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Linfoma de Hodking


Profissionais da saúde promovem, no próximo dia 15, o Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas. O termo Linfoma se refere ao câncer que surge nos tecidos linfáticos, tais como os linfonodos, fígado, baço e medula óssea e pode atingir pessoas de qualquer idade.
O problema se inicia quando um linfócito – um tipo de glóbulo branco presente no sangue – se transforma de uma célula normal, em uma célula maligna. Essas células “doentes” podem se disseminar e provocar a formação de tumores em diversas partes do corpo. Existem dois tipos principais: o Linfoma de Hodking e Linfoma não Hodking. Uma das primeiras manifestações da doença é o aumento do volume dos gânglios linfáticos, principalmente, os do pescoço, axilas, virilha e tórax.

Sintomas

O surgimento de ínguas (sem motivos específicos), emagrecimento rápido, febre diária, principalmente, à tarde e à noite, coceira e sudorese noturna, são sinais de alerta. Falta de ar e tosse também podem acontecer.

Diagnóstico

O exame principal para confirmação do diagnóstico é a biópsia do linfonodo. É ela que confirma o tipo histológico do linfoma, ou seja, “qual o tipo de célula adoeceu”.
Exames de sangue e da medula óssea, radiografias, tomografias computadorizadas, e, mais recentemente, o PET-CT, um exame de imagem que mistura as técnicas de tomografia e cintilografia são essenciais para avaliar a extensão da doença.

Tratamento

Evelyne Monteiro Silva, hematologista da Medquimheo, explica que a escolha da melhor opção de tratamento depende do tipo histológico e da extensão (estágio) da doença. Radioterapia, Quimioterapia, Terapia Alvo e Transplante de Células Tronco Hematológicas (Transplante de Medula) são as principais opções, e podem ser utilizadas isoladamente ou em terapias combinadas.
O objetivo do Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas é alertar a população sobre os sintomas, para que procurem orientação médica ainda no estágio inicial da doença. De acordo com dados da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura em até 90%.


setembro 9, 2013 DicasLinfoma de Hodking0

Profissionais da saúde promovem, no próximo dia 15, o Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas. O termo Linfoma se refere ao câncer que surge nos tecidos linfáticos, tais como os linfonodos, fígado, baço e medula óssea. Pode atingir pessoas de qualquer idade.

O problema se inicia quando um linfócito – um tipo de glóbulo branco presente no sangue – se transforma de uma célula normal, em uma célula maligna. Essas células “doentes” podem se disseminar e provocar a formação de tumores em diversas partes do corpo.

Existem dois tipos principais: o Linfoma de Hodking e Linfoma não Hodking.

Uma das primeiras manifestações da doença é o aumento do volume dos gânglios linfáticos, principalmente, os do pescoço, axilas, virilha e tórax.

Sintomas
O surgimento de ínguas (sem motivos específicos), emagrecimento rápido, febre diária, principalmente, à tarde e à noite, coceira e sudorese noturna, são sinais de alerta. Falta de ar e tosse também podem acontecer.

Diagnóstico
O exame principal para confirmação do diagnóstico é a biópsia do linfonodo.

É ela que confirma o tipo histológico do linfoma, ou seja, “qual o tipo de célula adoeceu”.

Exames de sangue e da medula óssea, radiografias, tomografias computadorizadas, e, mais recentemente, o PET-CT, um exame de imagem que mistura as técnicas de tomografia e cintilografia são essenciais para avaliar a extensão da doença.

Tratamento
Evelyne Monteiro Silva, hematologista da Medquimheo, explica que a escolha da melhor opção de tratamento depende do tipo histológico e da extensão (estágio) da doença.

Radioterapia, Quimioterapia, Terapia Alvo e Transplante de Células Tronco Hematológicas (Transplante de Medula) são as principais opções, e podem ser utilizadas isoladamente ou em terapias combinadas.

O objetivo do Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas é alertar a população sobre os sintomas, para que procurem orientação médica ainda no estágio inicial da doença. De acordo com dados da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura em até 90%.