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Dicas

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É comum ver pessoas reclamando de insônia ou de cansaço excessivo mesmo após uma noite de sono. Você sabia que a alimentação pode estar causando esses problemas? Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre como a alimentação pode impactar a qualidade do seu sono.

Alimentação x Sono

Uma boa alimentação pode ser aliada no tratamento de distúrbios do sono. Existem nutrientes específicos que ajudam a melhorar o descanso, como a vitamina D, o potássio e o magnésio, que facilitam o relaxamento muscular. O cálcio também é essencial para a produção da melatonina, hormônio fundamental para o bom funcionamento do mecanismo do sono.

Segundo a nutricionista da Medquimheo, Janine Rover de Mello, o ideal é diminuir a quantidade de alimentos e líquidos antes de dormir, além de evitar o consumo de bebidas que contenham cafeína, como café, chás mate e preto no período de quatro a seis horas antes do sono.

“Dietas ricas em açúcares, carboidratos simples e gorduras saturadas podem trazer dificuldade para o paciente dormir e pode levar também a um sono de péssima qualidade. Em casos de pacientes em tratamento oncológico, a orientação é a mesma: buscar uma alimentação mais saudável, incluindo vitaminas e minerais.”, explicou.

Chá pode ajudar?

No mercado existem vários chás que prometem uma melhora na qualidade do sono. No entanto, a nutricionista Janine Rover de Mello reforçou que é importante que pacientes não tomem chás sem o conhecimento do seu médico/nutricionista, devido a interação medicamentosa que poderá ocorrer. “Apesar disso, chás tradicionais, como camomila, erva doce, cidreira e hortelã podem ser consumidos, desde que em pequena quantidade”, completou.

Tratamento da apneia do sono

Os hábitos cotidianos relacionados à alimentação influenciam muito a qualidade do sono, principalmente para quem tem algum distúrbio como a apneia. Existem alimentos específicos que possuem uma substância chamada triptofano, capaz de restabelecer o equilíbrio do corpo durante a noite. Se você anda perdendo noites de descanso, clique aqui e saiba quais alimentos podem te ajudar a melhorar a qualidade do sono.

Fonte: Janine Rover de Mello – Nutricionista – CRN: 11101078


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Como você já viu anteriormente em nosso blog, a xerodermia, ou simplesmente secura da pele, é uma manifestação exócrina caracterizada pelo fato de as glândulas sebáceas e sudoríparas produzirem deficientemente as secreções que umedecem e lubrificam a pele. Mas você sabia que a xerodermia pode estar diretamente ligada ao câncer de pele? Neste post vamos falar mais sobre esse assunto. Continue lendo!

câncer de pele é um dos tipos mais frequentes entre os brasileiros. Segundo o Inca, em 2017, ele apresentou cerca de 180 mil novos casos no país. A relação da xerodermia com a doença não é direta. Porém, a pele que fica mais exposta aos raios solares e, consequentemente, mais propensa ao câncer de pele. Portanto, sempre é muito importante o uso de protetor solar diariamente.

Possíveis complicações da xerodermia

Além do risco de câncer de pele, na pessoa com xerodermia, a pele exibe sintomas de envelhecimento prematuro, principalmente nas áreas expostas ao sol. Em casos mais extremos, é possível ocorrer cegueira, em razão de lesões nos olhos ou de cirurgia na região ocular, e também perda de audição, relacionada à degeneração do sistema nervoso.

Tratamento para xerodermia  

Ao contrário do câncer de pele, não há cura para a xerodermia. Assim, o tratamento é sintomático, ou seja, focado em cuidar dos sintomas individualmente para evitar mais problemas futuros. Nesse aspecto, as orientações são bem simples: evite agredir a pele com altas temperaturas e exposição ao sol sem proteção. E lembre-se a chave para tratar a pele seca é mantê-la úmida (hidratada), por isso use hidratantes e fique atento às recomendações do seu médico.

Se pararmos para pensar, a pele é o primeiro órgão de defesa de nosso corpo contra agressões do meio externo. A xerodermia requer cuidados redobrados. Cuide-se!

Acompanhe o Blog Medquimheo para mais dicas sobre saúde e bem-estar!


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Os carnívoros de plantão, e até mesmo aqueles que não resistem a um churrasquinho no fim de semana, já sabem as opções mais saborosas e os pontos ideais para degustar cada corte. Entretanto, para o consumo de carne saudável, é preciso conhecer o corte mais leve e nutritivo, aproveitando melhor os principais benefícios dessas proteínas! A nutricionista da Medquimheo Janine Rover dá a dica, confira!

Segundo a profissional, a carne vermelha magra é uma fonte de proteína de alto valor biológico, de ferro, vitaminas do complexo B (principalmente a B12), e de muitos outros nutrientes. “Elas exercem um papel importante em nosso corpo, atuando no crescimento, regeneração, renovação de tecidos”, conta Janine.

Entretanto, a nossa especialista alerta, que, mesmo sendo uma ótima fonte de proteínas e minerais, o consumo de carne vermelha magra deve ser limitado na dieta. Isso porque, ao contrário da carne branca, esse tipo é rico em gordura saturada e pode causar danos à saúde, se ingerido em excesso.

Quais cortes escolher para uma carne vermelha magra?

“Os cortes considerados mais magros são patinho, maminha, músculo, lagarto, filé mignon, coxão duro e coxão mole”, conta. Já sobre os cortes que devem ser evitados, Janine cita: acém, alcatra, contra filé de costela, cupim, picanha, fraldinha e costela.


A nutricionista da Medquimheo reforça que a carne vermelha, mesmo que magra deve ser consumida com moderação. ” A indicação é que seja consumida até 2x na semana”, recomenda.

E você, tem costume de consumir carne vermelha magra em casa? Fique de olho em nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar!


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De uns tempos para cá a tapioca está cada vez mais na moda e já conquistou muita gente pelo estômago! Mas será que vale mesmo a pena incluir esse alimento na dieta? A nutricionista da Medquimheo Janine Rover conta sobre os benefícios da tapioca, esse lanche superbrasileiro! Continue lendo!

Versatilidade é provavelmente um dos maiores benefícios da tapioca. A nutricionista da Medquimheo conta que pode ser incluída em quase todos os horários do dia, como no café da manhã em substituição aos pães ou até nos lanches intermediários entre as refeições principais.

Muitas pessoas perguntam, a tapioca engorda? Essa resposta vai depender muito do recheio que é utilizado, mas a nutricionista esclarece: “De um modo geral, a tapioca é, sim, uma boa alternativa para substituir o pão branco, por ter rápida digestibilidade e nada de sódio, mas em termos calóricos, os dois são muito parecidos”, conta Janine.

Escolha bem o recheio

Segundo Janine, um dos maiores benefícios da tapioca é que ela é rica em carboidratos, não tem glúten, sódio e não leva gordura nem no preparo. Por outro lado, é pobre em fibras, proteínas e é um alimento de alto índice glicêmico: “Para isso, associe a uma fibra, como por exemplo, salpique uma colher de sopa de chia ou aveia junto com a goma de mandioca, no preparo da tapioca”, aconselha a nutricionista da Medquimheo.

Uma outra dica é rechear a tapioca com proteínas como frango, claras de ovos ou até atum, que também reduzem o índice glicêmico.

Tapioca recheada

Como preparar a tapioca

Quer saber mais um dos benefícios da tapioca? Ela é superfácil de preparar! Atualmente você pode encontrar a goma hidratada em qualquer supermercado, uma vantagem da popularidade. Em casa, preaqueça a frigideira, de preferência antiaderente. Depois, com uma colher, polvilhe a tapioca na frigideira preenchendo toda sua superfície com a goma. Em 5 minutinhos está pronta! Agora é só adicionar o recheio, enrolar e se deliciar!


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Se você nunca ouviu o termo equimose, pelo menos já deve ter tido manchas roxas no corpo antes. Nada mais do que uma infiltração de sangue na malha de tecidos do organismo, devido à ruptura de capilares, a equimose geralmente está relacionada a traumas. Algumas vezes, no entanto, pode ser decorrente de distúrbios de coagulação ou de efeitos colaterais de alguns medicamentos. Entenda mais sobre as causas e como lidar com as manchas roxas no corpo neste post. Continue lendo!

Equimose e hematoma: qual a diferença?

equimose é caracterizada por um sangramento em que ocorre a infiltração do sangue nos tecidos do corpo, como a pele, por exemplo, devido à ruptura de alguns vasos sanguíneos, o que resulta em manchas roxas no corpo.

Por ambos serem manchas roxas no corpo, é comum confundir um hematoma e uma equimose. Porém, o hematoma acontece quando a contusão rompe vasos de maior calibre, derramando-se uma maior quantidade de sangue, que pode infiltrar-se no tecido celular subcutâneo e nos músculos. Ambos podem surgir após uma lesão, traumatismo (batidas ou pancadas), cirurgias…. Porém, também podem ser devidos a alterações hematológicas .

É importante falar que ter uma equimose espontânea não relacionada a contusões é possível. Nesse caso, ela pode ser atribuída a distúrbios da crase sanguínea ou a transtornos vasculares, sendo acompanhada de outros sinais de transtornos hematológicos. Por isso, fique atento se surgirem manchas roxas no corpo sem motivo aparente.

Manchas roxas no corpo

Nem sempre a equimose será desta coloração. Devido à reabsorção do sangue pelos macrófagos orgânicos, antes de se tornarem manchas roxas no corpo, elas serão vermelhas-azuladas e após o roxeado, se tornarão amareladas, antes de finalmente sumirem.

Um exame direto do local e uma detalhada história clínica são suficientes para que o médico faça um diagnóstico da origem da equimose. Antes de tratar, ele procurará saber o motivo do surgimento e questionará o paciente sobre seus antecedentes médicos e sobre o uso de medicamentos. O tratamento das equimoses dependerá das causas.

Acesse o blog da Medquimheo e saiba muito mais sobre saúde, bem-estar e oncologia!