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Câncer

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É normal recorrermos aos chás fitoterápicos quando estamos com alguma dor, já que são métodos naturais de tratamento. Contudo, os pacientes oncológicos, principalmente, aqueles em quimioterapia, precisam tomar cuidado com eles, pois podem agravar seus quadros. No post de hoje, vamos explicar o que são esses chás e de que forma são prejudiciais para quem tem câncer. Continue lendo e descubra!

O que são fitoterápicos?

Medicamentos produzidos a partir de partes de plantas, como por exemplo folha, caule, raiz e semente e que têm sua eficácia assegurada no tratamento de determinadas doenças são considerados fitoterápicos. Antes de serem comercializados, estes passam por testes de qualidade e são registrados pelo órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA).

Alerta para pacientes quimioterápicos!

Não é incomum os pacientes oncológicos serem bombardeados com informações, vindas da internet, de familiares, conhecidos e até mesmo de vendedores ambulantes, sobre plantas que ajudam no tratamento do câncer ou no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia. Em razão disso, acabam iniciando o uso dessas substâncias sem o consentimento da equipe de oncologia.  

Muitas plantas utilizadas não têm nem a avaliação da ANVISA. E de forma equivocada, pensa-se que remédios à base de plantas não oferecem riscos por serem “naturais”, mas não é bem assim! A nutricionista oncológica da Medquimheo alerta que é preciso cautela, especialmente durante o tratamento da quimioterapia.  

“As interações entre a quimioterapia e o fitoterápico podem acontecer desde a absorção no intestino, transporte pelo sangue, processamento pelo fígado e rins até a entrada da substância na célula tumoral. Como resultado pode ocorrer uma exacerbação dos efeitos da quimio. Isso ao primeiro olhar parece até interessante, mas não se engane, a dose da medicação já é planejada de forma que seja efetiva e gere o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Essa potencialização, provavelmente, só aumentará os efeitos colaterais e tornará o tratamento mais difícil. Além disso, uma outra possibilidade é a redução dos efeitos da quimioterapia, podendo comprometer o tratamento”, explica a especialista.  

6 exemplos de plantas perigosas durante a quimioterapia:

As plantas são compostas por diversas substâncias, e algumas podem ter efeitos colaterais perigosos, vejamos alguns exemplos:

  1. Noni: o consumo elevado pode causar hepatoxicidade e nefrotoxicidade, ou seja, danos ao fígado e rins, órgãos que comumente estão sobrecarregados durante o tratamento
  2. Babosa: pode causar dores abdominais, diarreia, hepatite aguda e nefrite. Além disso, pode interagir com diversos medicamentos antineoplásicos (utilizados para evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores).
  3. Folha de graviola: há relatos de danos renais.
  4. Cogumelo do sol: assim como o Noni também pode causar danos ao fígado.
  5. Cimicifuga: em grandes quantidades pode gerar náuseas.
  6. Chá verde: em grandes quantidades pode gerar danos ao fígado. Parece interagir com diversos medicamentos antineoplásicos.

São várias as formas que os compostos naturais podem interferir no tratamento quimioterápico e pouco se sabe sobre os possíveis efeitos reais dessas substâncias. Por isso, é de extrema importância conversar com o nutricionista e o médico antes de começar a usá-los.  A Medquimheo se preocupa com você e produz conteúdos no blog para te manter bem informado. Continue sempre acompanhando!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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Para verificar a pressão, níveis de glicemia, colesterol e batimentos cardíacos é necessário fazer, anualmente, os exames básicos gerais, conhecidos como check-ups. Mas você sabia que existem aqueles que são próprios para o câncer? São os chamados onco check-ups.

Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, conta que com o avanço da ciência e tecnologia, a prevenção e o diagnóstico precoce dos diversos tipos de cânceres se tornam cada vez mais fáceis. “Isso porque hoje existe uma gama de exames oncológicos preventivos e orientações médicas que têm o intuito de prevenir o surgimento da doença ou aumentar suas chances de cura”, explica.

Mamografia: exame para o câncer de mama

O tumor mais frequente no sexo feminino é o de mama. Dra.Carolina informa um dado relevante. “Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), até o final do ano são previstos 59.700 casos no Brasil e 1.130 somente no Espírito Santo”, alerta. Para a prevenção da doença, a sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos de idade e que repitam anualmente.

Papanicolau: exame para o câncer de colo uterino

É imprescindível que toda mulher que já iniciou sua vida sexual faça, anualmente, o exame preventivo papanicolau no ginecologista. Isso ajuda a detectar os tumores do colo de útero.

Toque retal: exame para o câncer de próstata

Nos homens o tumor mais frequente é o de próstata. De acordo com o Inca, em todo o País cerca de 68.220 casos estão previstos até o final de 2019. Desses, 1.510 no Espírito Santo. “Para investigar a doença, é indicado que a partir dos 50 anos de idade, realize o exame de sangue (PSA) e o toque retal”, esclarece a oncologista. A importância desse último exame é tão grande que 20% dos tumores de próstata não alteram o PSA. Contudo, quando este é associado ao toque, a taxa de erro cai para menos de 5%.

Tomografia de tórax: exame para o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é oque mais mata no Brasil e no mundo. Mas, também pode ser prevenido. Para os pacientes tabagistas, a partir dos 50 anos de idade, é aconselhada a realização anual de uma tomografia de tórax. Entretanto, não substitui uma das principais formas de prevenção da doença: a suspensão do cigarro.

Colonoscopia: exame para o câncer de intestino

Esse exame permite a análise do revestimento interno do intestino grosso e parte do delgado correspondente ao reto, ao cólon e o íleo terminal. O que ajuda a encontrar pólipos, tumores, inflamações, úlceras e outras alterações do órgão, servindo como um dos principais métodos de rastreamento do câncer de cólon e reto.

Cuide-se!

Quanto mais cedo você descobrir a doença, maior será sua chance de cura. Marque seu onco check-up!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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A quimioterapia é uma forma de tratamento sistêmica que utiliza medicamentos capazes de afetar as células que se multiplicam com maior frequência, como é o caso das células cancerígenas. No entanto, partes do corpo como o intestino, boca e garganta apresentam uma camada de revestimento que também se renova constantemente e são susceptíveis aos efeitos da medicação.

Já o tratamento radioterápico apresenta ação local, a radiação emitida danifica o DNA das células o que impede sua reprodução e leva a morte. Embora esteja em constante avanço para reduzir o acometimento dos tecidos em torno do tumor, pode haver dano às células saudáveis durante o tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esses procedimentos podem ter ação tóxica sobre o trato gastrointestinal, resultando em efeitos colaterais, como a alteração de paladar (disgeusia), assunto que trataremos a seguir!

Quando o alimento perde ou sofre alteração do sabor?

A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica sobre essa mudança. “A variação ou perda do paladar pode acontecer durante o tratamento oncológico porque as papilas gustativas, estruturas responsáveis pelo reconhecimento dos sabores podem sofrer com a ação dos quimioterápicos ou com a radioterapia na região da boca e garganta”, conta.

A percepção dos sabores se altera e, em alguns casos, é reduzida consideravelmente. “Há pacientes que notam a presença de um gosto amargo ou metálico na boca, outros que sente que a maioria dos alimentos está salgada ou adocicada”, completa.

Dicas da nutricionista!

“Infelizmente ainda não temos como evitar esse efeito colateral, porém, podemos amenizá-lo. Nesses casos é importante tentar lembrar do gosto da comida antes da refeição, preparar pratos coloridos e atrativos, e usar ervas aromáticas para estimular ou outros sentidos. Ingerir algo levemente ácido antes das refeições, como suco de limão ou maracujá, molhos de limão para as saladas ou ralar o limão congelado por cima da comida pode ajudar. Além disso, o gosto metálico pode ser reduzido trocando os talheres de metal pelos de plástico”, aconselha a nutricionista.

“Uma observação importante é que os pacientes que estão fazendo a radioterapia na região da cabeça e pescoço devem evitar esses alimentos mais ácidos durante as sessões, mas podem usá-los após o término”, finaliza.

É preciso testar essas dicas e ver quais ajudam em cada caso, pois cada pessoa se adapta melhor a uma maneira.

Estamos à disposição!

A Medquimheo conta com um corpo clínico completo e pronto para te ajudar no que for preciso! Além disso, atualizamos sempre nosso blog para te manter cada vez mais bem informado, continue acompanhando e aproveite!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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O Dia Mundial de Combate ao Câncer é comemorado no dia 8 de abril. A data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta para a importância da prevenção dos vários tipos de câncer. Só no Espirito Santo, por exemplo, são previstos 11.540 casos da doença até o fim de 2019, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Na Capital, 1.260 poderão ter a doença.

Para a oncologista Carolina Conopca, da Medquimheo, a data serve para comover e conscientizar as pessoas. “No dia 8 de abril e em todos os outros 364 dias do ano, precisamos lembrar que cuidar da saúde e ser solidário ao próximo é uma grande arma contra a doença. Esses números demonstram a importância de divulgar hábitos e mudanças de estilo de vida que ajudam na prevenção da doença, como adotar uma dieta saudável e praticar exercícios físicos regularmente”, afirma.

Os 3 cânceres que mais matam no ES:

1. Câncer de pele não melanoma

É o mais frequente e de menor mortalidade entre os tumores de pele, porém é preciso ser tratado adequadamente para não deixar mutilações expressivas. Tem uma incidência maior em pessoas acima dos 40 anos, de pele clara mais sensível ou as que possuem doenças cutâneas prévias. “As principais causas da doença estão os fatores genéticos e a exposição prolongada ao sol. Manchas que coçam, descamam ou sangram, sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor e feridas que não cicatrizam em 4 semanas são os sinais de alerta para este câncer”, explica a oncologista.

Segundo o Inca até o final do ano, somente no Espírito Santo, são previstos 3.390 casos de câncer de pele não melanoma.

2. Câncer de próstata

Resulta de uma multiplicação desordenada das células da próstata. Quando há a presença da doença, essa glândula endurece. É considerado um câncer da terceira idade, pois a maior parte dos casos ocorre em homens a partir dos 65 anos. No estado, de acordo com o Inca a previsão é de que até o final do ano 1.510 homens tenham a doença.

“Como em boa parte dos pacientes o câncer de próstata não apresenta sintomas na sua fase inicial, é recomendado que os homens a partir dos 50 anos façam exame de próstata anualmente, que inclui o toque retal e o exame de sangue”, alerta Carolina Conopca.

3. Câncer de mama

Como consequência de alterações genéticas em um conjunto de células da mama, esse tipo de câncer consiste em um tumor maligno que passa a se dividir descontroladamente. Os principais fatores de risco comportamentais relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são: excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas.Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama, conforme o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Ainda segundo o Inca, no Espírito Santo, 1.130 mulheres poderão ter a doença até o final deste ano.

A mamografia, exame usado para detectar a doença, captura imagens do seio com o mamógrafo. Aparelho que com os feixes do raio x tem a anatomia das mamas projetadas. A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenta que seja realizado em mulheres a partir dos 40 anos.

40% dos cânceres são prevenidos com alimentação balanceada

Uma análise da American Society of Clinical Oncology aponta que a alimentação balanceada e a prática regular de exercícios físicos são capazes de prevenir 40% dos casos de câncer.A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, ressalta a importância de uma alimentação balanceada para a prevenção do câncer.

“O padrão alimentar pode ser um ponto chave para o desenvolvimento da doença. Uma dieta rica em frutas e vegetais será repleta em compostos antioxidantes, anticancerígenos e auxilia na manutenção do peso corporal adequado, reduzindo o risco de diversos cânceres. Ao passo que o consumo exagerado de certas substâncias aumentam esse risco, como, por exemplo, as carnes processadas ricas em sal, nitritos e nitratos que podem causar danos irreparáveis no DNA e levar a formação do câncer”, alerta.

Fonte: Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), entre 2009 e 2013, o câncer foi responsável por cerca de 12% dos óbitos em crianças e adolescentes na faixa de 1 a 14 anos e, 8%, de 1 a 19 anos. O câncer infantojuvenil engloba vários tipos (para conferir mais sobre quais são, clique aqui). O que apresenta maior percentual de incidência é a leucemia. Somente na região sudeste são previstos, até o final de 2019, 4.460 casos e 190 só no Espírito Santo.

Nas crianças e adolescentes, a doença afeta as células do sistema sanguíneo, o nervoso e os tecidos de sustentação.

Alerta para os sintomas!

A oncologista da Medquimheo Morgana Stelzer, atenta para os sinais. “Como na fase inicial os indícios podem ser semelhantes a doenças comuns da infância, é importante que os pais, além de levarem a criança regularmente ao pediatra, atentem-se e deem valor às reclamações frequentes referentes a alguma dor ou desconforto que esteja sentindo”, alerta.

“Os profissionais de saúde, além de valorizarem as queixas, devem avaliar os sinais e, caso necessário, encaminhar a exames específicos para investigação, principalmente se a dor estiver recorrente”, completa.   

Saiba os indicativos mais comuns:

  • Perda de peso, palidez ou cansaço inexplicados;
  • Dores nos ossos, juntas, costas e fraturas fáceis;
  • Manchas roxas ao redor dos olhos ou pelo corpo;
  • Alteração no andar ou perda de equilíbrio e da fala;
  • Caroço em qualquer parte do corpo, principalmente na barriga;
  • Dores de cabeça por mais de duas semanas, acompanhadas ou não por vômitos;
  • Febre prolongada e inexplicada;
  • Reflexo esbranquiçado nos olhos, estrabismo recente, perda da visão ou crescimento do olho;
  • Sangramentos sem machucados.

Chances de cura chegam a 80%

Dr.Morgana tranquiliza e traz uma boa notícia! “O câncer infantojuvenil é altamente curável e responde muito bem ao tratamento da quimioterapia. O próprio Inca afirma que a taxa média de cura é de 80%”, conta.

Como conversar com os filhos sobre câncer?

Dialogar com uma criança ou adolescente sobre um assunto tão delicado quanto o câncer não é uma tarefa fácil, e nós sabemos disso. Mas existem algumas dicas que podem ajudar:

  1. Escolha um lugar tranquilo;
  2. Explique de maneira adequada, ou seja, use uma linguagem com palavras simples, que faça parte do vocabulário deles;
  3. Responda com honestidade todas as dúvidas que forem surgindo;
  4. Caso não saiba responder, diga: “Não sei, mas podemos tentar descobrir a resposta juntos”.

O mais importante é passar segurança e conforto!  

Em caso de dúvida, a Medquimheo está à disposição para ajudar. O câncer tem cura!

Fonte: Dra. Morgana Stelzer – oncologista clínica – CRM: 9269


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Uma pesquisa recente do Ibope comprova um dado que, com certeza, você já imaginava: 98% dos brasileiros entrevistados se classificaram como cansados e 61%, exaustos. Não é incomum uma vida corrida, atarefada e com pouco tempo para cuidar de si, isso porque conciliar estudo, trabalho, família, relacionamento, não é algo fácil. Por conta disso, muitas vezes, acabamos sem forças para as tarefas do dia a dia. No post de hoje, trouxemos uma receita de um suco verde, que é rápido e simples de fazer e que conseguirá te proporcionar bastante energia!   

Suco verde de pêssego

Ingredientes:

  1. 6 cubos de gelo;
  2. 1 xícara de espinafre fresco;
  3. 1 xícara de leite de amêndoas;
  4. 1 ½ xícara de pêssego congelado;

Modo de fazer:

No liquidificador bata todos os ingredientes por aproximadamente 1 minuto e, em seguida, sirva em um copo.

Espinafre e seus benefícios

O espinafre é uma hortaliça versátil e que apresenta inúmeras vantagens para a saúde. A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica alguns deles. “O espinafre ajuda a fortalecer o sistema imunológico, é rico em vitamina A, C, magnésio e coenzima Q10. Além disso, é um bom aliado ao combate ao câncer, seus fitoquímicos ajudam no combate aos radicais livres, fator influenciador do desenvolvimento da doença”, explica.

Pêssego e seus prós  

“O pêssego é rico em vitamina A, C e vitaminas do complexo B”. Listamos abaixo as vantagens do consumo dessa fruta:

  1. Combate radicais livres: como é rico em vitamina C, o pêssego consegue abastecer os estoques de antioxidantes no organismo, o que combate a ação dos radicais livres, responsáveis por efeitos colaterais como o envelhecimento precoce e o surgimento de algumas doenças, como o câncer por exemplo;
  1. Combate o intestino preso e oferece sensação de saciedade:  em razão da grande quantidade de fibras, o pêssego proporciona uma maior saciedade após a ingestão, além de ser um excelente alimento no tratamento do intestino preso;

Faça um suco verde de pêssego e se sinta bem e com energia suficiente para aproveitar o máximo do seu dia!

Para mais dicas de alimentação saudável, continue acompanhando os posts do blog da Medquimheo!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A couve-flor é uma hortaliça que merece estar sempre presente na sua alimentação, pois oferece uma grande quantidade de nutrientes. Além da vitamina C, B5, B6, B9, K e do manganês, contém antioxidantes que inibem os efeitos dos radicais livres. Segundo estudos do National Center for Biotechnology Information, a couve-flor é um dos alimentos que auxiliam no tratamento do câncer. Isso porque um dos seus componentes, o indol-3-carbinol, é responsável por prevenir mutações celulares.

Para facilitar e diversificar o consumo de alimentos saudáveis, várias receitas criativas são elaboradas. No post de hoje, vamos te ensinar a fazer um bolinho de couve-flor, uma receita simples e saudável. Continue lendo para não perder nenhum detalhe!

Bolinho de couve-flor

Ingredientes:

  • 1 unidade de couve-flor;
  • ½ unidade de cebola;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
  • ¼ xícara de farinha de mandioca fina;
  • ½ colher de chá de cominho em pó;
  • ½ colher de chá de fermento.

Modo de preparo

Corte toda a couve-flor em pequenos ramos e lave em água corrente. Em seguida, cozinhe até que fiquem bem macios. Em um processador ou liquidificador, adicione e bata os pedaços de couve-flor já cozidos junto com a farinha de linhaça, o azeite, a cebola cortada em cubos e os temperos à gosto. Depois de esfriar, acrescente a farinha de mandioca e o fermento químico, misturando bem. Modele os bolinhos como preferir e coloque-os em uma forma, levando ao forno, já pré aquecido, cerca de 25 a 30 minutos a 180° ou até ficarem dourados e com uma casquinha crocante.

Com receitas como essa fica fácil ter uma alimentação saudável, não acha? Para ter acesso a mais conteúdos, como dicas e receitas, continue acompanhando o blog da Medquimheo!


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O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 428 pessoas morrem por dia, por problemas gerados pelo cigarro, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso porque esse produto contém mais de 4.000 substâncias tóxicas, em que pelo menos 70 delas têm efeitos cancerígenos.

A nicotina, substância psicoativa presente na fumaça do cigarro, é a responsável por causar a dependência. Uma vez que ao inalar essa substância, ela se liga aos receptores nicotínicos cerebrais, que, quando ativados liberam a dopamina, um neurotransmissor que causa as sensações de prazer e de satisfação. Os efeitos desaparecem ou diminuem logo após algumas horas do consumo e a sensação de abstinência começa a surgir, motivando assim, a dependência.

Cigarro: um grande vilão

Que todo mundo sabe que a principal causa do câncer de pulmão é o cigarro isso é óbvio, mas você sabia que ele pode ser o agente causador de mais de 10 outros tipos de câncer? Descubra quais são eles:   

  • Câncer de boca
  • Câncer de laringe
  • Câncer de faringe
  • Câncer de estômago
  • Câncer de esôfago
  • Câncer de pâncreas
  • Câncer de rim
  • Câncer de fígado
  • Câncer de colo de útero
  • Câncer de bexiga
  • Alguns tipos de leucemia

O tabagismo é o principal fator para o desenvolvimento de 90% dos cânceres de pulmão e boca. Só no Espírito Santo, quase mil casos devem surgir até o fim deste ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as substâncias presentes no cigarro transformam o material genético das células e acarretam no surgimento do tumor. “Além disso, pacientes com câncer que continuam fumando estão expostos ao surgimento de novos tumores e de outras doenças”, completa.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Dezembro Laranja é o mês de conscientização sobre os perigos e a necessidade do combate e prevenção do câncer de pele. Diretamente ligado ao sol, esse tipo de tumor é o mais incidente entre os brasileiros. Só no Espírito Santo, estimativas apontam que, até o fim de 2018, mais de 1700 casos de câncer de pele devem ser registrados. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, para esclarecer algumas dúvidas. Confira!

O que causa o câncer de pele? Como prevenir?

O câncer de pele, como as demais formas de câncer, é formado por uma mutação genética no DNA que promove a proliferação de células modificadas, com potencial de se disseminar pelo organismo, crescer e multiplicar-se de forma desenfreada. A melhor forma de proteção é evitar a exposição excessiva ao sol.

É perigoso ficar exposto ao sol? Por que é tão ruim para a pele?

Sim, a exposição aos raios UV é a principal forma de agressão à pele. Ela promove as mutações causadoras do câncer de pele.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem diversos tipos de câncer de pele, isso depende da célula precursora do câncer. Os tipos mais comuns são o Carcinoma Espinocelular (proveniente das células escamosas), Carcinoma Basocelular (provenientes de células basais, as mais profundas da pele) ambos são descritos como câncer de pele não-melanoma.

Já o melanoma é um câncer que se forma a partir das células chamadas melanócitos, que são responsáveis pela pigmentação da pele. O melanoma é menos comum, porém extremamente agressivo, com alto potencial de gerar metástases para outros órgãos.

O câncer de pele tem uma relação genética?

Sim, existem fatores genéticos hereditários, principalmente ligados ao melanoma. Bem como fatores de risco em relação ao tipo de pele do indivíduo. Pessoas com pele branca, olhos claros, cabelos ruivos e loiros tem maior chance de desenvolver o câncer de pele.

Quais são os fatores de risco?

Tanto a exposição ao Sol acumulada ao longo da vida quanto os episódios ocasionais de exposição intensa (que, em geral, provocam queimaduras) contribuem para provocar o câncer de pele. Os tumores surgem com maior frequência nas áreas expostas do corpo, especialmente na face, nas orelhas, no pescoço, no couro cabeludo, nos ombros e no dorso.

Em alguns casos, a exposição à radiação, a existência de lesões abertas que não cicatrizam, o contato com arsênico, a existência de doenças de pele inflamatórias crônicas, bem como complicações decorrentes de cicatrizes, queimaduras, infecções, vacinas e até mesmo de tatuagens são outros fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença.

As pessoas que têm maior risco são aquelas de pele branca, cabelo loiro ou ruivo e olhos azuis, verdes ou acinzentados. Os homens apresentam um número maior de casos do que as mulheres, mas hoje existe uma quantidade maior de mulheres com a doença do que no passado. Trabalhadores cuja ocupação exige longos períodos ao ar livre e pessoas que desfrutam os seus momentos de lazer sob o Sol são particularmente susceptíveis à doença.

Como é feito o tratamento? Quando é indicada a cirurgia?

O tratamento é essencialmente cirúrgico nos tipos de câncer de pele não melanoma. No caso do melanoma, muitas vezes além de cirurgia pode ser necessária a quimioterapia, a depender do estágio em que se encontra a doença. Na grande maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento de escolha.