antioxidantes e anti-inflamatórios, e fuja dos produtos industrializados e aditivos químicos tóxicos.

Alimentos crucíferos

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica que os vegetais crucíferos como brócolis, repolho, couve-flor, couve de bruxelas, mostarda e rabanete podem ser importantes aliados no tratamento oncológico, porque possuem um fitoquímico chamado Indol 3 Carbinol.

“Estudos em fases iniciais vêm demonstrando de forma coerente um importante efeito anticancerígeno da substância. O Indol 3 Carbinol age regulando negativamente múltiplos alvos celulares, bloqueando a divisão das células tumorais e estimulando sua morte”, completa.

Ela termina com uma dica para minimizar a perda durante o preparo. “Sempre que possível, prefira as versões cruas. Quando for necessário cozinhar, use o cozimento a vapor e deixe os vegetais al dente”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea acontece entre os dias 14 e 21 de dezembro e traz um alerta sobre a importância da conscientização e da doação de medula. O objetivo é ampliar o cadastro de doadores voluntários e facilitar o tratamento de quem sofre com doenças que afetam as células do sangue, como leucemias, anemia aplástica e linfomas.

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso presente no interior dos ossos, o chamado “tutano”. É o local onde são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Uma pergunta que pode surgir para quem vai doar a medula é como deve ser alimentação no período pré e pós doação.

Alimentação antes da doação de medula óssea

Não existe uma dieta específica para essa situação. Mas ressalta-se que um dos critérios para doação da medula é estar em bom estado geral de saúde, logo, uma alimentação balanceada é primordial e deve fazer parte do dia a dia.

Alimentação depois da doação de medula óssea

A recuperação da medula óssea demora cerca de 15 dias, ou seja, ocorre de forma rápida. O estado geral de saúde do doador é avaliado antes da doação para assegurar boas condições, assim, após o procedimento o corpo estará hábil para se recuperar sem prejuízos. Por isso, também não existe uma dieta específica após a doação, mas é importante se atentar para a ingestão adequada de alguns nutrientes que se destacam quando o assunto é a saúde das células do sangue. São eles:

Proteínas – encontrada em maior quantidade nas carnes, aves, peixes, ovos, leite e seus derivados.

Vitamina B12 – disponível nas carnes e vísceras especialmente de boi, pato e frango, em peixes e frutos do mar como arenque, cavalinha, truta, atum, salmão, mexilhão, lula e ostras. E em ovos e queijos como camembert, emental, parmesão e gouda.

Folato – presente em uma ampla variedade de alimentos, especialmente no fígado bovino, feijões (verde, fradinho e fava), vegetais verdes (espinafre, aspargo, ervilha, brócolis e alface), amendoim, aveia, grão de bico e quinoa.

Ferro – encontrado nas carnes, especialmente a vermelha e fígado. Feijão e vegetais verdes escuros também são fontes de ferro, porém numa forma pouco disponível para o corpo, por isso é preciso alguns cuidados para otimizar sua absorção: não ingerir leite e derivados, chá matte, chá verde, refrigerantes de cola e café junto com o almoço e jantar, ingerir uma fonte de vitamina C junto com essas refeições, como laranja, limão, acerola, goiaba, kiwi, morangos, mamão ou melão.

Outras vitaminas e minerais – também contribuem nesse quesito, por isso, é importante incluir porções de frutas, legumes ou vegetais e uma porção de sementes, nozes, castanhas ou amêndoas na alimentação.

Neste Natal, dê um presente a quem precisa de você para viver: cadastre-se como doador de medula óssea.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252

Para mais informações sobre a doação de medula óssea acesse: http://redome.inca.gov.br


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Os carnívoros de plantão, e até mesmo aqueles que não resistem a um churrasquinho no fim de semana, já sabem as opções mais saborosas e os pontos ideais para degustar cada corte. Entretanto, para o consumo de carne saudável, é preciso conhecer o corte mais leve e nutritivo, aproveitando melhor os principais benefícios dessas proteínas! A nutricionista da Medquimheo Janine Rover dá a dica, confira!

Segundo a profissional, a carne vermelha magra é uma fonte de proteína de alto valor biológico, de ferro, vitaminas do complexo B (principalmente a B12), e de muitos outros nutrientes. “Elas exercem um papel importante em nosso corpo, atuando no crescimento, regeneração, renovação de tecidos”, conta Janine.

Entretanto, a nossa especialista alerta, que, mesmo sendo uma ótima fonte de proteínas e minerais, o consumo de carne vermelha magra deve ser limitado na dieta. Isso porque, ao contrário da carne branca, esse tipo é rico em gordura saturada e pode causar danos à saúde, se ingerido em excesso.

Quais cortes escolher para uma carne vermelha magra?

“Os cortes considerados mais magros são patinho, maminha, músculo, lagarto, filé mignon, coxão duro e coxão mole”, conta. Já sobre os cortes que devem ser evitados, Janine cita: acém, alcatra, contra filé de costela, cupim, picanha, fraldinha e costela.


A nutricionista da Medquimheo reforça que a carne vermelha, mesmo que magra deve ser consumida com moderação. ” A indicação é que seja consumida até 2x na semana”, recomenda.

E você, tem costume de consumir carne vermelha magra em casa? Fique de olho em nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar!


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De uns tempos para cá a tapioca está cada vez mais na moda e já conquistou muita gente pelo estômago! Mas será que vale mesmo a pena incluir esse alimento na dieta? A nutricionista da Medquimheo Janine Rover conta sobre os benefícios da tapioca, esse lanche superbrasileiro! Continue lendo!

Versatilidade é provavelmente um dos maiores benefícios da tapioca. A nutricionista da Medquimheo conta que pode ser incluída em quase todos os horários do dia, como no café da manhã em substituição aos pães ou até nos lanches intermediários entre as refeições principais.

Muitas pessoas perguntam, a tapioca engorda? Essa resposta vai depender muito do recheio que é utilizado, mas a nutricionista esclarece: “De um modo geral, a tapioca é, sim, uma boa alternativa para substituir o pão branco, por ter rápida digestibilidade e nada de sódio, mas em termos calóricos, os dois são muito parecidos”, conta Janine.

Escolha bem o recheio

Segundo Janine, um dos maiores benefícios da tapioca é que ela é rica em carboidratos, não tem glúten, sódio e não leva gordura nem no preparo. Por outro lado, é pobre em fibras, proteínas e é um alimento de alto índice glicêmico: “Para isso, associe a uma fibra, como por exemplo, salpique uma colher de sopa de chia ou aveia junto com a goma de mandioca, no preparo da tapioca”, aconselha a nutricionista da Medquimheo.

Uma outra dica é rechear a tapioca com proteínas como frango, claras de ovos ou até atum, que também reduzem o índice glicêmico.

Tapioca recheada

Como preparar a tapioca

Quer saber mais um dos benefícios da tapioca? Ela é superfácil de preparar! Atualmente você pode encontrar a goma hidratada em qualquer supermercado, uma vantagem da popularidade. Em casa, preaqueça a frigideira, de preferência antiaderente. Depois, com uma colher, polvilhe a tapioca na frigideira preenchendo toda sua superfície com a goma. Em 5 minutinhos está pronta! Agora é só adicionar o recheio, enrolar e se deliciar!