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Câncer

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Uma pesquisa recente do Ibope comprova um dado que, com certeza, você já imaginava: 98% dos brasileiros entrevistados se classificaram como cansados e 61%, exaustos. Não é incomum uma vida corrida, atarefada e com pouco tempo para cuidar de si, isso porque conciliar estudo, trabalho, família, relacionamento, não é algo fácil. Por conta disso, muitas vezes, acabamos sem forças para as tarefas do dia a dia. No post de hoje, trouxemos uma receita de um suco verde, que é rápido e simples de fazer e que conseguirá te proporcionar bastante energia!   

Suco verde de pêssego

Ingredientes:

  1. 6 cubos de gelo;
  2. 1 xícara de espinafre fresco;
  3. 1 xícara de leite de amêndoas;
  4. 1 ½ xícara de pêssego congelado;

Modo de fazer:

No liquidificador bata todos os ingredientes por aproximadamente 1 minuto e, em seguida, sirva em um copo.

Espinafre e seus benefícios

O espinafre é uma hortaliça versátil e que apresenta inúmeras vantagens para a saúde. A nutricionista da Medquimheo, Naira Fraga, explica alguns deles. “O espinafre ajuda a fortalecer o sistema imunológico, é rico em vitamina A, C, magnésio e coenzima Q10. Além disso, é um bom aliado ao combate ao câncer, seus fitoquímicos ajudam no combate aos radicais livres, fator influenciador do desenvolvimento da doença”, explica.

Pêssego e seus prós  

“O pêssego é rico em vitamina A, C e vitaminas do complexo B”. Listamos abaixo as vantagens do consumo dessa fruta:

  1. Combate radicais livres: como é rico em vitamina C, o pêssego consegue abastecer os estoques de antioxidantes no organismo, o que combate a ação dos radicais livres, responsáveis por efeitos colaterais como o envelhecimento precoce e o surgimento de algumas doenças, como o câncer por exemplo;
  1. Combate o intestino preso e oferece sensação de saciedade:  em razão da grande quantidade de fibras, o pêssego proporciona uma maior saciedade após a ingestão, além de ser um excelente alimento no tratamento do intestino preso;

Faça um suco verde de pêssego e se sinta bem e com energia suficiente para aproveitar o máximo do seu dia!

Para mais dicas de alimentação saudável, continue acompanhando os posts do blog da Medquimheo!

Fonte: Naira Fraga – nutricionista – CRN4: 15101252


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A couve-flor é uma hortaliça que merece estar sempre presente na sua alimentação, pois oferece uma grande quantidade de nutrientes. Além da vitamina C, B5, B6, B9, K e do manganês, contém antioxidantes que inibem os efeitos dos radicais livres. Segundo estudos do National Center for Biotechnology Information, a couve-flor é um dos alimentos que auxiliam no tratamento do câncer. Isso porque um dos seus componentes, o indol-3-carbinol, é responsável por prevenir mutações celulares.

Para facilitar e diversificar o consumo de alimentos saudáveis, várias receitas criativas são elaboradas. No post de hoje, vamos te ensinar a fazer um bolinho de couve-flor, uma receita simples e saudável. Continue lendo para não perder nenhum detalhe!

Bolinho de couve-flor

Ingredientes:

  • 1 unidade de couve-flor;
  • ½ unidade de cebola;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
  • ¼ xícara de farinha de mandioca fina;
  • ½ colher de chá de cominho em pó;
  • ½ colher de chá de fermento.

Modo de preparo

Corte toda a couve-flor em pequenos ramos e lave em água corrente. Em seguida, cozinhe até que fiquem bem macios. Em um processador ou liquidificador, adicione e bata os pedaços de couve-flor já cozidos junto com a farinha de linhaça, o azeite, a cebola cortada em cubos e os temperos à gosto. Depois de esfriar, acrescente a farinha de mandioca e o fermento químico, misturando bem. Modele os bolinhos como preferir e coloque-os em uma forma, levando ao forno, já pré aquecido, cerca de 25 a 30 minutos a 180° ou até ficarem dourados e com uma casquinha crocante.

Com receitas como essa fica fácil ter uma alimentação saudável, não acha? Para ter acesso a mais conteúdos, como dicas e receitas, continue acompanhando o blog da Medquimheo!


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O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 428 pessoas morrem por dia, por problemas gerados pelo cigarro, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso porque esse produto contém mais de 4.000 substâncias tóxicas, em que pelo menos 70 delas têm efeitos cancerígenos.

A nicotina, substância psicoativa presente na fumaça do cigarro, é a responsável por causar a dependência. Uma vez que ao inalar essa substância, ela se liga aos receptores nicotínicos cerebrais, que, quando ativados liberam a dopamina, um neurotransmissor que causa as sensações de prazer e de satisfação. Os efeitos desaparecem ou diminuem logo após algumas horas do consumo e a sensação de abstinência começa a surgir, motivando assim, a dependência.

Cigarro: um grande vilão

Que todo mundo sabe que a principal causa do câncer de pulmão é o cigarro isso é óbvio, mas você sabia que ele pode ser o agente causador de mais de 10 outros tipos de câncer? Descubra quais são eles:   

  • Câncer de boca
  • Câncer de laringe
  • Câncer de faringe
  • Câncer de estômago
  • Câncer de esôfago
  • Câncer de pâncreas
  • Câncer de rim
  • Câncer de fígado
  • Câncer de colo de útero
  • Câncer de bexiga
  • Alguns tipos de leucemia

O tabagismo é o principal fator para o desenvolvimento de 90% dos cânceres de pulmão e boca. Só no Espírito Santo, quase mil casos devem surgir até o fim deste ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que as substâncias presentes no cigarro transformam o material genético das células e acarretam no surgimento do tumor. “Além disso, pacientes com câncer que continuam fumando estão expostos ao surgimento de novos tumores e de outras doenças”, completa.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Dezembro Laranja é o mês de conscientização sobre os perigos e a necessidade do combate e prevenção do câncer de pele. Diretamente ligado ao sol, esse tipo de tumor é o mais incidente entre os brasileiros. Só no Espírito Santo, estimativas apontam que, até o fim de 2018, mais de 1700 casos de câncer de pele devem ser registrados. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo, para esclarecer algumas dúvidas. Confira!

O que causa o câncer de pele? Como prevenir?

O câncer de pele, como as demais formas de câncer, é formado por uma mutação genética no DNA que promove a proliferação de células modificadas, com potencial de se disseminar pelo organismo, crescer e multiplicar-se de forma desenfreada. A melhor forma de proteção é evitar a exposição excessiva ao sol.

É perigoso ficar exposto ao sol? Por que é tão ruim para a pele?

Sim, a exposição aos raios UV é a principal forma de agressão à pele. Ela promove as mutações causadoras do câncer de pele.

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem diversos tipos de câncer de pele, isso depende da célula precursora do câncer. Os tipos mais comuns são o Carcinoma Espinocelular (proveniente das células escamosas), Carcinoma Basocelular (provenientes de células basais, as mais profundas da pele) ambos são descritos como câncer de pele não-melanoma.

Já o melanoma é um câncer que se forma a partir das células chamadas melanócitos, que são responsáveis pela pigmentação da pele. O melanoma é menos comum, porém extremamente agressivo, com alto potencial de gerar metástases para outros órgãos.

O câncer de pele tem uma relação genética?

Sim, existem fatores genéticos hereditários, principalmente ligados ao melanoma. Bem como fatores de risco em relação ao tipo de pele do indivíduo. Pessoas com pele branca, olhos claros, cabelos ruivos e loiros tem maior chance de desenvolver o câncer de pele.

Quais são os fatores de risco?

Tanto a exposição ao Sol acumulada ao longo da vida quanto os episódios ocasionais de exposição intensa (que, em geral, provocam queimaduras) contribuem para provocar o câncer de pele. Os tumores surgem com maior frequência nas áreas expostas do corpo, especialmente na face, nas orelhas, no pescoço, no couro cabeludo, nos ombros e no dorso.

Em alguns casos, a exposição à radiação, a existência de lesões abertas que não cicatrizam, o contato com arsênico, a existência de doenças de pele inflamatórias crônicas, bem como complicações decorrentes de cicatrizes, queimaduras, infecções, vacinas e até mesmo de tatuagens são outros fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença.

As pessoas que têm maior risco são aquelas de pele branca, cabelo loiro ou ruivo e olhos azuis, verdes ou acinzentados. Os homens apresentam um número maior de casos do que as mulheres, mas hoje existe uma quantidade maior de mulheres com a doença do que no passado. Trabalhadores cuja ocupação exige longos períodos ao ar livre e pessoas que desfrutam os seus momentos de lazer sob o Sol são particularmente susceptíveis à doença.

Como é feito o tratamento? Quando é indicada a cirurgia?

O tratamento é essencialmente cirúrgico nos tipos de câncer de pele não melanoma. No caso do melanoma, muitas vezes além de cirurgia pode ser necessária a quimioterapia, a depender do estágio em que se encontra a doença. Na grande maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento de escolha.


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A quimioterapia é um dos principais tratamentos na luta contra o câncer. Mesmo assim, poucas pessoas conhecem, de fato, como ela funciona. Por isso, convidamos a Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo para nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas. Confira!

1- A quimioterapia é feita antes ou depois da cirurgia?

Depende do tipo de tumor, do órgão acometido e do estado da doença.

2- Quais efeitos a quimioterapia pode causar?

Náusea e vômito; queda de cabelos; leucopenia e neutropenia, que é a diminuição dos glóbulos brancos; septicemia (complicações em caso de infecções); plaquetopenia, que é a diminuição das plaquetas, ou seja, as células do sangue que iniciam a coagulação; anemia; infertilidade; toxicidade cardíaca, que é a diminuição da força do coração; mucosite (feridas na boca e garganta); toxicidade para o rim; e diarreia.

É importante lembrar que a intensidade e duração de cada efeito dependerão dos medicamentos utilizados e de suas doses.

3- Como age no organismo?

Sabemos que o câncer é formado por uma proliferação acelerada de células anormais. A quimioterapia convencional, que chamamos de citotóxica, age impedindo que as células se multipliquem.

Existem quimioterápicos que agem por meio de alvos-moleculares, impedindo vias de sinalização celular; alguns que impedem a formação de novos vasos sanguíneos (dessa forma o tumor fica sem alimento e oxigênio); e alguns tratamentos mais novos que “ensinam” o próprio sistema de defesa do paciente a combater o tumor.

4- Como é aplicada a quimioterapia?

A maioria das medicações são diluídas em um soro e aplicadas de forma endovenosa, ou seja, diretamente na veia. Ainda há quimioterápicos desenvolvidos em forma de comprimidos, em que o paciente toma em casa, mas sempre com um acompanhamento regular com oncologista.

5- Ela é feita de quanto em quanto tempo?

Os ciclos podem ser semanais, quinzenais, a cada três semanas e até mensais.

6- Qual diferença entre quimioterapia branca e vermelha?

Essa classificação de branca e vermelha foi amplamente difundida pelas pacientes que fazem tratamento para câncer de mama. A medicação Doxorrubicina deixa o soro com uma coloração avermelhada, fazendo com que algumas pessoas a chamem de “quimioterapia vermelha”. Já as demais fases do tratamento não têm essa coloração e são popularmente chamadas como “quimioterapia branca”.

7- Qual quimioterapia é mais forte?

Não há uma gradação de intensidade entre elas. Os efeitos colaterais variam entre os pacientes.

8- Quimioterapia dói?

A região em que foi aplicada a quimioterapia pode doer ou incomodar. Mas, no geral, a maioria das pessoas não se queixa de dor. Alguns pacientes podem sentir uma fraqueza no corpo (como se fosse uma fadiga de uma gripe forte). É importante frisar que, em caso de dor, o médico e enfermeiro responsáveis devem ser informados.

9- Porque quimioterapia causa enjoo?

A quimioterapia impede a proliferação e renovação celular. Sabemos que o trato gastrointestinal é um dos locais onde há uma grande multiplicação celular. Dessa forma, além de agir nas células do câncer propriamente ditas, a quimioterapia também age nas células do estômago e intestino, deixando esses órgãos mais frágeis e os pacientes mais propícios às náuseas e vômitos.

Outro mecanismo é que a quimioterapia aumenta a liberação de um hormônio chamado de serotonina no tubo gastrintestinal, cujos receptores quando ativados enviam mensagens estimulantes ao centro do vômito no bulbo (região do cérebro).

Há ainda os vômitos antecipatórios. A náusea decorrente da quimioterapia é – ao longo das sessões – associada a recordações do tratamento quimioterápico, como sons específicos, cheiros ou gostos, e até mesmo ao visualizar um programa de televisão que passa no horário da quimioterapia. Esses estímulos acabam desencadeando os sintomas da náusea, mesmo sem o estímulo “quimiotóxico”.

10- Quimioterapia engorda?

Ganhar e perder peso também varia de acordo com o paciente. A maior parte dos tratamentos usam corticoide antes da quimioterapia, a fim de evitar enjoos e alergias. O corticoide pode levar ao ganho de peso e aumento do apetite.

Por outro lado, o paladar e o apetite são afetados pelos demais quimioterápicos, além de muitos pacientes apresentarem náusea. De forma geral, a quimioterapia em si não é responsável por ganho ou perda de peso.


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novembro 23, 2018 Câncer0

Com a chegada do fim do ano, os cuidados com a dengue devem ser reforçados: é o momento em que o desenvolvimento do mosquito é mais rápido, assim como a transmissão da doença. Só em 2018, quase 14 mil casos de dengue foram registrados no Espírito Santo, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. A taxa de incidência da doença no Estado ficou em 344,91 (ou seja, 344 notificações a cada 100 mil habitantes), considerada alta.

Para pacientes em tratamento do câncer, o cuidado deve ser ainda maior, já que a dengue pode aumentar o risco de sangramentos e infecções. A médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, explica que ainda não há estudos avaliando a infecção de pacientes com câncer pela dengue, portanto, os cuidados devem ser os mesmos da população em geral: manter quintais limpos, evitar água parada e acúmulo de lixo, além de usar repelentes e roupas de mangas compridas, principalmente no verão e épocas chuvosas.

“Sabemos que a dengue pode causar plaquetopenia, ou seja, queda na contagem de plaquetas que são responsáveis pela coagulação do sangue, e queda no número de glóbulos brancos, as células de defesa do organismo. Isso pode aumentar o risco de infecções graves e sangramento, que podem ser fatais”, conclui.

Devo tomar vacina?

Além da dengue, outras doenças infecciosas como H1N1 e Febre Amarela podem prejudicar o tratamento contra o câncer. No caso da Influenza (H1N1), pacientes com tumores sólidos ou hematológicos estão incluídos no grupo prioritário de vacinação.

“É importante que as medidas adicionais de proteção sejam utilizadas, como lavar sempre as mãos, evitar locais com aglomeração de pessoas, utilizar álcool gel nas mãos e, caso julgue necessário, máscara de proteção. Pessoas em contato com pacientes com câncer – principalmente crianças – e profissionais de saúde, que não apresentem contraindicação, também devem receber também a vacina”, explica a oncologista.

Já as chamadas vacinas de vírus vivo atenuado (contra sarampo, rubéola, varicela, febre amarela, herpes zoster, poliomielite, rotavírus e BCG) devem ser evitadas. Todos os casos devem ser analisados por uma equipe multidisciplinar.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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O Dia Internacional do Homem é comemorado neste dia 19 em meio ao Novembro Azul, mês de alerta aos cuidados com a saúde do homem e da importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que este tipo da doença é o mais incidente no Espírito Santo, sendo que a estimativa aponta que 1500 capixabas devem ser diagnosticados com o tumor até o fim de 2018.

Dados ainda apontam que o câncer de próstata é a segundo que mais mata os homens no país, atrás somente do câncer de pulmão. De acordo com a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, a alta taxa de mortalidade desta doença está associada ao diagnóstico tardio.


“A maioria dos casos são assintomáticos, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada. O diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico, isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural, possibilitando assim a cura.”, explicou.

Prevenção e tratamento

Entre os fatores de risco do câncer de próstata estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo. Ainda há fatores genéticos relacionados a um gene hereditário, passado de pais para filhos.

O tratamento do câncer depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. Ele pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados. Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Fazer consultas regularmente e exames preventivos para prevenir o câncer: esses cuidados parecem ser óbvios, mas por conta de uma rotina agitada, acabam sendo deixados de lado. Para alertar sobre a importância dos cuidados da saúde dos homens, o Novembro Azul é um mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, no Brasil, mais de 68 mil homens devem ser diagnosticados com este tipo de câncer até o fim de 2018, sendo mais de 1.500 no Espírito Santo. A melhor forma de prevenir a doença ou aumentar as chances de cura é o diagnóstico precoce. Por isso, homens de 45 a 50 anos devem realizar o exame de toque retal, mesmo na ausência de sintomas.

Segundo a médica oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, quando o diagnóstico é realizado precocemente, as chances de cura aumentam consideravelmente, dependendo do tipo de câncer. “Principalmente no caso do câncer de próstata, o diagnóstico precoce melhora muito o prognóstico. Isso quer dizer que somos capazes de mudar a evolução natural da doença, possibilitando assim a cura”, explicou.

Os fatores de risco podem ser genéticos ou adquiridos. O câncer de próstata hereditário está relacionado a um gene que é passado dos pais para os filhos, ou seja, quem tem histórico familiar deve ficar ainda mais atento. Além disso, homens negros têm mais chances de desenvolver a doença. Já entre os fatores adquiridos estão a obesidade, aumento da idade e sedentarismo.

Sintomas

O câncer de próstata não apresenta sintomas na fase inicial. Quando alguns sinais começam a aparecer, os tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura e ressaltando a importância do diagnóstico precoce. Na fase avançada, os sintomas são:

  • Dor óssea;
  • Dores ao urinar;
  • Presença de sangue na urina;
  • Urgência urinária (não conseguir segurar a urina);
  • Poliúria (ir ao banheiro várias vezes);
  • Noctúria (acordar a noite diversas vezes para urinar);

Prevenção e tratamento

O tratamento depende de vários aspectos, principalmente do estágio em que se encontra a doença. O tratamento pode ser cirúrgico, necessitando de radioterapia e quimioterapia, ou hormonal com bloqueio androgênico, que é quando os hormônios masculinos são bloqueados.

“Falar de saúde e intimidade com homens é complexo, por isso as campanhas de prevenção e mobilização são tão importantes. Na maioria dos casos o câncer de próstata é assintomático, ou seja, quando os sintomas começam a aparecer, a doença provavelmente já se encontra em uma fase avançada”, completou a oncologista.

Todos os casos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de oncologia.

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130


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Como você já viu anteriormente em nosso blog, a xerodermia, ou simplesmente secura da pele, é uma manifestação exócrina caracterizada pelo fato de as glândulas sebáceas e sudoríparas produzirem deficientemente as secreções que umedecem e lubrificam a pele. Mas você sabia que a xerodermia pode estar diretamente ligada ao câncer de pele? Neste post vamos falar mais sobre esse assunto. Continue lendo!

câncer de pele é um dos tipos mais frequentes entre os brasileiros. Segundo o Inca, em 2017, ele apresentou cerca de 180 mil novos casos no país. A relação da xerodermia com a doença não é direta. Porém, a pele que fica mais exposta aos raios solares e, consequentemente, mais propensa ao câncer de pele. Portanto, sempre é muito importante o uso de protetor solar diariamente.

Possíveis complicações da xerodermia

Além do risco de câncer de pele, na pessoa com xerodermia, a pele exibe sintomas de envelhecimento prematuro, principalmente nas áreas expostas ao sol. Em casos mais extremos, é possível ocorrer cegueira, em razão de lesões nos olhos ou de cirurgia na região ocular, e também perda de audição, relacionada à degeneração do sistema nervoso.

Tratamento para xerodermia  

Ao contrário do câncer de pele, não há cura para a xerodermia. Assim, o tratamento é sintomático, ou seja, focado em cuidar dos sintomas individualmente para evitar mais problemas futuros. Nesse aspecto, as orientações são bem simples: evite agredir a pele com altas temperaturas e exposição ao sol sem proteção. E lembre-se a chave para tratar a pele seca é mantê-la úmida (hidratada), por isso use hidratantes e fique atento às recomendações do seu médico.

Se pararmos para pensar, a pele é o primeiro órgão de defesa de nosso corpo contra agressões do meio externo. A xerodermia requer cuidados redobrados. Cuide-se!

Acompanhe o Blog Medquimheo para mais dicas sobre saúde e bem-estar!