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Câncer de mama: saiba mais sobre suscetibilidade genética

outubro 30, 2015 0
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outubro_rosaQuando se fala em prevenção do câncer de mama, logo se pensa na mamografia e no autoexame, considerados os mais comuns e acessíveis a população em geral. A partir de 2013, no entanto, após a atriz norte-americana Angelina Jolie anunciar a sua dupla mastectomia profilática (retirada das mamas de maneira preventiva e imediata reconstrução com próteses de silicone) outra forma de prevenção ganhou destaque: o exame de suscetibilidade genética.

O exame de suscetibilidade genética define o risco hereditário para o desenvolvimento do câncer a partir do rastreamento das mutações em genes (BRCA 1 ou 2) com alta probabilidade de desenvolverem o tumor. Os principais tipos de cânceres associados ao exame são os de mama e/ou ovário.

Dr. Cleverson Gomes, mastologista da Medquimheo, ressalta que nem toda mulher é candidata a realizar o rastreio genético. “De modo geral, mulheres que têm mais de um caso de câncer de mama em parentes de linhagem direta (mãe, irmãs e filhas), casos de câncer de mama em si própria ou em parentes abaixo dos 30 anos de idade, casos de câncer de mama em homens ou câncer de ovário na família devem realizar o rastreio genético”, comenta o mastologista.

Suscetibilidade genética positiva

Quando o teste genético determina que a mulher herdou a mutação dos genes BRCA 1 ou 2, ela passa a ser uma paciente de alto risco de desenvolver o câncer de mama de forma precoce e agressiva.
“Neste caso, deve ser realizado um aconselhamento genético, alertando o risco de transmitir a mutação genética para os filhos e filhas, e, após engravidar e amamentar todos os filhos que desejar, proceder a mastectomia profilática e a ooforectomia profilática bilateral (retirada preventiva dos ovários) por volta de 35 a 40 anos de idade”, indica Dr. Cleverson.


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