BLOG

Acompanhe dicas de saúde, nutrição e bem-estar em nosso Blog.

Dicas da Nutricionista

ceia-natal-ano-novo-2.jpg

dezembro 21, 2018 Dicas da Nutricionista0

Com a proximidade do fim do ano, já começam os preparativos para as ceias de Natal e Ano Novo, tradições em casas de todo o mundo. É importante que os pacientes com câncer tenham cuidados redobrados com os quitutes servidos nos eventos. Por isso, convidamos a Naira Fraga, nutricionista da Medquimheo, para dar dicas de como evitar exageros nessa época do ano.

“Tenha cuidado com as preparações gordurosas e muito doces, pois podem aumentar o enjoo. Não se esqueça de uma boa hidratação. Dê preferência para os sucos que facilitam a digestão como abacaxi, mamão, hortelã e gengibre”, explica a nutricionista.

Receita da Nutri: Peru Recheado Caprese

Ingredientes:

  • 1 Peru descongelado
  • ½ maço de manjericão
  • 5 dentes de alho descascados
  • ¼ de xícara (chá) de azeite
  • 1 cebola descascada e cortada em pétalas
  • 3 tomates cortados em cubos grandes
  • 1 abobrinha cortada em cubos grandes
  • 1 pacote de mussarela de búfala bolinha
  • 1 garrafa de vinagre balsâmico
  • ½ maço de manjericão picado
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Fazer:

Esfregue o manjericão, os dentes de alho e os temperos dentro e fora da ave, reserve na geladeira enquanto prepara o recheio. Em um recipiente, misture a cebola, os tomates, a abobrinha e a mussarela. Tempere com sal e junte folhas de manjericão. Coloque a mistura preparada dentro do peru.

Em uma assadeira, posicione o peru e leve ao forno a 240°C por 15 minutos. Cubra a assadeira com papel alumínio e volte ao forno por mais 1 hora e 30 minutos. Retire o papel da assadeira e volte ao forno por mais 40 minutos.

Para o molho: Em uma panela, cozinhe o vinagre com o manjericão. Desligue o fogo quando o molho começar a engrossar. Sirva com o peru.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


medula-ossea-medquimheo.jpg

A Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea acontece entre os dias 14 e 21 de dezembro e traz um alerta sobre a importância da conscientização e da doação de medula. O objetivo é ampliar o cadastro de doadores voluntários e facilitar o tratamento de quem sofre com doenças que afetam as células do sangue, como leucemias, anemia aplástica e linfomas.

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso presente no interior dos ossos, o chamado “tutano”. É o local onde são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Uma pergunta que pode surgir para quem vai doar a medula é como deve ser alimentação no período pré e pós doação.

Alimentação antes da doação de medula óssea

Não existe uma dieta específica para essa situação. Mas ressalta-se que um dos critérios para doação da medula é estar em bom estado geral de saúde, logo, uma alimentação balanceada é primordial e deve fazer parte do dia a dia.

Alimentação depois da doação de medula óssea

A recuperação da medula óssea demora cerca de 15 dias, ou seja, ocorre de forma rápida. O estado geral de saúde do doador é avaliado antes da doação para assegurar boas condições, assim, após o procedimento o corpo estará hábil para se recuperar sem prejuízos. Por isso, também não existe uma dieta específica após a doação, mas é importante se atentar para a ingestão adequada de alguns nutrientes que se destacam quando o assunto é a saúde das células do sangue. São eles:

Proteínas – encontrada em maior quantidade nas carnes, aves, peixes, ovos, leite e seus derivados.

Vitamina B12 – disponível nas carnes e vísceras especialmente de boi, pato e frango, em peixes e frutos do mar como arenque, cavalinha, truta, atum, salmão, mexilhão, lula e ostras. E em ovos e queijos como camembert, emental, parmesão e gouda.

Folato – presente em uma ampla variedade de alimentos, especialmente no fígado bovino, feijões (verde, fradinho e fava), vegetais verdes (espinafre, aspargo, ervilha, brócolis e alface), amendoim, aveia, grão de bico e quinoa.

Ferro – encontrado nas carnes, especialmente a vermelha e fígado. Feijão e vegetais verdes escuros também são fontes de ferro, porém numa forma pouco disponível para o corpo, por isso é preciso alguns cuidados para otimizar sua absorção: não ingerir leite e derivados, chá matte, chá verde, refrigerantes de cola e café junto com o almoço e jantar, ingerir uma fonte de vitamina C junto com essas refeições, como laranja, limão, acerola, goiaba, kiwi, morangos, mamão ou melão.

Outras vitaminas e minerais – também contribuem nesse quesito, por isso, é importante incluir porções de frutas, legumes ou vegetais e uma porção de sementes, nozes, castanhas ou amêndoas na alimentação.

Neste Natal, dê um presente a quem precisa de você para viver: cadastre-se como doador de medula óssea.

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252

Para mais informações sobre a doação de medula óssea acesse: http://redome.inca.gov.br


nutricao_e_sono.jpg

É comum ver pessoas reclamando de insônia ou de cansaço excessivo mesmo após uma noite de sono. Você sabia que a alimentação pode estar causando esses problemas? Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre como a alimentação pode impactar a qualidade do seu sono.

Alimentação x Sono

Uma boa alimentação pode ser aliada no tratamento de distúrbios do sono. Existem nutrientes específicos que ajudam a melhorar o descanso, como a vitamina D, o potássio e o magnésio, que facilitam o relaxamento muscular. O cálcio também é essencial para a produção da melatonina, hormônio fundamental para o bom funcionamento do mecanismo do sono.

Segundo a nutricionista da Medquimheo, Janine Rover de Mello, o ideal é diminuir a quantidade de alimentos e líquidos antes de dormir, além de evitar o consumo de bebidas que contenham cafeína, como café, chás mate e preto no período de quatro a seis horas antes do sono.

“Dietas ricas em açúcares, carboidratos simples e gorduras saturadas podem trazer dificuldade para o paciente dormir e pode levar também a um sono de péssima qualidade. Em casos de pacientes em tratamento oncológico, a orientação é a mesma: buscar uma alimentação mais saudável, incluindo vitaminas e minerais.”, explicou.

Chá pode ajudar?

No mercado existem vários chás que prometem uma melhora na qualidade do sono. No entanto, a nutricionista Janine Rover de Mello reforçou que é importante que pacientes não tomem chás sem o conhecimento do seu médico/nutricionista, devido a interação medicamentosa que poderá ocorrer. “Apesar disso, chás tradicionais, como camomila, erva doce, cidreira e hortelã podem ser consumidos, desde que em pequena quantidade”, completou.

Tratamento da apneia do sono

Os hábitos cotidianos relacionados à alimentação influenciam muito a qualidade do sono, principalmente para quem tem algum distúrbio como a apneia. Existem alimentos específicos que possuem uma substância chamada triptofano, capaz de restabelecer o equilíbrio do corpo durante a noite. Se você anda perdendo noites de descanso, clique aqui e saiba quais alimentos podem te ajudar a melhorar a qualidade do sono.

Fonte: Janine Rover de Mello – Nutricionista – CRN: 11101078


carne-vermelha-magra.jpg

Os carnívoros de plantão, e até mesmo aqueles que não resistem a um churrasquinho no fim de semana, já sabem as opções mais saborosas e os pontos ideais para degustar cada corte. Entretanto, para o consumo de carne saudável, é preciso conhecer o corte mais leve e nutritivo, aproveitando melhor os principais benefícios dessas proteínas! A nutricionista da Medquimheo Janine Rover dá a dica, confira!

Segundo a profissional, a carne vermelha magra é uma fonte de proteína de alto valor biológico, de ferro, vitaminas do complexo B (principalmente a B12), e de muitos outros nutrientes. “Elas exercem um papel importante em nosso corpo, atuando no crescimento, regeneração, renovação de tecidos”, conta Janine.

Entretanto, a nossa especialista alerta, que, mesmo sendo uma ótima fonte de proteínas e minerais, o consumo de carne vermelha magra deve ser limitado na dieta. Isso porque, ao contrário da carne branca, esse tipo é rico em gordura saturada e pode causar danos à saúde, se ingerido em excesso.

Quais cortes escolher para uma carne vermelha magra?

“Os cortes considerados mais magros são patinho, maminha, músculo, lagarto, filé mignon, coxão duro e coxão mole”, conta. Já sobre os cortes que devem ser evitados, Janine cita: acém, alcatra, contra filé de costela, cupim, picanha, fraldinha e costela.


A nutricionista da Medquimheo reforça que a carne vermelha, mesmo que magra deve ser consumida com moderação. ” A indicação é que seja consumida até 2x na semana”, recomenda.

E você, tem costume de consumir carne vermelha magra em casa? Fique de olho em nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar!


beneficios-da-tapioca-1.jpg

De uns tempos para cá a tapioca está cada vez mais na moda e já conquistou muita gente pelo estômago! Mas será que vale mesmo a pena incluir esse alimento na dieta? A nutricionista da Medquimheo Janine Rover conta sobre os benefícios da tapioca, esse lanche superbrasileiro! Continue lendo!

Versatilidade é provavelmente um dos maiores benefícios da tapioca. A nutricionista da Medquimheo conta que pode ser incluída em quase todos os horários do dia, como no café da manhã em substituição aos pães ou até nos lanches intermediários entre as refeições principais.

Muitas pessoas perguntam, a tapioca engorda? Essa resposta vai depender muito do recheio que é utilizado, mas a nutricionista esclarece: “De um modo geral, a tapioca é, sim, uma boa alternativa para substituir o pão branco, por ter rápida digestibilidade e nada de sódio, mas em termos calóricos, os dois são muito parecidos”, conta Janine.

Escolha bem o recheio

Segundo Janine, um dos maiores benefícios da tapioca é que ela é rica em carboidratos, não tem glúten, sódio e não leva gordura nem no preparo. Por outro lado, é pobre em fibras, proteínas e é um alimento de alto índice glicêmico: “Para isso, associe a uma fibra, como por exemplo, salpique uma colher de sopa de chia ou aveia junto com a goma de mandioca, no preparo da tapioca”, aconselha a nutricionista da Medquimheo.

Uma outra dica é rechear a tapioca com proteínas como frango, claras de ovos ou até atum, que também reduzem o índice glicêmico.

Tapioca recheada

Como preparar a tapioca

Quer saber mais um dos benefícios da tapioca? Ela é superfácil de preparar! Atualmente você pode encontrar a goma hidratada em qualquer supermercado, uma vantagem da popularidade. Em casa, preaqueça a frigideira, de preferência antiaderente. Depois, com uma colher, polvilhe a tapioca na frigideira preenchendo toda sua superfície com a goma. Em 5 minutinhos está pronta! Agora é só adicionar o recheio, enrolar e se deliciar!


espinafre.jpg

setembro 22, 2018 Dicas da Nutricionista0

Hortaliça delicada, saborosa, fonte de ferro e excelente fonte de vitaminas A e B2.

Fornece também cálcio, fósforo, potássio e magnésio. Suas folhas possuem flavonoides, com propriedades antioxidantes. No momento da compra, observe se as folhas apresentam cor uniforme. O espinafre deve ser mantido sob refrigeração, por no máximo cinco dias. É possível congelá-lo. Para isso, lave-o, seque bem as folhas e embale-o em saco plástico retirando o ar.


438f169a9787994bd59f8f278307b7f6.jpg

setembro 22, 2018 Dicas da Nutricionista0

Fruta originária das terras brasileiras.

É chamado também de “ananas”, que significa “fruta excelente” em tupi guarani.

Nosso país ainda é considerado a terra do abacaxi, sendo um dos maiores produtores da fruta no mundo. No entanto, desde os anos 1990, cedeu os primeiros lugares da produção mundial para a Tailândia, Filipinas e China.

O abacaxi in natura contém bromelina, uma enzima capaz de quebrar as moléculas de proteína de outros alimentos, especialmente das carnes, ajudando assim o processo de digestão.  Por essas características, muitas pessoas utilizam suco de abacaxi para amaciar carnes mais duras.


orange-1995079__340.jpg

setembro 22, 2018 Dicas da Nutricionista0

A primavera, além de ser considerada a estação das flores, também é época de grande variedade de frutas, legumes e verduras, sendo uma das mais belas fases do ano, que nos inspira a escolher comidas leves e coloridas durante as refeições. 

A variedade no consumo de vegetais e frutas favorece a ingestão de todas as vitaminas e minerais. Os alimentos típicos da primavera são de diversas cores: vermelho, laranja e verde.

A pigmentação de cada um indica a presença de nutrientes diferentes que auxiliam no funcionamento do organismo, por isso, é importante variar nas cores.

Vegetais verde-escuros oferecem quantidades significativas de vitaminas do complexo B e são ricos em ferro, os de cor alaranjada são fontes de beta-caroteno (vitamina A) e os avermelhados possuem o licopeno.

Algumas frutas e vegetais da estação: abacaxi, mamão, caju, brócolis, espinafre etc.