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Hematologia

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setembro 13, 2018 Hematologia0

O sangue é um tecido composto por, basicamente, plasma e elementos celulares, entre eles destacam-se as hemácias, também conhecidas como eritrócitos ou glóbulos vermelhos. Confira neste post a função que elas detêm em nosso organismo e saiba como nosso corpo é afetado pela diminuição delas!


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Se você nunca ouviu o termo equimose, pelo menos já deve ter tido manchas roxas no corpo antes. Nada mais do que uma infiltração de sangue na malha de tecidos do organismo, devido à ruptura de capilares, a equimose geralmente está relacionada a traumas. Algumas vezes, no entanto, pode ser decorrente de distúrbios de coagulação ou de efeitos colaterais de alguns medicamentos. Entenda mais sobre as causas e como lidar com as manchas roxas no corpo neste post. Continue lendo!

Equimose e hematoma: qual a diferença?

equimose é caracterizada por um sangramento em que ocorre a infiltração do sangue nos tecidos do corpo, como a pele, por exemplo, devido à ruptura de alguns vasos sanguíneos, o que resulta em manchas roxas no corpo.

Por ambos serem manchas roxas no corpo, é comum confundir um hematoma e uma equimose. Porém, o hematoma acontece quando a contusão rompe vasos de maior calibre, derramando-se uma maior quantidade de sangue, que pode infiltrar-se no tecido celular subcutâneo e nos músculos. Ambos podem surgir após uma lesão, traumatismo (batidas ou pancadas), cirurgias…. Porém, também podem ser devidos a alterações hematológicas .

É importante falar que ter uma equimose espontânea não relacionada a contusões é possível. Nesse caso, ela pode ser atribuída a distúrbios da crase sanguínea ou a transtornos vasculares, sendo acompanhada de outros sinais de transtornos hematológicos. Por isso, fique atento se surgirem manchas roxas no corpo sem motivo aparente.

Manchas roxas no corpo

Nem sempre a equimose será desta coloração. Devido à reabsorção do sangue pelos macrófagos orgânicos, antes de se tornarem manchas roxas no corpo, elas serão vermelhas-azuladas e após o roxeado, se tornarão amareladas, antes de finalmente sumirem.

Um exame direto do local e uma detalhada história clínica são suficientes para que o médico faça um diagnóstico da origem da equimose. Antes de tratar, ele procurará saber o motivo do surgimento e questionará o paciente sobre seus antecedentes médicos e sobre o uso de medicamentos. O tratamento das equimoses dependerá das causas.

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julho 18, 2014 HematologiaNotícias0

poliglobulia-causa-coagulo-sanguineoTranstorno caracterizado pela quantidade excessiva de glóbulos vermelhos no corpo, a Poliglobulia é uma doença pouco falada e, por isso, a grande maioria desconhece. É decorrente de uma produção exagerada de glóbulos vermelhos pela medula óssea, aumentando a viscosidade do sangue e podendo provocar problemas de circulação, dores de cabeça, tonturas, dificuldade de concentração e visão nublada. Coágulos sanguíneos, tendência para hemorragias e o inchaço do baço também podem ocorrer.

 

Existe a Poliglobulia Primária, que recebe esta denominação quando o motivo para o aumento desenfreado dos glóbulos está na própria célula mãe das células do sangue. Já aPoliglobulia Secundária, pode ser decorrente de outras doenças que causam redução de oxigenação no organismo e, consequentemente, necessidade de aumento da produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea. Doenças pulmonares, cardíacas e a presença de alguns tumores também podem gerar a desordem, já que prejudicam a oxigenação do organismo. Indivíduos que moram em locais com grandes altitudes, onde o ar costuma ser mais rarefeito, podem apresentar a alteração.

 

Tratamento

 

O tratamento é feito por meio de extrações de sangue. O procedimento é bem parecido com o ato de doar sangue e pode ser repetido várias vezes para manter a taxa dos glóbulos em níveis adequados. Na grande maioria dos casos, somente esta ação é necessária. Em algumas situações, o médico pode indicar medicamentos para impedir complicações.

 

Sobre o diagnóstico

 

A hematologista Evelyne Monteiro Silva, da Medquimheo, explica que a realização de exames de rotina como o hemograma é fundamental para a identificação da doença. “Normalmente, quem chama a atenção para isso é o clínico ou o médico de rotina do paciente. Caso identificada a anormalidade, o profissional poderá encaminhar a pessoa a um hematologista para análise”, explica.