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Câncer de bexiga


Dentre os tipos de tumores mais frequentes estão o de mama, o de próstata, o de pele e o de pulmão. Porém, um câncer pouco comum, mas que esconde uma grande ameaça é o câncer de bexiga. Sua causa é desconhecida, mas existem alguns fatores capazes de aumentar as chances de desenvolvê-lo. O hábito de fumar, infecções na bexiga e exposição química (corantes, borracha, pesticidas) são exemplos dos fatores que podem desencadear o surgimento da doença. De acordo com o Inca, o câncer de bexiga atingirá 150 homens e 30 mulheres no Espírito Santo até o final deste ano.
 
Vale destacar que homens brancos e de idade avançada são os mais propensos a desenvolvê-lo. A prevenção também pode ser feita por meio de uma alimentação saudável, com uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes e verduras. Evitar exposição aos agentes conhecidamente cancerígenos, também contribui para redução da incidência do câncer.
 
“Sangramento, dor ao urinar, necessidade imediata de ir ao banheiro com dificuldade de urinar são alguns dos sinais que devem ser observados com cautela, pois podem indicar a presença do câncer de bexiga. Em casos como esses, o médico deve ser procurado imediatamente”, explica Morgana Stelzer Rossi, oncologista da Medquimheo.

Diagnóstico


Para o diagnóstico podem ser realizados exames como o de cistoscopia (que é a investigação interna da bexiga por meio de um instrumento com câmera), tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética. O quanto antes for diagnosticado, maiores são as chances de cura.

Tratamento


O tratamento dependerá do estágio de apresentação da doença. Entre as alternativas estão a ressecção transuretral, cistectomia parcial (remoção de uma parte da bexiga) e a cistectomia radical (retirada total da bexiga com a construção de um novo canal para armazenar urina). A radioterapia e a quimioterapia também têm suas indicações precisas, a depender de cada caso.