BLOG

Acompanhe dicas de saúde, nutrição e bem-estar em nosso Blog.

Dicas

alimentos-light-x-diet.jpg

A constante busca por uma alimentação alternativa ou por dietas específicas é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Isso pode ser percebido pelo consumo de alimentos diet e light,que tem aumentado, significativamente, nos últimos anos. Mas, você sabe qual a diferença e para que, exatamente, serve cada um deles? No post de hoje, nós, da Medquimheo, além de respondermos a essas perguntas, vamos alertar sobre o consumo dos produtos diet e light. Continue lendo e confira!

Alimentos light

Os alimentos light apresentam quantidades menores de calorias ou de determinado nutriente, como sal, açúcar ou gorduras. Para um produto ser considerado light é preciso que tenha uma redução mínima de 25% quando comparado ao alimento tradicional. Os produtos light podem ser usados em dietas com restrição calórica ou que demandem a ingestão controlada de algum nutriente.

O segredo no consumo dos alimentos light é combiná-los com uma dieta balanceada e com a prática de exercícios físicos.

Alimentos diet

Diferentemente dos light, os alimentos diet são isentos de algum ingrediente (sal, açúcar, gordura, etc.). E, por isso, destinam-se a grupos de pessoas com necessidades específicas, como diabéticos. Na maioria das embalagens dos produtos diet, há expressões como: “livre de”, “zero” e “não contém”.

Atenção aos alimentos light e diet

É importante destacar que os produtos light e diet nem sempre são opções mais saudáveis e indicadas para todos.

Os produtos podem ser isentos ou reduzidos de uma variedade de nutrientes, é preciso atenção ao rótulo. Não é porque o alimento é diet ou light que ele poderá ser usado em uma dieta hipocalórica ou restrita em açúcar, por exemplo.

O alimento light apesar de o menor teor, pode não ser indicado em situações que demandem maiores restrições.

Ao retirar ou reduzir um composto do produto, geralmente é preciso adicionar outro para subtítulo e equilibrar a receita. Por exemplo, o chocolate ter em mente, ao consumir alimentos diet, que é preciso moderação! O chocolate diet , por exemplo, pode ser recomendado a pessoas com diabetes, já que é isento de açúcar. No entanto, para disfarçar o gosto do adoçante utilizado e para manter a consistência, há uma maior adição de gordura. Portanto, não é uma opção mais saudável ou indicado para quem deseja emagrecer.

É essencial que o consumo seja orientado por um nutricionista ou médico.

As melhores informações sobre saúde, você encontra aqui no blog da Medquimheo. Aproveite e continue acompanhando nossos conteúdos!

Separamos outros dois posts que também vão te interessar. Confira:

  1. Saiba como sua alimentação pode impactar a qualidade do sono
  2. Obesidade é um dos fatores de risco para o câncer

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


receitas-saudaveis-festas-juninas-e1561394134702.jpg

O mês de junho é um dos mais esperados do ano e os motivos são óbvios: as festas juninas! Um dos símbolos mais importantes do São João são as comidas típicas: milho, canjica, cocada, paçoca, bolo de fubá, arroz doce, pé de moleque, pamonha e cuscuz são alguns dos alimentos considerados “carros-chefes” nessa época do ano.

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, preparou um conteúdo especial com duas receitas saudáveis para que você aproveite as festanças com mais saúde.

Canjica

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de açúcar de coco ou mascavo;
  • 2 colheres de sopa de biomassa de banana verde;
  • 250 gramas de canjica branca;
  • 50 gramas de coco ralado;
  • 200 ml de leite de coco;
  • 750 ml de leite;
  • 400 ml de água;
  • Canela em pau;
  • 1 pitada de sal.

Modo de preparo

Coloque a canjica de molho na água por cerca de 24 horas. Em seguida, transfira somente a canjica para uma panela de pressão e acrescente o leite, a água, a biomassa de banana verde e o açúcar mascavo ou de coco. Deixe cozinhar por, aproximadamente, 40 minutos, e desligue o fogo. Quando perceber que o conteúdo do recipiente já esfriou, adicione o coco ralado, o leite de coco, a canela e o sal. Volte novamente ao fogo (desta vez sem pressão) e mexa todos os ingredientes. Quando atingir um ponto cremoso é a hora de tirar do fogo e servir! Para quem gosta, uma boa dica é polvilhar com canela.

Bolo de fubá integral

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo integral;
  • 1 xícara de fubá;
  • 1 xícara de açúcar demerara;
  • 1/2 xícara de leite;
  • 3 ovos;
  • 1 colher de sopa de fermento;
  • 3 colheres de sopa de manteiga.

Modo de preparo

O primeiro passo é separar as claras das gemas e bater as claras em neve. Em seguida, é preciso adicionar cada ingrediente separadamente, até formar uma massa homogênea. A ordem deve ser: açúcar, gemas, farinha de trigo, fubá, leite, manteiga e fermento. Depois, basta despejar em uma forma e levar ao forno para assar. Por fim, desenforme e sirva.

O ponto do bolo: para saber a hora certa de tirá-lo do forno, espete um palito no bolo. Caso ele saia limpo, significa que está pronto.

A Medquimheodeseja uma excelente Festa Junina para você e toda sua família! E lembre-se: saúde em primeiro lugar! Aproveite também para conferir outras duas dicas de ouro da nossa nutricionista: suco verde de pêssego, que garante energia para o dia todo e quais são os alimentos capazes de ajudar na prevenção do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


sanduíche.jpg

A quimioterapia pode causar diversos efeitos colaterais ao paciente em tratamento de câncer. Nas primeiras horas, ou até alguns dias após o uso da medicação, podem ocorrer náuseas, alteração do paladar e falta de apetite. Todos esses sintomas são capazes de tornar a alimentação um momento difícil.

Para que a alimentação seja facilitada no dia a quimioterapia, a nutricionista da Medquimheo Naira Fraga reuniu dicas de lanches saudáveis e fáceis de preparar!

Opções de lanches para os dias de quimioterapia

A nutricionista explica que, alimentar-se a cada três horas, com pequenas porções, é uma ótima estratégia para os dias de tratamento. No momento de náuseas intensas, é indicada a ingestão de alimentos de textura mais seca. Alguns exemplos são os vegetais desidratados na forma de chips como mandioca, banana, batata e milho. Eles podem ser consumidos sozinhos ou com patês naturais, conforme a indicação da nutricionista.  

O sanduíche com recheio de patê de frango desfiado, com creme de ricota e hortelã ou manjericão é uma ótima sugestão de lanche saudável para ser experimentado. “Outra comida de fácil preparo e também nutritiva é a salada de macarrão com frango e legumes”, acrescentou.

Picolés cítricos como limão ou abacaxi são opções refrescantes que ajudam no controle de náuseas e perda do paladar. O mesmo vale para as frutas cítricas, que podem ser consumidas geladas ou na forma de sucos como de abacaxi com hortelã, de laranja com morango ou maracujá. Também pode ser feito um milk shake saudável em casa com frutas congeladas como banana e maracujá batidas no liquidificador com leite.

“Salpicar uma colher de leite em pó sobre as frutas ou na salada de fruta faz com que os lanches se tornem mais nutritivos sem deixá-los pesados”, acrescentou.

Como reduzir a náusea e a alteração do paladar?

Para reduzir a náusea durante o tratamento de câncer, a nutricionista indica que os pacientes podem dar preferência a alimentos mais frios ao invés dos quentes.

“Ingerir algo levemente ácido antes das refeições como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida também pode auxiliar no controle da náusea e da alteração do paladar”, disse Naira.

Veja também aqui no Blog alimentos que auxiliam no tratamento do câncer.

Fonte: Naira Marceli Fraga Silva – nutricionista – CRN4: 15101252.


cuidados-couro-cabeludo.jpg

A alopecia, ou queda de cabelos, é uma das consequências mais temidas pelos pacientes em tratamento de quimioterapia. A dermatologista da Medquimheo Dra. Mary Lane Alves Nemer explica que, dependendo dos medicamentos usados, a queda de cabelos pode ser total – o que é mais comum – ou até não ocorrer.

A ausência abrupta dos cabelos gera a necessidade de um cuidado diferente com o couro cabeludo que fica mais exposto ao sol, ao frio e a traumas, enfatiza a dermatologista. Para essa fase, a Dra. Mary Lane indica que o uso do filtro solar com alto fator de proteção, de preferência em loção e de boa qualidade, é fundamental na exposição do paciente ao sol.

Outras formas de proteção

O uso de lenços e outros adereços capilares conferem estilo, melhoram a autoestima e também oferecem proteção solar.

“Chapéus, bonés, toucas, perucas e lenços são formas de proteção física para o couro cabeludo e o uso deve ser orientado e estimulado”, enfatizou a dermatologista.

Higiene do couro cabeludo

A higiene do couro cabeludo é outro cuidado importante durante o tratamento quimioterápico. A dermatologista explica que, enquanto os cabelos não estão crescendo, o sabonete usado para o corpo pode ser usado na cabeça, desde que seja sem perfume, hidratantes ou neutros e em pequena quantidade.

“Quando os cabelos estiverem nascendo, poderão ser usados shampoos neutros, shampoos para bebês ou para couro cabeludo sensibilizado. Se o paciente tiver couro cabeludo oleoso ou qualquer outra doença prévia, deve pedir orientação ao seu oncologista ou dermatologista para saber os produtos mais indicados para sua pele”, orienta a dermatologista.

Resumo dos cuidados com o couro cabeludo durante a quimioterapia:

  1. Usar protetor solar com alto fator de proteção no couro cabeludo quando for se expor ao sol.
  2. Chapéus, bonés e lenços são indicados para proteger do sol e do frio. O couro cabeludo fica muito mais exposto aos raios solares e, por isso, o paciente deve sempre fazer uso desses acessórios, com preferência aos que tenham proteção FPS.
  3. É indicado higienizar a cabeça com sabonete enquanto os cabelos não estão crescendo. O sabonete deve ser hidratante, sem perfume e usado em pouca quantidade.
  4. Quando o cabelo estiver crescendo, o cabeça pode ser higienizada com shampoos para bebês ou shampoos para couro cabeludo sensibilizado com pH neutro.

Esperamos que as dicas possam ajudar!

Achamos que outros conteúdos de nosso Blog também podem colaborar. Veja algumas sugestões:

10 dúvidas comuns sobre quimioterapia

Como a crioterapia pode ser aliada durante sua quimioterapia?

Oncologia em Vitória


relacao-cancer-e-depressao.jpg

Medo, ansiedade e dúvidas são sentimentos comuns na maioria das pessoas diagnosticadas com câncer. Isso acontece porque os pacientes criam uma grande expectativa quanto ao tratamento e a possível cura. É nesse momento que os problemas de depressão e ansiedade podem aparecer. Para entender melhor sobre essa relação, continue lendo o post que a psicóloga Gabriela Simmer esclarece!

Depressão x câncer

Segundo dados do Observatório de Oncologia, a chance de um paciente oncológico desenvolver a depressão varia de 22% a 29%. O estudo também constatou que, pacientes com câncer de mama têm de 10% a 25% de chances de ter o transtorno. A depressão é caracterizada por um momento de tristeza duradouro ou repetitivo de grande intensidade. No entanto, existem outros sintomas, que somados a essa tristeza, caracterizam o problema e geram sérios prejuízos à saúde. Listamos abaixo alguns deles, confira:

  1. Perda de prazer nas atividades diárias;
  2. Indiferença frente às situações;
  3. Diminuição da capacidade de raciocinar, de se concentrar e/ou de tomar decisões;
  4. Lentidão, fadiga e sensação de fraqueza;
  5. Alterações do sono (insônia ou muito sono);
  6. Alterações do apetite (Perda ou aumento da fome);
  7. Diminuição do interesse sexual;
  8. Afastar-se da convivência com outras pessoas;
  9. Pensamentos negativos a respeito da doença;
  10. Sensação de esgotamento.

É comum ouvirmos que a quimioterapia por si só já provoca alguns efeitos colaterais no paciente como cansaço, desânimo, fraqueza, dentre outros sintomas característicos. Mas é importante saber diferenciar da depressão, por isso, os familiares e a equipe devem ficar atentos aos outros sinais que citamos acima.

Quais os prejuízos gerados?

Como a depressão causa desânimo, o paciente oncológico pode se sentir abatido para frequentar as consultas ou as sessões de quimioterapia e/ou outras atividades relacionadas ao autocuidado. Lembrando também, que grandes mobilizações emocionais podem favorecer alterações na imunidade e trazer prejuízos para o processo de tratamento.

Tratamento do paciente oncológico depressivo

Caso o paciente oncológico seja diagnosticado com um quadro depressivo, é importante avaliar a necessidade de psicoterapia, com o objetivo de favorecer o enfrentamento do tratamento. Em caso de necessidade, alguma medicação pode ser prescrita para complementar o cuidado com o paciente. Atividades alternativas como yoga e meditação, também são boas opções para promoção da saúde física e mental.

A participação dos entes queridos é muito importante nesse momento! Caso a família ou os amigos notem sintomas de depressão, devem ajudar a pessoa, procurando auxílio médico.

Quer mais informações sobre o tratamento do câncer?

Caso queira entender melhor como funciona o tratamento do câncer, leia também nosso post que explica as 10 dúvidas mais comuns.

Temos também um conteúdo com orientações para sessão da quimio.

A Medquimheo está sempre à disposição, conte com a gente!


chas-fitoterapicos.jpg

É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


hipertensao-causas-sintomas-prevencao.jpg

maio 14, 2019 DicasNotícias0

Também chamada de pressão alta, a hipertensão arterial é uma doença crônica, identificada quando os níveis da pressão sanguínea nas artérias estão elevados.

O problema maior está no fato de que como o sangue tem que ser distribuído corretamente por todo o corpo, o coração se esforça mais do que o normal, aumentando os riscos de acidente vascular cerebral, infarto, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil existem mais de 30 milhões de hipertensos, porém apenas 10% fazem o controle adequado. Para descobrir as causas, sintomas e como prevenir continue lendo o post!

Atente-se para as causas!

Apesar da doença ser herdada dos pais em 90% dos casos, existem alguns fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, como o fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, consumo elevado de sal (devido à maior tendência a reter sódio, que leva a retenção de líquidos e ao aumento da pressão arterial), altos níveis de colesterol e falta de atividade física. Uma observação importante é que a incidência da pressão alta é maior em pessoas negras, em diabéticos, e aumenta com a idade, já que as veias e artérias perdem a flexibilidade.

Alerta para os sintomas!

Dores no peito, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, dor de cabeça, visão embaçada e sangramento nasal podem ser sinais da hipertensão. No entanto, somente são notados quando há uma elevação realmente significativa da pressão.

Previna-se!

Adotar um estilo de vida saudável é o ponto-chave para reduzir o risco da doença. Separamos algumas dicas a serem seguidas:

  • Não abuse do sal. O ideal é utilizar outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos, como alho e cebola;
  • Pratique atividades físicas regulares;
  • Abandone o fumo;
  • Não abuse no consumo de álcool;
  • Evite alimentos gordurosos;
  • Prefira alimentos naturais, como frutas e verduras.

Exame médico anual

Medir a pressão regularmente é o primeiro passo para o diagnóstico precoce da hipertensão. Recomenda-se que pessoas com mais de 20 anos, meçam pelo menos uma vez ao ano. Contudo, em casos de históricos familiares, a aferição precisa ser realizada mais frequentemente. E, algumas vezes, são necessários outros exames. Somente o médico poderá definir o que é melhor em cada caso.

Para mais informações e dicas, continue acompanhando os posts da Medquimheo.Estamos sempre à disposição!


beber-agua-no-outono-importancia.jpg

Nas estações em que as temperaturas são mais amenas, como outono e inverno, é comum não sentirmos tanta vontade de beber água como no verão. No entanto, é preciso ter em mente que a desidratação também pode ocorrer nos dias mais frios. Confira no post de hoje todos os benefícios e dicas do consumo de água!

Consumo diário de água

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, alerta para a quantidade que devemos consumir de água por dia. “Para você saber quantos litros precisa beber, multiplique seu peso corporal por 30 ml. Por exemplo, uma pessoa que pesa 65 kg, deve tomar diariamente 2 litros, o que equivale a 8 copos aproximadamente”, explica.

Benefícios da água

  • Previne doenças renais, como pedras e insuficiência renal;
  • Regula a temperatura do corpo;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Auxilia no bom funcionamento intestinal;
  • Mantém a pele hidratada;
  • Combate acne, estrias e celulite;
  • Diminui o inchaço;
  • Ajuda na eliminação de toxinas acumuladas em nosso organismo.

5 dicas para facilitar o consumo de água

Se você não é do tipo de pessoa que tem dificuldade para beber água, com certeza conhece alguém assim. As justificativas para isso são as mais diversas possíveis, uns falam que não sentem vontade, outros que não gostam. Mas a questão é que, independente disso, todos precisam.

Geralmente só lembramos de beber água quando aparece a sensação de sede, mas esse já é um sinal que nosso corpo está ficando desidratado. Para tornar o consumo mais fácil, a nutricionista separou 5 dicas, confira:

  1. Beba um copo de água bem cheio assim que acordar, seu dia começará bem melhor.
  2. Leve diariamente para o trabalho, escola, faculdade, ou aonde for, uma garrafa de água. Isso aumenta suas chances de beber.
  3. Existem aplicativos para celulares que de tempos em tempos te lembram de beber água. Instale algum e pronto, não terá desculpas!
  4. Estabeleça metas! Faça um traço na metade da garrafa e escreva um horário, 12h por exemplo. O intuito é que quando der aquela hora, você já tenha bebido esta quantidade.
  5. Acrescente frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida. Assim, ela ganhará um sabor mais doce e leve, podendo agradar mais.

Independente do tempo ou da estação, hidrate-se! Continue acompanhando os posts da Medquimheo e fique sempre bem informado.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252



exames-oncologicos.jpg

Para verificar a pressão, níveis de glicemia, colesterol e batimentos cardíacos é necessário fazer, anualmente, os exames básicos gerais, conhecidos como check-ups. Mas você sabia que existem aqueles que são próprios para o câncer? São os chamados onco check-ups.

Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, conta que com o avanço da ciência e tecnologia, a prevenção e o diagnóstico precoce dos diversos tipos de cânceres se tornam cada vez mais fáceis. “Isso porque hoje existe uma gama de exames oncológicos preventivos e orientações médicas que têm o intuito de prevenir o surgimento da doença ou aumentar suas chances de cura”, explica.

Mamografia: exame para o câncer de mama

O tumor mais frequente no sexo feminino é o de mama. Dra.Carolina informa um dado relevante. “Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), até o final do ano são previstos 59.700 casos no Brasil e 1.130 somente no Espírito Santo”, alerta. Para a prevenção da doença, a sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos de idade e que repitam anualmente.

Papanicolau: exame para o câncer de colo uterino

É imprescindível que toda mulher que já iniciou sua vida sexual faça, anualmente, o exame preventivo papanicolau no ginecologista. Isso ajuda a detectar os tumores do colo de útero.

Toque retal: exame para o câncer de próstata

Nos homens o tumor mais frequente é o de próstata. De acordo com o Inca, em todo o País cerca de 68.220 casos estão previstos até o final de 2019. Desses, 1.510 no Espírito Santo. “Para investigar a doença, é indicado que a partir dos 50 anos de idade, realize o exame de sangue (PSA) e o toque retal”, esclarece a oncologista. A importância desse último exame é tão grande que 20% dos tumores de próstata não alteram o PSA. Contudo, quando este é associado ao toque, a taxa de erro cai para menos de 5%.

Tomografia de tórax: exame para o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é oque mais mata no Brasil e no mundo. Mas, também pode ser prevenido. Para os pacientes tabagistas, a partir dos 50 anos de idade, é aconselhada a realização anual de uma tomografia de tórax. Entretanto, não substitui uma das principais formas de prevenção da doença: a suspensão do cigarro.

Colonoscopia: exame para o câncer de intestino

Esse exame permite a análise do revestimento interno do intestino grosso e parte do delgado correspondente ao reto, ao cólon e o íleo terminal. O que ajuda a encontrar pólipos, tumores, inflamações, úlceras e outras alterações do órgão, servindo como um dos principais métodos de rastreamento do câncer de cólon e reto.

Cuide-se!

Quanto mais cedo você descobrir a doença, maior será sua chance de cura. Marque seu onco check-up!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


alteracao-do-paladar-pacientes-oncologicos.jpg

A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252